Poesias Faceis do Elias Jose
Lei da física: Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo.
Então um amor pra esquecer outro, não funciona.
Se o espaço ja esta ocupado, complicado isso heim !!!
Deus...não define a personalidade de ninguém.
Essa é do livre arbítrio, ser bom ou ser mau, é prerrogativa de cada um de nós.
Deus apenas indica o melhor caminho.
Cabe a cada um de nós escolher e decidir o que queremos.
O BEM E O MAL ANDAM SEMPRE DE BRAÇOS DADOS.
Abraço que alivia a alma
Beijo que incendeia o coração
Sinto sua pele, respiro seu cheiro...
Sinta meu toque
Ouça nossa canção
não se esqueça deles nunca
Quando eu estiver longe,
olhe pra sua pele e lembre-se
dos meus braços, o seu refugio.
Sua salvação...
Enfim é Natal! Para muitos data de festividades, para outros data de recordações daqueles que já se foram.
Não importa como será o seu natal. Apenas extraia deste dia, a essência do verdadeiro simbolismo natalino.
Natal não é um momento nem uma estação, é um estado de mente em perfeita harmonia com a emoção.
É enaltecer sua fé, ainda que sozinho com aquele que um dia foi nossa salvação. FELIZ NATAL
Aprendi entre lágrimas e sorrisos
Que a vida não nos oferece garantia alguma.
Que tudo que é importante,
Nasce dos pequenos momentos.
Aprendi que as grandes distâncias percorridas
Não me fizeram mover-me, meio metro.
Aprendi que o amor não se conquista...
Se constrói, no dia a dia, nos pequenos gestos, nas atitudes, nos olhares e nas palavras ditas ou caladas...
E que aparência pode durar apenas um instante, mas confiança se faz durar uma eternidade quando se é conquistada verdadeiramente com o coração puro e uma mente aberta.
E que isto sim, resiste a tudo e a todos.
Viva O Presente Sem Pensar No Futuro
Pois Enquanto Você Está Pensando No Futuro
O Presente Vai Se Tornando Passado
Não andeis ansiosos por coisa alguma
Pois o Senhor Deus tem poder para mudar
As coisas erradas que estão em sua vida
Que atrapalham seu desempenho diário
E te impedem de crescer e prosperar.
Existem pessoas que pecam pelo medo, precauções e ainda pelo excesso de zelo e perdem a grande oportunidade na vida de serem felizes.
Nem tudo pode ser perfeito, nem tudo pode ser controlado.
A vida não nos da outra chance...é pegar ou largar !
Dias de Outono parecidos ha solidões intermináveis a choros de saudade de amores perdidos.
Sonhos esquecidos, frases perdidas no tempo e no esquecimento dos dias cinzas, de uma vida.
Nos dias insólitos de Outono o amor floresce nos corações e enche o canteiro da mente de paixões e sentimentos capazes de transpôr a barreira da razão e da emoção.
Acreditar na verdadeira democracia:
Eu acho que é preciso continuar a acreditar na democracia, mas numa democracia que o seja de verdade. Quando eu digo que a democracia em que vivem as atuais sociedades deste mundo é uma falácia, não é para atacar a democracia, longe disso. É para dizer que isto a que chamamos democracia não o é. E que, quando o for, aperceber-nos-emos da diferença. Nós não podemos continuar a falar de democracia no plano puramente formal. Isto é, que existam eleições, um parlamento, leis, etc. Pode haver um funcionamento democrático das instituições de um país, mas eu falo de um problema muito mais importante, que é o problema do poder. E o poder, mesmo que seja uma trivialidade dizê-lo, não está nas instituições que elegemos. O poder está noutro lugar.”
(Lancelot)
Aprendi que o sentimento do amor não é mais nem menos forte conforme as idades, o amor é uma possibilidade de uma vida inteira, e se acontece, há que recebê-lo.
Normalmente, quem tem ideias que não vão neste sentido, e que tendem a menosprezar o amor como fator de realização total e pessoal, são aqueles que não tiveram o privilégio de vivê-lo, aqueles a quem não aconteceu esse mistério.
Existem pessoas que pecam pelo medo, precauções e ainda pelo excesso de zelo e perdem a grande oportunidade na vida de serem felizes.
Nem tudo pode ser perfeito, nem tudo pode ser controlado.
A vida não nos oferece muitas chances.
Nem garantia alguma.
Ou buscamos a felicidade com as próprias mãos.
Ou passamos pela vida de mãos e corações...vazios.
Então ... A vida é algo complexo e sem nexo... Então, a vida é algo totalmente sem sentido, e o real sentido da vida sempre será algo que a humanidade não estará pronta pra entender.
Quando criança vivemos em um anseio por crescer, e aí percebemos que crescemos e que não aproveitando, de tanto tentar ser "grande" acabamos nos tornando isso.
E aí começa a entender um pouco sobre a vida, mas não entendemos o verdadeiro sentido, vivemos sem saber o sentido.
Aprendemos que sempre vamos viver com erros, que somente os erros nos fazem crescer realmente, é errando que se aprende o certo, na verdade se aprende o certo de várias maneiras mas com o erro você aprende exatamente como o último toque pra você mudar, pois, quando você aprende com o erro você também terá consequências .
O arrependimento é o que sempre carregamos na vida, não existe não ter arrependimento, quando perdemos algo, é sabemos que foi um erro nosso e que nunca vamos mais ter aquilo, ou que a pessoa se foi e nunca vamos ter um oportunidade de reparar o erro.
Sim o sentindo da vida não é importante pra você ser feliz, talvez o erro junto com o tempo possa lhe tornar alguém melhor, mas isso é algo que depende de você também.
A felicidade é algo de momentos, é momentos bons vem acompanhados de sentimentos bons, sim, talvez você não possa escolher se é ou não feliz, mas você pode mudar seus sentimentos, buscando sempre da o melhor de si, que somente assim você será capaz de ter tudo que você um dia desejou.
A vida vem sempre com uma segunda chance, talvez não com a pessoa que você errou, mas com outra pessoa, ela sempre trará uma chance pra você fazer de um erro um aprendizado, e fazer algo bom.
O essencial é sempre ter uma alma de criança, uma alma onde somente coisas boas estão presentes, pois, quem caminha e semeia no fim terás o que colher.
Eu NÃO desejo para você querida amiga:
Acordar sem vontade de viver,
Conversas vazias,
Olhar sem paixão,
Silêncio no café
Banho sem companhia
Convite recusado,
Desejo sem sonho,
Saudade excessiva,
Esquecimento,
Emoção sem controle,
Angustia,
Falta de dinheiro,
Excesso de ambição,
Falta de ambição,
Indecisão,
Falta de trabalho,
Muito trabalho
Stress
Brigas ou discussão,
Incompreensão,
Medo,
Tristeza,
Dúvidas sobre a vida
Falta de sono,
Silêncio sem sentido,
Fome sem necessidade,
Filhos tristes,
e por fim....
Banho frio (brrrrr).
"As pessoas estão cansadas de tanto se encontrar e os mesmos diálogos já dão a entender o clichê.
Querer encontrar alguém você consegue,isto é fácil.
Porém querer amar alguém se torna difícil pois não se tem a mesma base da conquista e ao primeiro beijo o corpo já pede o clichê.
Insistir na conquista é essêncial mas as pessoas estão cansadas de tanto tentar."
MENSAGEM DE BOA TARDE
Que os leves ventos de outono, sobre essa tarde esmaecida, nos traga toda á vitalidade precisa que o nosso ego necessita e ao cair o por do sol, que toda razão do existir nos desperta o ser poético que há dentro de cada um de nós.
Boa tarde.
Então , então é chegada a despedida...
E qual dentre todas despedidas será?
Talvez seja a morte , mas a morte nem sempre é morrer verdadeiramente, tendo um velório , onde 10% lhe ama, 30% acha que tem obrigação de ir, 30% vão olhar se você está bonito, e 30% vão apenas pra fofocar, e comer bolo...
Não é essa a única forma de morte...
Morte significa passamento, então quando você passa de fase, decide mudar, mudar sua vida , hábitos e costumes, então , ali você morre ...
Então , morremos pra um recomeço, abrindo mão das coisas ...
Devemos morrer todos os dias, pois, todos os dias devemos recomeçar, procurando se livrar de tudo que é ruim...
Não pense que isso é apenas uma besteira...
Mas, tudo, quando deixamos para depois fica mais difícil de se desfazer ...
Devemos morrer pra amores, pois quanto mais eles duram mais nós iremos sofrer ...
Devemos se desfazer de todos os pecados, pois o que nos prejudica deve ser cortado ...
Então , hoje eu morro, e amanhã ,
há amanhã...
encontrarei mais um motivo pra morrer ...
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida
no meio de tanta tristeza.
Passou uma jovem e ficou admirada com a flor.
Logo pensou em Deus.
Cortou a flor e a levou para a igreja.
Mas, após uma semana a flor tinha morrido.
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida
no meio de tanta tristeza.
Passou um homem, viu a flor, pensou em Deus, agradeceu
e a deixou ali; não quis cortá-la para não matá-la.
Mas, dias depois, veio uma tempestade e a flor morreu...
Era uma vez uma flor que nasceu no meio das pedras.
Quem sabe como, conseguiu crescer e ser um sinal de vida
no meio de tanta tristeza.
Passou uma criança e achou que aquela flor era parecida
com ela: bonita, mas sozinha.
Decidiu voltar todos os dias.
Um dia regou, outro dia trouxe terra, outro dia podou,
depois fez um canteiro, colocou adubo...
Um mês depois, lá onde tinha só pedras e uma flor,
havia um jardim ...
Assim se cultiva uma amizade.
“Por um instante a morte soltou-se a si mesma, expandindo-se até às paredes, encheu o quarto todo e alongou-se como um fluido até à sala contígua, aí uma parte de si deteve-se a olhar o caderno que estava aberto sobre uma cadeira, era a suite número seis opus mil e doze em ré maior de Johann Sebastian Bach composta em Cöthen e não precisou de ter aprendido música para saber que ela havia sido escrita, como a nona sinfonia de Beethoven, na tonalidade da alegria, da unidade entre os homens, da amizade e do amor. Então aconteceu algo nunca visto, algo não imaginável, a morte deixou-se cair de joelhos, era toda ela, agora, um corpo refeito, e por isso é que tinha joelhos, e pernas, e pés, e braços, e mãos, e uma cara que entre as mãos escondia, e uns ombros que tremiam não se sabe porquê, chorar não será, não se pode pedir tanto a quem sempre deixa um rasto de lágrimas por onde passa, mas nenhuma delas que seja sua. Assim como estava, nem visível nem invisível, em esqueleto nem mulher, levantou-se do chão como um sopro e entrou no quarto.”
(José Saramago, “As intermitências da morte”)
O tempo anda passando em disparada por sob meu corpo. Pelos sucos gélidos de meu rosto, que morbido vive em um estado de profundo ponto morto, feito aqueles que resolveram 'morrer' para não abrir os olhos.
Num calor feroz que não consigo ver teus dedos, eu escolhi não vê teus dedos, no meio das faíscas imundas na qual eu resolvi viver.
A personificação do eu desabrochou agora, e em p&b, tudo isso mora dentro de minha retina, colocando o drama da vida na morte das cores por detrás de uma cortina negra.
Não sou mais nada. Não sou vida, muito menos progresso. Sou apenas um traço de existência e sanidade. Pouco espero de mim. Pouco esperem de mim, não valho nada.
