Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Meu amor por você renasce todo dia em que os teus pequeninos braços me acolhem, me confortam e mostram-me que desistir nunca deve ser uma opção.
Gosto de gente de alma bonita, de bom gosto, de essência. Gosto de quem é Amor, é Transparente… consigo mesmo e com os outros.
O amor vivido em oásis é libertário, rompe com paradigmas, e encontra sua beleza no ato da entrega.
Em certos momentos, o desejo é simples: experimentar a paz ao lado de alguém cuja o amor é um refúgio, alguém que não prometa o mundo, mas que fomente a sensação de sermos extraordinariamente especiais.
Amor é um sentimento que nos faz sonhar e ao mesmo tempo, acordar dentro desse mesmo sonho. Levando-nos a uma felicidade contínua e arrebatadora, independentemente da dor que possa surgir.
Pureza é inerente ao Amor; na humanidade uns sentem com o coração e outros sentem o próprio coração.
O Céu estrelado é o resultado de todos os beijos de Amor, perpetuados por todos os seres; quando o Céu não está estrelado, significa que todos os seres esqueceram-se de beijar antes de adormecer.
Este sentimento (AMOR) humildemente percorre vidas e mundos na sua própria solidão. Consegue-nos fazer: rir, chorar, sentirmo-nos loucos e perdidos na imensidão de um deserto, no oásis de um simples beijo. Este sentimento ( AMOR) absoluto de todas as almas, que por ti morremos, por ti nascemos e por ti vivemos; em todas as viagens de almas.
A intensidade do Amor tem a capacidade de distanciar-se do mundo. E num só momento de amor, consegue fazer deste, o seu próprio Mundo.
Fazer amor é: o instinto do Amor a entregar-se à importância da vida, muito depois da existência do corpo.
A espécie humana distancia-se do Amor porque este sentimento comprova que a humilhante miséria humana inicia-se no coração.
O Amor é um sentimento com capacidade para ensinar a humanidade a comportar-se como animais racionais.
Existem olhares que colidem inesperadamente e reconhecem que o Amor é uma confissão eterna: esse momento suspende a acção da vida.
Na interioridade de um beijo de amor, despem-se mutuamente, milhões de inacessíveis palavras: da cor epidérmica da alma.
Existe uma excessiva incompatibilidade entre o Amor e Humanidade: necessitam o auxílio urgente da verdade.
Amor é saber que o mar pode transformar-se em deserto e ainda assim, continuar a remar em todas as tempestades.
Na esfera humana o amor é existencialmente imperceptível; e o ódio uma marcha que se desloca com a existência.
