Poesias para meu Amor

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«Até mesmo as eternidades apodrecem, pois o próprio tempo é apenas um molde no túmulo da Existência.>>>


-Hysteria

O sol do entardecer

Os raios de sol alaranjados do entardecer
Varam o céu e causam belas listras nos objetos que tocam
As nuvens belas se revelam nessa hora
Um resplendor de milhares de quilômetros de água em vapor
O sol brilha infinitamente
A sua luz gira como fogo espiral
A rotação infinita da luz divina
Meus olhos se cegam ao olhar ou encarar
Mas é lindo demais para eu não o fazer
As cicatrizes são feitas na minha íris
Minha visão manchada é um prenúncio de que eu vou poder me lembrar disso
E que talvez possa
Só mais uma vez
Ver isso de novo amanhã

Com amor
Obrigada

Pq dar ordens para si mesmo funciona?
Eu sei a resposta, mas eu presciso dessa confirmação, presciso ter certeza, matar minhas dúvidas. Extrair tudo.
Essa necessidade de saber de tudo só para ter certeza de que não perderá nenhuma oportunidade de alcançar um futuro eu ideal que talvez nunca chegue... O talvez é minha esperança gritando.


A necessidade falsa de que não é o suficiente; a fome é uma mestra cruel. Como a inveja.

A humanidade transforma tragédia em mito e beleza desde sempre; pq eu não posso fazer isso? Pq não posso fazer tempos passados meus guias e mitos?
Pq não posso tornar o inferno de gás mostarda em uma lição de vida?

Cassettepunk, cyberpunk, biopunk, nanopunk, grimdark e gothic...
Todas essas combinam com uma alemanha japonêsa ou um Japão alemão.

É o capitalismo das penas
O tráfico de animais
😎😎😎














Morte ao tráfego

AFETO não é meigo minúsculo (afeto) dessa vez
Confissão:
O meu dia fica tão triste sem você
Você me faz rir
Chorar e sorrir
Algo pra fazer
Me deixa feliz


O meu dia é tão chato sem você
Você me fez perceber
Que eu deveria seguir
Deveria cumprir
minhas promessas que fiz
Para outras
Para você!

Caixa que respira, isso tudo já elimina a vergonha
Anjo, padre, calcinha
Eu tenho referências estranhas para minha vida morna
Ainda morna
Folha de pavão
Pena de pavão
Não sinto vontade de ficar de pé
É estranho a desistência proto-exponencial
Falas difíceis, falas difíceis em potes


Socorro


Viva antes da vida e não morra antes da morte.

"Eu te amo por uma necessidade imensa e incontável por sua energia vital; é algo 100% físico. A nossa relação, no caso..."
"Você é tão bobinho meu bem, não tem noção das falhas do regente"
"Por favor, trate de sentir prazer o mais rápido possível para que seu sangue mude de gosto"
"Achei fofa a meia, combinou com sua alma"
"Eles não podem respeitar que já se foi, por... Calma, esse não é o SEU caso amor?
Vc é tão bobo de pensar em mim."


-syasots.Y

"A Majestade de Deus ama toda a história.
Mas foi minha Senhora quem me ensinou a amar o capítulo em que estou."

ENSAIO MÚSICAL.


Letra e Música: Félix di Láscio.


CANTIGA DE BOI.


O Boi
O boi,


O Boi tinha mandato.
Ninguém mandava no
Boi.
O Boi era dono do pedaço,
Não andava descalço,
Hoje lembranças
Perdida no velho espaço.


O Boi,
O Boi...


Sumiu da festa,
Ninguém sabe o seu paradeiro,
Tá enfeitado o terreiro. _bis


Boi,
Boi...


Da Serra Itapararica,
Boi que fugiu com
A Rita.
Boi dos manguezais,
Boi de Minas Gerais.


O Boi,
O Boi...


Boi do agreste, boi cabra da peste,
Não se meta lá por sul.
Sua fama é no Nordeste,
Boi do Agreste,
Boa Cabra da peste.


Boi,
Boi...


Se alevanta,
Se arriba,
Vai a Paraíba!.


Lá, Lalá
Lá, Lalá...


(Refrão)


Dez mil réis,
Dez mil réis..
Por um voto de cabresto.
Vendido até o Cesto.


Félix di Láscio, Poeta e letrista Brasileiro.


Postado em 17/07/2026 h. 20:15

ENSAIO POÉTICO


Dedicado a
Maria das Dores
(Dona Dorinha - Minha mãe)


POEMA
OU QUASE VERSO MATUTO


Félix di Láscio


Arruma tudo, vambora
qui hoje vai tê animaçan;
sigura na mão di Rosinha,
si ajeita ca bichinha,
qué prumode Dona Dorinha,
sabê qui voismecê
tem muito amô no coração!


Félix Di Láscio - Poeta e Pensador Paraibano
www.napoltrona.net | felixdilascio.facebook


Reeditado no dia 16/16 às 21:40

ENSAIO POÉTICO
Poema de Félix di Láscio.


PONTO DE QUESTÃO


Um novelo de linha
Ao ponto de tantas
interrogações:
“Ponto daqui e ponto
de lá...”


Não conseguiu se segurar.
E ficaram as questões
pendentes.
Pôs fim no assunto
e trancou.




Poeta e letrista brasileiro.
Postado em 29/05/2026 às 21h:00.

A morte nos traz reflexões diárias,
sobre o quanto a vida nos designa a traçar caminhos diferentes.
Nossos sonhos parecem reais,
mas as vozes já não se comunicam mais.
Os abraços, sorrisos e tristezas se vão.
Mas só conseguimos guardar tudo isso na alma e no coração.

ENSAIO MÚSICAL:
Letra infantil. Félix di Láscio.


O TATU E O BURACO.


O Tatu,
Tátu, Tatu...
Roeu o buraco no
Chão,
Ele cavou, cavou
Usando suas patinhas,
Para depois esconder
O seu pinhão.


REFRÃO


{Cava, cava,
Tatu!
Faz uma toca pro Sul,
Esconde o seu focinho Azul.}


O Tatu,
É muito encabulado,
Faz gesto que está
Apressado.
Não para de trabalhar,
Faz túnel pra todo lado
Pra depois descansar.


Corre pra lá
Corre pra cá.


Passa o bicho
Passa a mão,
O tatu sumiu no
Buraco do chão - Bis


Onde está,
Onde está?
Daqui a pouco
Ele volta,
Querendo brincar.


Repetir

COADJUVANTE
ENSAIO POÉTICO


POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO


Torci o nariz


Porque não queria


ser somente um


coadjuvante.


Mas isso não é o caso:


O orgulho de um banguelo


é achar que pode


exibir os dentes!


Félix Di Láscio


Poeta Brasileiro


Postado em 27/02/2016 às 13:30h


Repostado 04/07/2026 às 20:45


Félix Di Láscio

SOLIDÃO DE GELO


Quando o silêncio
Da luz treme e acende,
Algo aparece e geme.
São esses gemidos que
Me apavoram,
São essas coisas que
Prendem,
Eu aqui e o mundo lá
Do lado de fora.


Nenhum teto
Resiste e desmorona,
E quando você dá por si,
Já tem perdido a
Carona.


Àh, àh, àh,
Àh, àh, àh...


Mãos frias,
Oceano Pacífico,
vento salpico.
Nenhum teto resiste à
Solidão.
Você sente,
Você sente,
Quando alguém esqueceu de
Pegar a sua mão.


Oh, oh, oh...
Oh, oh, oh...


Lágrimas de sol,
Girassol,
Solidão de gelo.
Bonitos são os seus
Cabelos.


Lá, lalá,
Lá, lalá...

ENSAIO POÉTICO
POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO


LÍNGUA PÁTRIA


Um homem branco
Pergunta ao nativo, às margens
Do rio:
— Fala tua língua fluente?
Aquele cidadão de origem das terras
das matas respondeu:
— Buá!!! buá!!! buá!!!
"Só o afluente do Rio Sanhauá."
— Ah!!! ah!!! ah!!!


Félix di Láscio, Poeta e Letrista Brasileiro.
Postado em 10/06/2019 às 10:05h
Repostado no dia 02/07/2026 às 20:30h

A TARTARUGA TUNGA
ENSAIO POÉTICO.


Infantil.


Poema De Félix di Láscio


A Tartaruga Tunga,
Devagar
no seu mundo.
Nem olhou por céu,
Tirou de mansinho ,
Nem contou os segundos.


Tunga, Runga, Lunga ,
Lunga, Runga ,Tunga...


Lá vem ela,
Mastigando os dentes,
Deu para perceber ,
O seu ar,
De contente!
Lá vem ela ,


Tunga, tunga,tunga,
Tunga, tunga , tunga...


Nas pressas ,ela esqueceu
a sua Sunga.


Tunga, Runga, Lunga,
Lunga, Runga, Tunga.




Félix di Láscio ,Poeta e letrista Brasileiro.
O poeta também,escreve para crianças.

ENSAIO MUSICAL INFANTIL
Poema de Félix di Láscio


TIA ZULÚ


Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não ouve,
Ela não escuta.
A vovó ficou biruta.


Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não larga
O penteado,
Nem sabe quem
Está do seu lado! (bis)


Tia Zulú,
Tia Zulú.
Por que todo mundo
está de azul?


Tia Zulú,
Tia Zulú.
Ela não ouve
O canto do peru:


— Glu! Glu! Glu!
— Glu! Glu! Glu!...


Tia Zulú,
Tia Zulú.


(REFRÃO)


Ela não ouve,
Ela não escuta,
A vovó ficou
Biruta.


Não espalha brasas,
Cortaram as
minhas asas.


Félix di Láscio
Poeta e letrista brasileiro.
06/07/2026 – 20h26