Poesias que Falam da Natureza
Em vez de uma verdade absoluta e universal, sobre a natureza da existência e a presença inevitável do sofrimento e do fracasso, que pode ressoar de forma diferente com base nas experiências de vida e na perspetiva de cada indivíduo.
A perda, de alguma forma, é uma condição universal e constante na experiência humana.
Mais poderoso do que a natureza e da própria vida.
O lucro e a perda, a oferta e demanda.
O elegante fluxo de dinheiro mundial, seja legal ou ilegal.
A natureza é nossa casa, não nosso brinquedo...
Pois ninguém nasceu para ser ferido:
nem o homem,
nem o animal,
nem a própria vida.
A natureza é vida!
Às vezes basta simplesmente sentir o vento no rosto, os passarinhos cantando o esplendor de uma cachoeira e o rio mostrando o caminho para o encontro com o mar. Para entendermos o quanto é sublime viver.
Por vezes, falar é doença e não falar adoece.
A natureza exige equilíbrio (um pouco de cada) e a mentalidade social exige diplomacia (jeito adequado).
A vida oferece a manha da arte para seguir em paz interna.
Onde para parecer normal é necessário se fazer de louco.
PÁSCOA
A mensagem Pascal é certificada com o ensino da natureza! Toda ela afirma que há um sentido e este, na natureza, manifesta-se de baixo para cima; da matéria para o Espírito e a Páscoa une a matéria ao espírito de maneira sublime! O Espírito é a energia que tudo puxa e sustenta.
A natureza nos faz bode.
O Sangue nos faz cordeiro.
A obediência nos faz ovelha.
Em qual fase você estacionou?
Libertação não é mudança de ambiente, é mudança de natureza.
Quem sente saudade do que Deus mandou deixar ainda não entendeu o que é conversão.
No tear do invisível, o olhar dos cães não devora a natureza — simplesmente a recorda. E talvez seja nisso que a minha essência se demore: como o mistério de uma pegada que ensina o chão a ter memória.
Reno Fioraso
Primavera é quando a natureza se despe do cinza e se exibe em seu vestido verde bordado de flores.
Benê Morais
Olhei para o céu,
Olhei para a natureza,
Olhei para as pessoas,
Olhei até para a minha cama, e só vi poesias.
Rocha Metamórfica
Prova que a Natureza
se transforma e se renova.
O calor do manto da Terra
traz o carbono puro, por pressão.
Faz surgir o mineral
mais duro do planeta ,o Diamante.
Que dádiva, essa força interessante!
Quando abri as portas do meu coração,
o peso revelou sua verdadeira natureza:
não era força, era ausência de confiança.
Então Deus sussurrou ao meu espírito:
"Se crês em Mim,
por que insistes em sustentar
o que já repousa em Minhas mãos?"
Ele contemplou a profundidade da minha dor,
purificou as cicatrizes da alma
e fez da esperança
o princípio de uma nova existência.
O Paradoxo do Circunflexo
O paradoxo do circunflexo reside na sua natureza de montanha e de teto. É a seta que aponta para o zênite — um gesto de elevação, de ápice, um convite ao etéreo. Mas, ao mesmo tempo, é a curva que sela, que fixa o som ao chão da ênfase, impedindo-o de flutuar livremente no ar da possibilidade.
Ele é o acento da gravidade na leveza da vogal. O "a" torna-se "â", uma planície elevada, um platô onde a sílaba repousa com dignidade. É o peso específico da palavra, o local onde o tempo se concentra para que o som não passe despercebido, forçando o leitor à pausa, ao respeito pela sílaba coroada.
Na sua forma, ele mimetiza o telhado de um templo ou a aba de um chapéu: um abrigo. A vogal acentuada não é mais uma nota passageira; ela é uma câmara onde o som ressoa com maior profundidade, isolado do murmúrio geral. É o lugar de onde a palavra retira a sua autoridade, o ponto de não retorno que transforma o simples metro no solene mêtro.
Filosoficamente, o circunflexo é a marca da alma humana que busca o sublime (a ponta ascendente), mas que está eternamente vinculada ao concreto, à carne e à finitude (a base que se fecha sobre a vogal). Ele representa o êxtase que se lembra da existência, a memória do voo confinada ao corpo.
É o nosso próprio desejo de transcendência: queremos alcançar o pico, mas para isso, precisamos de um sólido ponto de apoio. O circunflexo, esse pequeno triângulo sobre a vogal, é o lembrete de que a força de uma ascensão reside sempre na profundidade da sua raiz.
A voz do galo anuncia pela manhã um novo dia;
é o elemento da natureza que aos por Deus agraciados com vida desperta;
para um novo dia os desperta.
Um povo sonha com liberdade, cujo caminho acredita ser a alternância;
já sem medo, disto mesmo falam jovens e crianças;
ignorando e reputando por mitos estratégicos de um vermelho e preto, os contos sombrios sobre um galo que comia crianças, o qual se chama "o Galo Negro";
mudaram a verdade da sua negritude, e a definiram como sinónimo de maldade, então, tal conceito perdurou dêcadas aprendendo-o as novas gerações já desde o berço.
Hoje porém se conhece que, a verdade não é todo assim; e revoltados se levantam querendo o passado corrigir;
eles já não podem mudar o passou, esta é a verdade, porem
têm nesta manhã em que o galo mais uma vez os há de chamar, a oportunidade de fazer melhor, deixando desta vez o que é público o galo administrar.
*
Mas não nos enganemos, meu povo, o melhor de tudo só Deus nos pode dar, portanto esperemos nEle. ELE TEM O QUE PRECISAMOS, ELE É O DE QUEM PRECISAMOS.
Feminicídio
O Desgoverno mata
A Mulher
A Floresta
A Natureza
A Justiça
A Ética
A Educação
A Saúde
A História
A Economia
A Democracia
A Alegria
A Esperança...
"A cota de responsabilidade da mulher na natureza do aborto delituoso, é bem maior que a do homem.
Pois nos anáis do céu ela jurou solenemente honrar
com nobreza o 'dar a luz'!"
☆Haredita Angel
☆Haredita Angel
Segredos da Natureza
Bolhas viajam por rios de areia...
As mesmas areias que carregam rochas,
aquelas que parecem caminhar solitárias.
Longe dali, pedras flutuam em nuvens,
erguidas pelo vento que esculpe o céu.
Até nas imagens de Marte,
onde a pareidolia desenha rostos alienígenas,
a matéria se move.
Rochas andam, vivas,
como as árvores ancestrais da Amazônia.
São os segredos da natureza.
Os mesmos que ecoam no mar profundo,
onde, na escuridão do abismo,
encontramos o sentido da vida —
e o reflexo das profundezas da nossa alma.
À margem de tudo, redemoinhos de fogo se erguem.
Parecem criaturas famintas, distintas, ferozes.
O que serão elas?
Não sabemos,
pois a vida é feita de surpresas.
A noite se espera um boa noite.
Um comportamento trivial a natureza humana.
O que temos é um olhar frio mais nada!
Um momento irônico.
De onde a educação sumiu dos espaços públicos. E da alma do ser humano.
Reclusão do humanismo.
Parece que estamos num mundo transgênico sem humanidade.
Ser por ser...
Apenas ser para ser
Por ser o que é...
Titubeou na tua natureza...
Mero ser a que ainda seja maravilhoso repleto de alegrias e tristeza.
Fazas o impensável em destruir a natureza abre o clamor...
Que ser ser é este?
Que deliberadamente se torna o final da natureza.
Com seus atos insanos busca viver melhor?
Qual é a certeza que atormenta nossas mentes no desatinos do ser humano.
Realismo nas virtudes da evolução espiritual.
Ser aprendeu a usar o fogo mas ainda não aprendeu que fazemos parte de algo maior.
Na visão de um sábio ainda andamos na beirada do precipício.
Somos servos numa cavernas seguindo figuras numa fogueira.
Essas sombras nos torna felizes ate que nos tornamos poeira.
Aonde está vencido pelas correntes da ignorância virtudes sao perdidas a vivência de novos horizontes são apagados da história.
Mas pequenos lampejos da floresta negra reabem pensamentos.
Discursos se dão conta que as correntes pode ser abertas.
Que plenitude pode ser um amanhã para ser quem somos.
Essa esperança se acende a cada instante em que criticamos as sombras de cada pensamento em nossas vidas.
Pois ignorância e sim fardo mesmo tendo conhecimento ainda verá o abismo sem luz da ignorância.
Pois a mente aberta para tudo se tem um universo de possibilidades.
Mesmo no universo sem luz a vida floresce mesmo num estante tão pequeno como a nossas vidas.
No entanto ainda buscamos as sombras da existência e a luz calida dessa fogueira nos faz engatinhar diante a verdade que derradeira.
