Poesias para um Futuro Papai
Sonhei com um rapaz que eu gostava na adolescência, eu estava passando ao lado de um quartel e o vi, ele estava muito diferente.
Depois, eu retornei para uma festa nesse mesmo local e eu o procurava por todos os lados e não consegui encontrar
13:59 - 8 de setembro de 2023
Sonhei brigando com um dragão de comodo, mas eu não consegui vencê-lo, então um homem retirou ele de mim.
Julho de 2023
Sonhei que eu trabalhava em um escritório, como assistente, para uma antiga patroa do meu ex marido, havia algumas meninas trabalhando junto de mim e eu senti fome e resolvi sair pra comprar algum lanche, passei em dois lugares e não comprei por achar o valor muito alto, olhei em minha carteira e havia muito dinheiro, mas eu pensei em outras necessidades maiores e voltei para o trabalho sem comprar nada. Quando cheguei na minha mesa, alguém havia escrito em uma folha "saiu e não avisou" eu fiquei muito chateada, porque as letras estavam tomando todo o espaço de uma folha A4 e me senti muito triste, com alguém que tentava me prejudicar. Desconfiei de uma garota que trabalhava lá há muito tempo, olhei pra ela e ela me olhava também, ela estava meio gordinha e grávida.
Julho de 2023
Sonhei com vários ursinhos pequenos, eles eram do tamanho de um cachorro e pareciam cachorros, mas já eram ursos adultos, todos diziam para eu ter cuidado, que eles atacavam, mas quando eles ficaram enfileirados e começaram a me encarar na varanda da casa da minha avó, eu achei eles muito fofos e não senti medo. Eles tinham a mesma cara de um cachorro budogue e o tamanho de um cachorro vira -lata, suas peles eram malhadas e tinham mais ou menos uns 10 ursinhos fofos. Eu me distraí com meu marido e de repente, os vi roubando comida, dois deles, pegaram um saco de biscoito de polvilho e saíram correndo, enquanto os outros acompanhavam, correndo muito rápido. Eu os deixei levar e fiquei rindo á beça com meu marido, com aquela situação. Tudo o que eles queriam era comida, porque estavam com fome.
Julho de 2023
07:34 22 de outubro de 2024
Na madrugada, eu sonhei que estava em um lugar com montanhas e parecia uma mata atlântica, muito longe daqui, eu estava com a minha mãe, a gente cozinhava um frango e eu olhava para as montanhas e via uma caverna no meio de uma grande rocha e ela estava iluminada e havia um portão semi aberto, eu senti medo quando vi que poderia ter alguém morando ali, de repente, olhei para o lado e surgiu um velho barbudo com uma frigideira que tinha um pedaço de carne, parecia frango, ele estava com um facão enorme e parecia ser bem enferrujado, ao lado dele havia uma criança estranha, que parecia mais um adulto com nanismo, eles me olhavam fixamente. Ele desceu para pedir mais 2 pedaços de frango, porque só tinha 1 e ainda havia uma terceira pessoa com eles, que eu não vi. Eu os olhava e não sabia se sentia medo ou uma sensação de nenhum receio ou sentimento. Talvez, eu estivesse com medo, porque eles pareciam aqueles canibais de filmes de terror e o local era propício mesmo.
Eu não sei o que eu estava fazendo lá com a minha mãe, só sei que eu cozinhava esse frango em um fogareiro, e sabia que a minha mãe estava lá, mas também não via ela.
Bom, eu estava esperando o frango ficar pronto para dividir com eles, no sonho também achei que fosse um teste de Deus comigo. Se passando por aquelas duas pessoas estranhas! Eu estava com medo e ao mesmo tempo tranquila. Talvez fosse isso.
05:55 da manhã 18 de setembro de 2024
Sonhei pegando um ônibus em uma rodoviária, fui em Teresina, comprei vários vestidos e algumas bolsas pretas que estavam na promoção, eu não gostei muito das bolsas depois, comprei, mas depois estava em dúvida se realmente era para ter comprado, eu pensei em vender elas, mas não sabia como, porque tinha que alugar um ponto e no marketplace do Facebook, já não dava mais, porque estava restrito pra mim.
Depois parei em uma casa, onde eu estava apressada para ir há algum lugar, porém eu tinha que preparar o almoço para meus irmãos, eu estava cozinhando uma carne muito macia, para guardar e preparar depois, resolvi adiar a ida e preparar logo a comida, que não levaria muito tempo, então acordei enquanto despedaçava a carne para preparar o almoço.
16 de setembro - segunda de 2024
Era meia noite e eu acordei após um sonho intenso e muito sinistro, eu estava como se tivesse em uma igreja universal, um lugar muito grande, com muitos corredores e um carinha começou a atacar e matar todo mundo, saiu correndo atrás de mim, enquanto eu passava por portas gigantes e tentava me esconder, entrei em uma sala e ele acabou me encontrando, me pegou pelo pescoço e começou a me atacar, eu chorava e pedia pra ele não me matar, eu por de jeito consegui fugir enquanto eu fugia, consegui visualizar duas criaturas que eram bem estranhas e pareciam duas mulheres, era como se elas tivessem permitido que ele me soltasse, mas elas me encaravam e não pareciam ser desse mundo, eu apertei as mãos da primeira e era grande e cadavérica, eu estava apavorada!
A segunda, eu também apertei as mãos e era como se tivesse apertando uma coisa mole e gosmenta, abracei para agradecer e o corpo que eu visualizava não condizia com o que eu estava abraçando, eu senti um pavor tão grande ao abraçar, porque parece que eu abraçava e a criatura amassava, olhei para o rosto da segunda, ela tinha 3 olhos, um ao lado do outro e eu estava realmente apavorada.
Eu percebi que eram demônios, que haviam tomado forma humana, e eu não sei como fui parar naquele lugar, só sei que após elas, havia uma porteira de fazenda, eu consegui abri e lá havia vários gatinhos, eu consegui ainda brincar com um filhote branquinho, antes de sair daquele lugar, no começo parecia ser uma grande igreja universal, mas depois era como se fosse outro lugar, em um lugar bem remoto. Quando eu estava fugindo, o Gatito também estava lá, eu não quis deixar ele lá, eu o chamei e ele me seguiu, a gente saiu correndo rapidamente e então eu acordei.
10:34 11 de setembro de 2024
"Sonhei em um hospital, que ao mesmo tempo se tornava um mercado, eu estava procurando queijo e presunto para comprar, mas eu não podia comê-los, por causa da minha saúde.
Mesmo assim, comprei bastante, uma peça de cada, e junto, comprei vários litros de iogurte de vários sabores para meu marido, mas também não podia beber.
Levei para casa e a gente não tinha geladeira, então coloquei os iogurtes misturados em uma vasilha, depois fui coletar alguns frutos selvagens para misturar neles, mas quando fui comer, senti tudo muito amargo na boca e cuspi tudo! Embora estivesse junto aquelas delícias de iogurte parecendo sorvete, tudo quase derretido, eu não podia tomar nada, tudo o que fiz foi pegar os frutos selvagens do fundo da vasilha e colocar na boca, mas mesmo assim não consegui comer, porque eram muito amargos. "
14 de novembro de 2022
Esses dias, sonhei dentro de um cemitério desconhecido, onde eu ficava com medo de entrar nele, e quando entrei, todas as tumbas, eram muito antigas e havia uma em que o cadáver estava se mechendo, colado na cabeceira do túmulo.
E ele, parecia rir.
Eu continuei andando e ignorei, até visitar todos os túmulos e sair pela porta da frente do cemitério, porque eu havia entrado pela do fundo.
Quando sai, acabei saindo dentro de uma casa e havia um carro de saída, com os parentes do meu marido que ao invés de me esperar, me deixou no cemitério, e eu gritava por eles, mas eles não me ouviam.
Então, acordei. Sonho bizarro!
Era uma casa enorme!
Com vários cômodos com apenas uma cama e um guarda roupa...
Todos os quartos vazios, sem ninguém.
A casa era branca e tinha dois andares gigantescos!
Eu andava por ela e às vezes sentia medo, ao percorrer os corredores...
De repente voltava ao primeiro andar e o medo se dissipava.
26-06-2020 15:15
Acabei de sonhar que havia um vulcão soltando larvas dentro da sala da minha casa.
Sonhei com " noiados " me oferecendo drogas, e eu repudiava.
Sonhei com cães ferozes, dentro de um caminhão gigante, acorrentados e famintos. Loucos, latindo altamente, querendo devorar - me. Apenas um cara fortão e gordo, segurava todos eles com força total, enquanto eu fugia.
E pra terminar. No final havia dentro da minha casa, uma outra mulher estranha, e meu marido não era meu marido. Era outro cara que tinha o mesmo nome, porém curtia s3x0 a três. Acordei atônita.
Agora são exatamente 05:25 da manhã.
Eu acordei atordoada e escrevi isso, e pensando assim;
- será o que toda essa mistura de acontecimentos significa? 11/12/2019 21:54
Tentando desenhar o que vi no sonho...
Um barco caravela da era colonial em um cais, muitas pessoas descendo e subindo do barco...
Eu desci, e logo vi alguém encostado no parapeito da orla, era ele novamente o 'C', nos olhamos profundamente, e rimos um para o outro.
Me despedi desse alguém, e dissemos um adeus que seria para sempre...
Porque enquanto eu estava descendo naquelas terras, ele estava indo para outras.
Eu continuei caminhando, e indo com a minha mala cheia de pertences, para não sei onde...
Eu estava tão feliz naquele instante, mas alguma coisa me dizia que eu deveria embarcar com aquela pessoa de volta, porque depois daquele momento, nunca mais nos veríamos.
Lembro que eu estava com roupas de camponesa.
Uma saia longa e uma blusa de meia manga branca...
Porém, tudo o que fiz foi andar para frente, e olhar para trás, até sumirmos das vistas um do outro.
Ele me olhava com amor e ternura, como quem dissesse "fica comigo e vamos viajar juntos, para nunca mais nos separarmos..."
Antes de partir, havia me aproximado dele e o abraçado. Era como se fosse o último abraço das nossas vidas.
Tão intenso.
É só disso que me lembro ❤️
10/11/2021
Eco de um perdão
Ouvi você, em gritos, dizer que ao seu redor não existem seres bons, nem seres honestos.
Ouvi você dizer que, quando partisse, ficaria na memória de muitos, mas que poucos estariam lá.
Ouvi você dizer que todos estavam errados por não estenderem as mãos e que nem sequer havia um abraço, nem mesmo um olhar.
Ouvi você dizer, entre gritos e choro, que gostaria de ter pelo menos um amigo, pelo menos um grande amor.
Em revolta e com as mãos atadas, mergulhei em lágrimas por não acreditar no grito da sua voz.
Você, onde quer que esteja, ouvirá o grito da minha solidão. Tenha certeza: meus pensamentos, em gritos, pedem a você:
Perdoe-me
A dor de um coração partido
Esse sentimento só alcança aqueles que se entregam, se permitem ficar vulneráveis e escolhem acreditar no amor.
E quem na terra merece mais amor do que as pessoas que estão dispostas a chorar por ele?
Não é fraqueza nem tolice. É coragem...
Houve um TEMPO em que o Rei exigiu sua coroa de ouro cravejada por diamantes, rubi, esmeraldas.
Em outro TEMPO o Rei dos Reis, mesmo sem pedir recebeu uma coroa de espinhos.
A herança crua de um toque que corta sem lâmina,
instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa.
Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
pressão travestida de cuidado,
silêncio pesado chamado de paz.
E então derrama,
em gotas quase invisíveis,
aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos,
feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho.
Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira.
Até que um instante rasga o véu do costume,
um espelho sem anestesia,
um cansaço que grita baixo.
E vê.
Não era amor, era eco.
Não era cuidado era defesa com gosto antigo.
E no susto da lucidez,
começa o desvio do próprio rastro:
mão contida antes do corte,
palavra filtrada antes da queda,
impulso domado na beira do abismo cotidiano.
Troca-se a migalha densa do caos
por gestos ainda frágeis de inteireza.
E onde antes rastejava a repetição cega,
ergue-se, hesitante,
um novo jeito de existir que não fere pra sentir.
Migalhas
Todas as tardes
uma senhora de vestido estampado
chega ao banco da praça
com um pequeno saco de pão nas mãos.
Senta-se devagar
e começa a lançar migalhas
sobre o chão gasto de passos.
Os pombos logo aparecem
serenos, platinados,
alguns escuros, outros claros
caminhando em círculos
como se conhecessem o ritual.
A tarde passa sem pressa.
A luz se inclina nos prédios,
e o horizonte começa a escurecer.
Quando as últimas migalhas se acabam,
a senhora limpa as mãos no vestido,
levanta-se com calma
e segue pela alameda.
Não diz palavra alguma.
Também não precisa.
Entre o bater de asas
e o silêncio da praça,
tudo
já foi dito.
Quintal da memória
Uma varanda,
uma vila,
um corredor comprido.
Da janela,
um quintal aberto ao mundo.
Chuva de verão caindo morna,
cheiro de café vindo da cozinha,
o leite crescendo no fogão.
Brinquedos esquecidos pelo chão.
Pai - porto seguro.
Avó - doçura de colo.
Madrinha - mãos cheias de agrados.
Padrinho - passos lentos pelas tardes.
Hoje,
quando a chuva retorna
e o café invade o ar,
fica apenas
a infância
roçando leve
as asas da lembrança.
Saudade é o vazio que pulsa, um eco silencioso do que já foi e não volta. Não é mera ausência; é a presença fantasmagórica de momentos que se infiltram na alma como brisa úmida do mar. Ela chega sem aviso, num cheiro de café antigo, numa melodia esquecida ou no contorno de um rosto que o tempo borrou.
No peito brasileiro, saudade é patria: o samba que embala ausências, o carnaval que mascara lutos, o abraço que o oceano separou. É o que nos humaniza, nos faz poetas involuntários. Dor agridoce, ela entrelaça fios invisíveis ligando o agora ao ontem, transformando perdas em relíquias eternas.
Mas cuidado: saudade em demasia paralisa, vira prisão de memórias. Aprenda a dançá-la, como frevo leve, deixando que ela venha e vá, sem raízes profundas. Pois viver é saudade em movimento – do que partiu, do que virá. Ela nos lembra: o amor verdadeiro nunca some; apenas espera, paciente, no limbo do coração.
Desviar os já miseráveis benefícios dos aposentados do INSS não é apenas corrupção: é um atentado contra a dignidade humana, um crime que deveria figurar entre os mais hediondos da nossa legislação.
Benê Morais
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