Poesias para um Futuro Papai

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O poder de um sorriso

Um sorriso não custa nada, mas cria muitas coisas.
Dura só um momento, mas sua lembrança perdura pela vida a fora.
Não se pode comprá-lo, mendigá-lo, pedi-lo emprestado ou roubá-lo.
Não tem utilidade enquanto não é dado.
E por isso se no seu caminho encontrares uma pessoa
por demais cansado para lhe dar um sorriso, deixa-lhe o seu,
pois ninguém precisa tanto de um sorriso quanto
aquele que não tem mais um a oferecer.
Seu sorriso será tão precioso para esta pessoa
que no momento que ela receber ela sentirar a magia
da felicidade incendiar o seu viver, e ela de gratidão
lhe retornarar um belo e meigo sorriso.
Por isso minha querida amiga, conserve este brilho
de alegria em seu rosto, pois mesmo que você não
perceba através do seu sorriso, você transmite para
as pessoas que caminham ao seu lado forças, alegrias e coragem!

‎Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando com o Senhor, e através do céu passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era o meu e o outro do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que, muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei, também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver.
Isso entristeceu-me deveras, e perguntei então ao Senhor: - Senhor, Tu me disseste que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, mas notei que, durante as maiores atribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas. Não compreendo por que, nas horas que eu mais necessitava de Ti. Tu me deixaste.
O Senhor me respondeu: - Meu precioso filho, Eu te amo e jamais te deixaria nas horas de tua prova e do teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que Eu, nos braços, te carreguei...

Desconhecido

Nota: A autoria do texto costuma ser atribuída a Margaret Powers, Carolyn Carty e Mary Stevenson, mas não se sabe de fato quem o escreveu.

...Mais

..você não deve praticar ações gentis em favor de um nascimento celestial, mas sim para que dia e noite, corretamente livre de pensamentos rudes, amando igualmente tudo que vive, você possa se esforçar para se livrar de toda a confusão da mente e praticar contemplação silenciosa; no fim, apenas isso traz benefício; além disso não há realidade.”
- em '' Despertar: Uma vida de buda.''

Decifra-me...

Um dia sou uma ‘‘menininha” que sonha
Entretanto, tem medo de acordar
E encarar a realidade...
No outro, sou incontestavelmente
Uma mulher sem medos.

Um dia sou como um forte vendaval
Que por onde passa
Deixa marcas...
No outro, sou como uma leve brisa
Branda e inofensiva.

Um dia sei exatamente o que sou
E no outro fico confusa
Em relação ao meu ser...
Fico perdida
Sem saber o que fazer ou até mesmo pensar.

Posso ser uma ‘‘menininha”
Ou uma linda mulher...
Um vendaval ou uma leve brisa
No entanto, se quer saber quem sou
Então decifra-me.

Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo, faço melhor do que lhe parecer

Essa é a triste história de um homem que encontrou tudo o que queria e hoje não tem mais nada pra fazer... Ele correu tanto atrás da felicidade, mas quando à encontrou, não soube o que fazer com ela.

Bom, ele hoje não tem muita coisa, só tem tudo o que sempre quis e mais nada de novo à conquistar. Depois de tantas jornadas escolheu o melhor caminho: a solidão, vazia, cheia de nada. Ele agora sabe, que tudo o que ele quis, de nada vai adiantar quando o mundo dele se desvirar (de cabeça-para-baixo para cima) novamente.

Amanhã ele volta à correr atrás, hoje ele quer descanso. Amanhã ele terá que construir um novo hoje, e hoje ele já não liga pro amanhã. Ontem ele não sabia que agora seu nome é Vinícius.

Bom, esse triste homem sou eu, Vinícius, desde ontem. Sempre quis tudo o que pude ter, e nunca podia ter o que queria. Até então, eu buscava a felicidade, mas há algum tempo, descobri que eu estou correndo à frente dela. Para achá-la, eu terei que voltar pro ontem. Só tem um probleminha nisso: é impossível. Logo me conformo que já estou feliz, sendo triste (sendo eu mesmo). Talvez um dia, eu descubra que a felicidade é apenas uma meta invisível que o ser-humano criou para se distrair da realidade. Realidade que por sua vez, ele mesmo criou.

Então, sei lá... Eu estou melhor assim, ao menos não virei um ator, encenando ser feliz. Tentando enganar à mim mesmo. Mas, ficarei feliz mesmo, quando essa vida chegar ao fim. Finalmente vou ver você, Bruna, que já foi bem antes de mim, e por sorte, não teve a infelicidade de ser feliz.

Boa noite.

⁠A fotografia como ponte entre o tempo e a memória

A fotografia é mais do que um simples registro, é um portal entre o passado e o presente. Cada imagem carrega não apenas cores e formas, mas histórias, sentimentos e fragmentos de tempo que poderiam se perder na correria do dia a dia.

Através da minha lente, busco capturar a essência da minha cidade, os detalhes que muitas vezes passam despercebidos, mas que são a alma do nosso povo. É sobre tornar visível o que já faz parte de nós, ressignificar espaços, rostos e momentos.

Quando uma fotografia resgata uma lembrança, ela prova que o tempo pode ser revivido. E é assim que construímos nossa identidade: entre memórias que resistem e imagens que nos fazem sentir.

quando eu morrer
não
perca
um minuto
chorando por mim.
posso ir embora
mas vou
deixar para trás
todas as minhas
mil & uma
vidas.
– uma garota louca por livros nunca morre.

⁠Memórias Imortalizadas

A fotografia é um portal silencioso, onde o tempo se dobra e o instante é retido. Como um eco suave, ela resiste às marés da existência, conservando fragmentos do que fomos e do que ainda somos. Cada imagem capturada é uma memória que não se perde, um testemunho de uma realidade que se recusa a desaparecer.

Ela é a ponte entre o presente e o passado, permitindo que o olhar viaje para um tempo distante, onde as emoções, os cheiros e as cores ainda vibram. Ao revisitar essas imagens, somos transportados para um lugar onde a realidade se mistura com a lembrança, e o tempo parece parar, deixando-nos imersos em cada detalhe.

Mas é no eco da fotografia que encontramos sua verdadeira força. O tempo pode passar, as paisagens podem mudar, mas aquele momento, aquele olhar, jamais será esquecido. A fotografia carrega consigo a resistência de um eco que se repete, como uma melodia atemporal, lembrando-nos do que foi e do que sempre será parte de nós.

Em cada clique, a memória se eterniza. Não importa o quanto o mundo mude, os fragmentos do passado permanecem imortais, prontos para serem revisitados sempre que necessário, como um refúgio onde o tempo não ousa entrar.

⁠O Beijo: Quando Corpos se Tocam e Almas se Encontram

Um beijo nunca é apenas um beijo. Ele carrega em si a força de um portal, abrindo passagem entre dois mundos, duas essências, dois destinos que se cruzam. É a chave que destranca corpos e almas, um sussurro silencioso de tudo o que pode vir a ser.

Quando há verdade nele, cada toque de lábios acende chamas, desperta desejos e faz estremecer a pele. Mas mais do que fogo, um beijo é conexão. É sentir o outro sem pressa, percorrer seu universo na ponta da língua, decifrar sua alma em um único instante.

Não dá para tocar qualquer boca sem querer ir além. Porque um beijo não é só um gesto; é um mergulho. E para aqueles que sentem com profundidade, não há prazer no raso. É preciso desejo, mas não só do corpo—da alma. É preciso entrega, mas não só do momento—do ser inteiro.

No fim, um beijo verdadeiro não termina quando os lábios se afastam. Ele deixa marcas na pele, na memória, na energia que se troca e se carrega. Porque quando corpos se tocam, o instante pode acabar. Mas quando almas se encontram, o impacto permanece.

⁠A Parte Intocável da Liberdade

Existe um território onde ninguém toca, onde nem mesmo as amarras do tempo podem prender. Um espaço que não se mede em metros, nem se dobra às regras do visível. Esse território é a essência da liberdade — aquela que reside na imaginação.

Na vastidão do pensamento, não há fronteiras que impeçam a criação de mundos, nem correntes que limitem os voos mais altos. A imaginação é a fuga e a morada, o refúgio e a explosão. É nela que a realidade se curva diante do possível, e o possível se expande além do que ousamos prever.

Ser livre, no mais puro sentido, é poder fechar os olhos e enxergar além. É transformar ausências em presenças, dores em arte, silêncios em poesia. É construir castelos onde antes havia ruínas, e dar vida ao que o mundo insiste em chamar de impossível.

Há uma liberdade que ninguém pode tirar. Uma que se move entre as palavras, que dança entre os devaneios e se eterniza no que criamos. E enquanto houver imaginação, haverá sempre um espaço intocável onde somos infinitamente livres.

⁠OCUPANDO-ME COMIGO MESMA

A busca pela minha felicidade ocupa um imenso espaço dentro de mim,
toma todo o meu tempo e energia.

Meu foco está concentrado em um único propósito: ser e estar feliz.
Fazer da felicidade uma escolha diária, um compromisso constante comigo mesma.
É um processo que exige atenção, mas que se torna uma jornada de autodescoberta, onde o amor-próprio floresce e a paz se encontra.

Quando conheci você,
Existiu um lugar,
Um tempo
E um sentimento.
O lugar era perfeito,
O tempo era inesquecível,
O sentimento era nada a mais que a amizade.
Mas o tempo foi passando...
O lugar foi mudando...
E o sentimento aumentando.
Logo percebi que...
Com sua voz suave
Você me fazia cantar,
Com seus gestos meigos
Você me fazia sonhar,
Com seus lindos olhos verdes
Você me fazia delirar,
Com seu doce coração
Você me fazia te amar.
O tempo ficará pra sempre marcado,
O lugar será eternamente lembrado
E o sentimento jamais acabado...

TE PERDI

Foi bom enquanto durou
Mas de um simples minuto para cá
Desde que recebi mensagens sem nexo
Não quero mais ver a sua cara
Não suporto ver seu olhar
Ver seu rosto
Ver seu corpo
Tudo isso que tanto desejei
Mas que hoje quero distância.

Você me magoou muito
Fez com que eu perdesse muito do meu tempo...
Muito da minha vida...
Você sabe do que estou falando
Você pediu um tempo... Dei!!!
Insisti um pouco mas suportei
Suportei a dor de perder meu grande amor...
Agora nem amiga sua quero ser...
Amor que vi em você
Que sonhei
Que esperei
Nunca recebi, nem receberei
Nunca te terei...

⁠Orações Escritas

Um Clamor de Filha – Encontro com o Divino

Ah, Deus, queria um encontro contigo, e ser digna dele.

Poder estar em Sua presença, mesmo em silêncio, poder olhar para Ti e ter a certeza de que estaria sendo compreendida em totalidade.

Não, eu não falo no sentido de "passar pano" para minhas falhas, digo no sentido de ser o único que pode dizer: "Eu sei quem tu és e como se sentes."

Eu Te conheço e Te entendo, mesmo que só pela troca de olhares. Queria estar face a face contigo.

Queria desfrutar daquilo que não tive: o cuidado de um pai.

É muita ousadia, sendo eu pequenina, imperfeita e mortal?

Eu sei, muita audácia minha, pedir ao grande Rei, Senhor dos senhores, e soberano, majestoso Deus, o grande "Eu Sou", o El Shaddai, Javé.

Mas me coloco no lugar de filha que sou, e que filha não precisa do colo e abraço do seu pai?

Qual filho não corre para o pai quando machucado e com medo?

Qual filho não deseja a segurança da presença e da proteção de seu pai?

Eu Te quero aqui, pertinho de mim, mesmo em silêncio.

Não, eu não ouso Te pedir nada, imagino quantos pedidos Tenhas que atender.

Eu agradeço por tudo, não sou merecedora de nada e, ainda assim, sei que cuidas de mim, mesmo que eu não compreenda essa tal de provação ou preparação.

Mesmo na dor, eu Te agradeço, mesmo sem conseguir louvar em Teu nome.

Fica aqui, meu Pai, não solta minha mão.

Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.

Espera-me pelas manhãs vazias,
nas tardes longas e nas noites frias,
e, outra vez, quando o calor voltar.
Aí, nunca deixes de me esperar!

Espera-me, ainda que, aos portais,
as minhas cartas já não cheguem mais.
Ainda que o Ontem seja esquecido
e o Amanhã já não tiver sentido.

Espera-me depois que, no meu lar,
todos se cansem de me esperar.
Até que o meu cachorro e o meu jardim
não mais estejam a esperar por mim!

Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.

Não dês ouvidos nunca, por favor,
àqueles que te dizem que o amor
não poderá os mortos reviver
e que é chegado o tempo de esquecer.

Espera-me, ainda que os meus pais
acreditem que eu não existo mais.
Deixa que o meu irmão e o meu amigo
lembrem que, um dia, brincaram comigo
e, sentados em frente da lareira,
suponham que acabou a brincadeira…

Deixa-os beberem seus vinhos amargos
e, magoados, sombrios, em gestos largos,
falarem de Heroísmo ou de Glória,
erguendo vivas à minha memória.
Espera-me tranquila, sem sofrer.
Não te sentes, também, para beber!

Espera-me. Até quando, não sei.
Um dia, voltarei.

Esperando-me, tu serás mais forte;
sendo esperado, eu vencerei a morte.
Sei que aqueles que não me esperaram
– que gastaram o amor e não amaram –
suspirando, talvez digam de mim:

“Pobre soldado! Foi melhor assim!”

esses, que nada sabem esperar,
não poderão jamais imaginar
que das chamas eternas me salvaste
simplesmente porque me esperaste!

Só nós dois sabemos o sentido
de alguém poder morrer sem ter morrido!
Foi porque tu, puríssima criança,
tu me esperaste além da esperança,
para aquilo que eu fui e ainda sou,
como nunca, ninguém, me esperou!

⁠O Tempo em Fragmentos

A fotografia é um fragmento do tempo, de um lugar, um momento que jamais será o mesmo, não com o mesmo tempo.
Ao visitar um lugar, lembre-se de que aquele tempo permanece vivo apenas na lembrança e fragmentado em fotografia.

Tudo muda: as águas não voltam, as nuvens não formarão a mesma figura, o soprar dos ventos altera as formas, as folhas se renovam e tudo se faz novo.
E, talvez, seja isso que acredito: o tempo fica fragmentado.

Mas, em cada fragmento, há uma parte do todo que nos transforma. A fotografia não é só memória, é um reflexo daquilo que não se vê à primeira vista, daquilo que se sente no silêncio entre o olhar e o gesto. Ela revela o que o olho não percebe no movimento da vida, guardando para sempre aquilo que, de outra forma, se perderia na vastidão do tempo.

O Silêncio Que Fala

Existe algo divino nas palavras silenciosas que habitam a fala do olhar.
Um idioma que não se aprende nos livros, mas no sentir.

É preciso que haja um acordo sutil entre quem vê e quem transmite,
um pacto invisível onde a verdade não pode se esconder.

Assim como moldamos nossa fala e afiamos nossa escrita,
deveríamos ter em mãos a cartilha da linguagem das almas: o olhar.
Olhar que acolhe, que desnuda, que grita em silêncio.

Há olhares que embalam, há os que ferem,
há os que são porto seguro, e os que são tempestade.
Alguns são abismos, outros, pontes.

Mas poucos sabem realmente escutar o que os olhos dizem.
Poucos compreendem que, antes da palavra,
foi o olhar que desenhou o primeiro poema do mundo.

RECOMEÇOS
Já que a semana está em branco e um novo dia sorri, vamos escrever a vida. Sem medo. Sem aquela expectativa surreal de ter-que-fazer-perfeito. Sem aquela cobrança de fazer tudo o que queremos (e não o que precisamos).
Que tal pararmos de pular a primeira página pra treinar a letra ideal? Vamos escrever do jeito que for, afinando e desafinando, errando e acertando e - sempre - amando e aceitando o melhor e o pior que existe em nós. Afinal, cada dia é um novo ano. E a gente merece ser feliz e recomeçar sempre.

(Quantas vezes for preciso).

Se o domingo a tarde é o período mais nostálgico da semana pra mim.
Sábado a noite é um afrodisíaco sem fim.