Poesias para um Futuro Papai
"Houve um tempo em que eu era filósofa. Eu era a maior intelectual e racionalista de todos os tempos. Dava palestras e discursava em público para todos, porém, tudo isso, era apenas na minha cabeça.
— Bruna Belchior, Endy e Edruk
O Apito, a Matemática e o Óbvio
Em Natividade, vive-se um tempo curioso: discute-se muito, posta-se muito, argumenta-se muito — mas o trânsito continua falando a língua bruta da imprudência.
Em tempos de abusos no volante, não é o grito que organiza.
Não é a live que corrige.
Não é o discurso inflamado que reduz colisões.
As armas mais poderosas continuam sendo as mais simples:
o apito e a vigilância institucional.
O apito não é autoritarismo — é sinal.
A vigilância não é perseguição — é presença do Estado.
A matemática é elementar, quase primária:
Ausência de fiscalização + sensação de impunidade = abuso.
Presença constante + regra aplicada = redução do excesso.
Não requer hermenêutica. Não exige tese de doutorado. Não depende de narrativa ideológica.
É conta de soma.
Quando não há quem observe, alguns avançam o sinal.
Quando não há quem registre, alguns estacionam sobre a faixa.
Quando não há consequência, multiplica-se o descuido.
E a cidade paga em risco o preço da omissão.
Enquanto isso, ali perto, em Porciúncula, formam-se agentes, treinam-se procedimentos, aguarda-se homologação. Pode parecer burocrático. Mas é método. E método é a base da ordem.
Em Natividade, o debate muitas vezes se perde entre versões e justificativas. Porém, a rua não entende versões — entende presença. A rua não interpreta intenções — reage a ações.
O apito não é barulho.
É lembrança de limite.
A vigilância institucional não é espetáculo.
É aviso silencioso de que alguém está cuidando.
E quando o poder público hesita em assumir esse papel, a equação se resolve sozinha — e nunca a favor da coletividade.
No fim, a matemática do trânsito é cruelmente simples:
Onde o Estado não ocupa, o abuso ocupa.
Onde a regra não se impõe, o improviso reina.
Não é questão de opinião.
É questão de soma.
De mim pra VOCÊ. (Um pronome quase definido).
Tudo começou há um tempo atrás, Um tempo em que pensei finalmente estar em paz.
Foi quando percebi que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
Quase me enganei, Quase que não percebi, que o meu coração precisa só de ti.
Foi quando percebi, que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar, no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
A sabedoria não está no saber, nem no mero conhecer; é como um vento.
Ninguém sabe de onde vem, para onde vai, ou desde quando sopra.
O sábio não perde tempo tentando entender essas coisas.
Ele apenas alinha suas velas na direção correta,
sabendo que jamais poderá dominá-la,
apenas aproveitar a brisa de sua visita, aliviando a moléstia debaixo do sol.
Ecos Da Confusão (Haniely Rocha)
Diante de muitas incertezas, em um mundo que antes era vazio e de solidão,
surge uma luz que mora em meu coração.
Já que muitos não me notam em palavras ou expressão,
guardo tudo aqui dentro, minha simples confusão.
Escrever até que ajuda, já que aqui eu não sou vista.
Fiquem com minhas palavras, vivências jamais vividas.
Só desejo que a luz não vá embora outra vez,
pois achei lindo enxergar as cores da sensatez.
Verde, branco e grená pulsando no peito,
um canto que nasce como vento no Rio,
ecoando histórias de glória e respeito
nas arquibancadas de um sonho antigo.
És mais que um time — és memória viva,
das Laranjeiras brota tua raiz,
cada chute carrega a alma altiva
de quem nunca deixou de ser feliz.
No toque leve, na arte em campo,
há poesia em cada jogada,
como se o futebol fosse um canto
de esperança jamais calada.
Fluminense, chama que não se apaga,
mesmo na dor, insiste em brilhar,
porque quem ama não se entrega —
aprende, luta… e volta a sonhar.
Helaine machado
Saudades...
Um colo era tudo que eu queria.
Apenas para te contar
como foi o meu dia.
Desabafar.
Chorar até esvaziar
essa solidão.
Depois, na calma do seu cheiro,
amando até os átomos
do que você é feito.
Minha peça de carbono,
minha kriptonita...
Eu vou me achar
em toques e beijos
até a poesia amanhecer.
Deixa eu me acabar em você.
É melhor do que viver
na tristeza de não poder te ter.
Andrea
Não despreze as lágrimas; elas têm valor diante de Deus. Mas não pare nelas. Ele te chama a dar um passo além: crer mesmo quando os olhos marejados não veem saída.
Porque lágrimas tocam o coração de Deus, mas é a fé que move a mão d’Ele.
“Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6).
É irmão nas dores,
é consolo na solidão,
é ponte de graça,
é como um bálsamo, enviado pelo Senhor nos dias bons e nos dias difíceis.
E quando o mundo pesa,
e as lágrimas parecem não ter fim,
esse amigo lembra:
“Cristo nunca te deixou, Ele sempre esteve em ti.
"Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas." (1 Pedro 4:10)
Ou seja, o chamado não é para sermos especialistas em títulos, posições ou aparência, mas em repartir, socorrer, ouvir e levantar os caídos.
A morte pode tentar encerrar histórias,
Mas o Autor da vida sempre escreve um novo capítulo.
Ela pode parecer um ponto final,
Mas para os que estão em Cristo, é apenas uma vírgula de passagem para a eternidade.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá."
João 11:25
Não temas. Se tua esperança está no Cordeiro,
A morte não é derrota,
É porta de glória.
Então alma, não desespere,
Se um adeus doeu demais,
Pois quem crê no Cordeiro vivo,
Vai viver em paz, e muito mais.
A mesa é lugar de: Comunhão → todos somos um em Cristo.
Perdão → nos lembramos que fomos alcançados pela graça.
Esperança → ela aponta para o grande banquete no Céu, onde nenhuma lágrima, dor ou divisão existirá.
Exclusão é obra dos homens, mas inclusão é marca do Reino.
A mesa aponta para a eternidade.
Hoje partilhamos o pão e o cálice, mas é um ensaio do banquete eterno.
“Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” (Apocalipse 19:9)
A inclusão final será no céu: todos os remidos, de todas as nações, juntos diante do Cordeiro.
Assim como Davi, você também é fruto de um propósito eterno.
Antes do seu primeiro choro, o Senhor já tinha escrito a sua história.
O mundo pode até não notar, mas o Céu já tinha escolhido você.
O meu Deus é um Deus que transforma o impossível em testemunho, o deserto em jardim e a dor em propósito; que levanta o caído, honra o esquecido e faz nova todas as coisas.
“Porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas; glória, pois, a Ele eternamente. Amém.”
(Romanos 11:36)
Há um treinamento acontecendo no invisível,
nas madrugadas em que você ora chorando,
nas vezes em que você serve cansado,
e nas lutas que você enfrenta em silêncio.
O Céu se move quando encontra um coração que não negocia sua fé.
Quando tua fé se alinha à vontade de Deus,
o Céu reconhece tua voz,
e os anjos recebem ordens por causa da tua obediência.
Que a minha vida seja um altar,
não de aparência, mas de entrega.
Que o perfume da minha fé suba ao trono,
e que, quando este mundo se calar,
meu nome ainda seja eco no coração de Deus.
Porque tudo aqui passa…
mas ser reconhecida por Jesus
é a maior glória que uma alma pode alcançar.
Toda marca, gera testemunho e todo choro, gera alegria.
E toda história tem um autor, e nesta tem um consumador JESUS.
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