Poesias para um Futuro Papai
Um timoneiro inexperiente pode levar o navio a bancarrota.
Não é a mesma coisa que votar num candidato que não conhece política, para dirigir o país?
Materialismo é um ímã que atrai a compulsão pela carne
e a caridade é um brilho que atrai o amor pelo próximo.
O amor conjugal é algo estraordinário: é um santo remédio
para curar dois corações e mantê-los na mesma direção.
Seja sábio, adotando um estilo de vida superior com Deus,
abandonando as tradições religiosas do passado.
A admiração, acompanhada principalmente de elogios e respeito por um dos cônjuges,fortalece a auto-estima
do casal.
O desprezo conjugal é um tae-kwondo contra a esposa,
em que um nocaute derruba de vez sua auto-estima.
De um olhar feminino constante para o mesmo homem estão
suas intenções: de chamar a atenção para si ou convidá-lo para lhe dar atenção.
Deus é um habilidoso Escritor que consegue escrever,
com uma só palavra, o quanto a nossa vida é valorosa.
Fazem parte de um relacionamento conjugal sadio e irresistível a honestidade e a franqueza, onde os pensamentos, sentimentos e atitudes cooperam para
a realização de suas necessidades.
Quem não se abala diante das ameaças e das falsidades
a sua confiança é como um navio ancorado em alto mar.
Acredito que a minha vida tem um certo limite; porém,
a minha alma ultrapassa o limite garantido por qualquer
seguradora.
Só um pode e já parou o tempo; se queres parar com o indesejável dos teus hábitos, basta fazer a Ele a tua
confissão e o teu desejo.
Um rosto feminino é mais lindo ainda quando expressa alegria
sincera e amor aos corações necessitados.
Chamaram-me de covarde um dia diante dos corajosos;
anos se passaram e continuo sendo covarde, quando me chamam para desafiar o sensato, o sábio ou o homem de bem.
No palco da vida, entre versos e dor,
No doutorado da existência, um árduo labor.
A pandemia dança, um espetáculo sombrio,
No teatro da alma, um drama vazio.
A morte do pai, um ato desolador,
A depressão da mãe, um roteiro de pavor.
No enredo do destino, sem licença para sonhar,
Crises constantes, a trama a se desenrolar.
Palavras cortantes, gestos marcantes,
Na poesia da vida, um trágico instante.
A dor se entrelaça nos versos que ecoam,
A violência que embaraça, em sombras que se entoam.
Noite após noite, a mesma encenação,
Um teatro obscuro, sem redenção.
Engolindo o choro, a plateia silente,
A alma ferida, um drama latente.
Que a sabedoria seja a protagonista,
Nesse épico de dores,
Para não se render,
E sim, simplesmente,
Transcender.
Havia um silêncio pesado no ar, um tipo de vazio que só o coração partido conhece. Sentado naquele banco, ele olhava para o espaço ao seu lado — vazio, frio, como se a ausência dele tivesse roubado a vida da própria paisagem. O vento soprava suavemente, carregando consigo as folhas secas que dançavam ao redor, cada uma como uma memória se afastando, lenta, mas inevitavelmente.
Nas mãos, uma única flor. Suas pétalas caíam uma a uma, marcando o tempo, assim como o amor que ele uma vez segurou tão firmemente, mas que agora deslizava entre seus dedos. A promessa de um "para sempre" que, como o pôr do sol naquele céu nublado, começava a se apagar.
Ele fechou os olhos, e por um momento, podia sentir o calor do riso dele ao seu lado, podia ouvir sua voz entre as árvores balançadas pelo vento. Mas, ao abrir os olhos, tudo o que restava era a saudade. O mundo, antes vibrante com a presença dele, agora parecia um quadro pintado em tons de cinza.
A chuva começou a cair. Pequenas gotas, como lágrimas que o céu chorava por ele. Ele não precisava chorar. O céu fazia isso por ele. Cada gota era uma lembrança, uma palavra não dita, um toque que nunca mais sentiria. E aí ele se tocou que: o amor, mesmo na dor, era belo...
Estar desaparecido é diferente de estar morto. De certa forma, é pior. A morte oferece um fim. A morte dá permissao para o luto. Para fazer um funeral, acender velas e deixar flores num túmulo. Para seguir em frente.
Estar desaparecido é estar num limbo. Preso num lugar estranho e desolado onde a esperança brilha fraca no horizonte, e o desespero e a angústia espreitam como abutres.
Me lembro de como me olhava,
dos seus olhos castanhos escuros,
como um pôr do sol no fim da tarde.
Me lembro das suas caricias sem jeito.
Me lembro do seu beijo intenso.
Me lembro de como nos abraçavamos.
Escrevo nesses versos,
a nossa paixão,
para nunca esquecer que existiram,
para que possamos lembrar.
E nunca aceitar o menos que isso de um outro alguém.
Hoje 4 dias após sua escolha,
e sigo amargamente a minha.
Queria que ficasse,
mas quis ir embora,
não pude faze-lo ficar.
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