Poesias para um Futuro Papai
Um lenço traçado no cair do teu cabelo, uma manga caída sobre os teus ombros macios são a certeza de que o mundo é um lugar maravilhoso para ser habitado.
Mesmo que te dediques afincadamente as pessoas, um dia elas te cobram mais do que já lhes dás e ainda, te julgam por nada lhes pedires em troca.
Existimos sobre o fundamento de um corpo mortal, que as vezes acabamos por nos esquecer que a vida nem sequer nos pertence e que a qualquer momento o seu dono no-las pode tirar.
Vivemos mortos em corpo adaptado de um humano, mas, não nos preocupamos em buscar o vivo que habita no nosso espírito.
Passo pelas marcas de um rio que me sufoca, sem me aperceber, dou por mim entregue ao abismo de uma vivência quase sem sentido.
Percorremos um caminho imenso em busca de liberdade espiritual e, num instante da nossa vida, nos damos conta que começamos a viver uma verdadeira tormenta imposta pelo mundo.
Um dia acabamos nos apercebendo que existimos apenas para servirmos de muletas para a vida de outras pessoas, pois, quando precisamos de apoio, nos damos conta que estamos sozinhos.
Por muitos bens materiais que tenhamos na vida, nunca seremos plenamente felizes, pois, se por um lado, alguns se aproximarão de nós por interesse, outros se afastarão de nós por ódio, por acharem que não somos merecedores do que possuímos.
Um povo que não conhece a sua importância dentro de um Estado Democrático e de Direito, é um povo sem existência.
Quando um povo não sabe que tipo de governante procura para condizir os seus destinos e os destinos dos seus filhos, este povo nunca perceberá a sua real importância no contexto político e social do seu País.
O povo que se torna espectador dos feitos negativos dos seus governantes, acaba por ser igual a um cão adestrado que se submete às ordens e ou estímulos passados pelo seu adestrador.
O político que vê na burocracia um modo eficaz de governar, se assemelha a um palhaço que se convence de que os truques que usa em palco para o seu público são tão reais, quanto a sua própria existência.
O povo é a medida justa de um Governo, por isso, quando um Governo falha nas suas ações, atribui a sua incapacidade ao povo que nele confiou.
A pobreza de um povo, não pode ser tida como fundamento para que os seus governantes não tenham políticas concretas que visem erradicar a miséria que aflige as famílias.
A magia vertida no corpo de um homem e uma mulher ligados pela Divina paixão, revela a grandeza da criação humana, pois, o flagelo de dos corpos unidos pela intensa paixão, transforma a vida do homem e da mulher em verdadeira essencial de felicidade plena.
A esperança que move um povo que vive sobre a indeterminação da miséria, consubstancia-se na crença de que o amanhã chegará e trará consigo um prato de comida nobre para alimentar a sua prole.
Um sorriso acompanhado de um beijo marato, sufocado pelo cheiro doce da alma de um ser apaixonado é pior que uma bala que perfura desavisadamente o coração de um simples ser mortal.
O amor é um tiro dado por uma arma sem munições, mas, que perfura com intensidade o peito de quem é alvo desse tiro.
Os avanços e recuos observados nos programas de Governo de um País, são demonstração clara de que os problemas do povo não são estanques e, que devem ser resolvidos no seu momento e sobre a sua própria actualidade.
Quando marcarmos um passo na vida e, subtamente a nossa consciência nos fizer pensar que estamos errados no passo dado, continuemos a marchar, que lá mais para frente entenderemos por que motivo começamos a caminhada.
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