Poesias Pequenas
Não dá para adivinhar o que alguém pode fazer. A vida é uma questão de tempo e paciência. O tempo dita as regras, como um jogador que controla o jogo. Nosso papel é simplesmente fazer o melhor com a nossa vez de jogar.
No fim, talvez a vida não seja sobre precisar de alguém para ser feliz, mas sobre encontrar alguém com quem a felicidade faça ainda mais sentido.
Coloque vida no seu dia. Ame enquanto pode. Abrace enquanto há braços. Diga enquanto há tempo. E viva — antes que o tempo decida por você.
Andando por corredores, você se vê no escuro, derrepente você dorme, no chão a vida se resumiu, se a mente reviveu, o corpo que já se foi, já penso por dias, uma realidade via sombria, há algo no final do corredor, mas você ainda não acordou, cê se esqueceu?
Se você quer aproveitar mais a vida, comece a tirar as obrigações e inicie a realização das próprias vontades.
Uma vida não se mede pela quantidade de anos atravessados, mas pela densidade de consciência com que cada instante foi vivido.
Uma vida bem empregada não teme o fim: depois de ter transformado tempo em experiência, experiência em conhecimento e conhecimento em existência, até a morte encontra menos espaço para arrependimentos.
A amizade enriquece a vida, rejuvenesce a alma, se estabelece no coração e na coexistência, em nossos caminhos.
Que a vida seja generosa com você e faça florescer, em dobro, tudo aquilo que seu coração oferece com amor, verdade e bondade. Que cada gesto bonito encontre seu caminho de volta, trazendo luz, carinho e motivos para sorrir.
Construir o porto seguro de alguém não garante que ele queira ancorar a vida ali; às vezes, amar é respeitar o mar aberto que o outro escolheu navegar.
Quando for montar o pódio da sua vida, coloque-se sempre em primeiro lugar. Mantenha a constância e não deixe nada nem ninguém te tirar dessa posição.
O homem diz ‘nunca’ quando fala a partir do presente; mas a vida responde mostrando que o futuro é um território onde até as certezas podem ser transformadas.”
Talvez a gente passe a vida procurando nos outros aquilo que, silenciosamente, ainda tentamos encontrar em nós mesmos: pertencimento, acolhimento, compreensão e sentido. No fundo, muitas vezes, não buscamos alguém, buscamos um reflexo daquilo que somos ou desejamos ser.
Eu, tão imerso na corrente da vida, mal percebi que o passado é fugaz: escapa pelos dedos, atravessa os dias, costura memórias ao presente e, silenciosamente, escreve aquilo que chamamos de destino.
Ainda que eu caminhe nos trilhos que a vida reserva para mim, o tempo e o vento, às vezes, insistem em mudar o rumo, como se soubessem que certos desvios são necessários para nos levar exatamente onde precisamos estar.
A vida floresce quando aprendemos a regá-la, mas também a atravessar, com paciência, as quatro estações.
Consumi uma vida em meio a enganos, na ânsia de corrigir minhas imperfeições; talvez bastasse deixar a vida seguir seu curso natural.
No tumulto da vida, que corre apressada e ruidosa, nasce um silêncio raro, quase sagrado, já escrito pelo nosso destino.
Caminho pela vida com os cabelos ao vento, sentindo a liberdade em cada passo. Gosto de aproveitar os momentos simples, admirar a paisagem e deixar que a brisa leve embora as preocupações. Assim, sigo em frente, leve, confiante e em paz comigo mesma.
