Poesias Pequenas
A mulher é o mar que se estende entre o céu e a terra que compõem a vida de um homem, é a âncora que segura o návio tenebroso que é a passagem do homem pela terra.
Exercer um direito fundamental, tendo em vista a melhoria de vida das populações, tem de ser equacionado a satisfação plena da vida de um todo, pois, exigir mudanças sem termos em conta as alternativas concretas, que melhorem a vida da coletividade, não passa de mera ilusão populista.
A mente é um retrovisor da vida que muitas vezes nos parece ingrato, pois, nos traz imagens inesquecíveis de um passado bem vivido, que hoje a pandemia nos impede de voltarmos a viver momentos iguais.
O pequeno mundo dos grandes homens é o seu coração, que nas adversidades impostas pela vida, o consegue amparar sobre os suspiros das suas forças sufragadas pelo sangue puro do seu ser espiritual.
Um pouco de nós, sabe que apenas vive para compensar a vida de quem nos acompanha nesta longa jornada da vida, outro pouco, espera encontrar motivos para vivermos para nós e, em nós.
Transforme a sua vida em uma grande fazenda de amor, onde a tempestade tudo quer devastar, mas, as sementes do pudor, da paixão, do respeito, da harmonia e da fidelidade aí semeada, apenas nos leva a colher FELICIDADE.
Somos pequenos arquitetos de uma vida sem fim, mas, vivemos como pequenos hóspedes em corpo de desconhecidos.
Adaptamos a nossa vida ao batimento do nosso coração, que muitas vezes forte como o aço, nos leva acreditar que somos seres imortais e muito amados.
A nossa vida não passa de um livro escrito a lápis, sobre o qual, existem letras em ouro que apenas os deuses conseguem decifrar o conteúdo aí contido.
Batalhamos para encontrar um palco que nos faça sorrir a cada cena real da vida, mas, encontramos entre o público que nos acompanha nesta jornada existencial, alguns elementos que nos querem destruir, mesmo que não haja motivo aparente.
A nossa vida não permite reciclagem; ou vivemo-la hoje intensamente ou morremos na esperança de voltarmos num novo corpo humano no fim dos tempos.
O resto de nós nos lembra que somos perfeitos na nossa imperfeição de vida, mas, o muito que desejamos ser para o mundo, nos julga por não saber quem realmente somos no universo.
Sou um arco sem flecha, lançado pelos arardos da vida, sem pressa caminho em silêncio pela escuridão da minha mente e, me deixo estar por lá, de modo a não conhecer a conspiração execrável dos pensamentos humanos.
A literatura é o cheiro que tonifica o nosso olfato em tempos de crise ... É a vida que vivemos em dias de solidão.
A vida é um arco-íris, cujas cores significam os vaários momentos que passamos pelo mundo e, as pessoas que cruzam a nossa caminhada, são rios por onde repousamos em um determinado momento da nossa marcha.
A cultura não é apenas um modo de vida, é, antes de mais nada e, sobretudo a nossa essência e o nosso estado de ser e viver.
A política séria, nos torna solitários perante a vida, porque aprendemos a viver sobre as suas pressões e, sobre as suas imposições.
Quando um político vende o seu carácter em troca da destruição da vida do povo, é porque este nunca teve dignidade.
Não se pratica a política com mero sensacionalismo social, pois, a vida do povo depende de decisões práticas e não de ensaios populistas que assentam em ideologias romancistas.
A pior de todas as loucuras da vida é viver centrado no bem-estar dos nossos, quando estes nem sequer vivem em nós.
