Poesias Faceis do Elias Jose
Em cada sem-abrigo há sempre uma história para contar, a bondade é uma das fraquezas dessas criaturas, e muitas vezes, por haver gente sem escrúpulos a tirar proveito da vulnerabilidade desses pobres Seres humanos é que a desgraça lhes toma conta da vida.
Na urbe é conveniente que o cidadão tenha o mesmo comportamento de asseio que costuma ter na sua própria casa, entre citadinos, o civismo é fundamental.
Todo o Ser humano nasce imaculado, mas, são os primeiros anos de vida que fazem a diferença, é nas origens do indivíduo que a personalidade começa a ser moldada.
Das situações mais injustas que podem atingir uma pessoa é a humilhação, a marginalização e o desprezo de criaturas vulneráveis aos mexericos.
Em certos momentos, mais vale ter uma companheira cativante e amorosa do que uma esposa irritante e teimosa.
Mais vale oferecer um "Buquê" de rosas perfumadas à namorada do que presenteá-la com uma jóia valiosa de origem duvidosa.
Pescador no mar, a mulher fica insegura, com o homem do mar em terra, desaparece a angústia e a insegurança, porém, na falta de pescado, há ausência de "Pão na mesa".
Mais vale viver uma história de amor sincero do que insistir numa vida dolosa e fria onde a ausência amor e carinho é notória.
Uma das formas de fazer com que o imbecil anti cívico atire com o lixo para o cesto urbano é colocar no mesmo caixote um autocolante com a inscrição "Chão".
Quem humilha um sem-abrigo está a desprezar um Ser humano e a ignorar o facto de que o mesmo destino poderia ter-lhe acontecido.
O imbecil que de um assunto superado, insistir na difamação, estará a espalhar a calúnia após resolução.
A cada adversidade, um problema para resolver, a cada resolução, uma satisfação, .........Venha mais uma contrariedade, mais uma vicissitude, quanto mais contratempos, mais sagaz tornar me ei.
Costuma dizer-se "Se não consegues derrubar o inimigo, junta-te a ele", curiosamente, os covardes conhecem essa táctica.
Acusar um cidadão de crimes, sem bases fundamentadas, é mau, leva-lo a julgamento por suspeitas e sem indícios nem qualquer facto provado, é obsceno.
Não se deve usar a palavra terrorismo sem ponderar a real situação dos factos, essa palavra não deve ser banalizada, até porque seria uma tremenda falta de respeito à memória das reais vítimas do terrorismo.
O trabalhador empenhado no oficio, procura trabalho, o cidadão que busca estabilidade financeira e tem indiferença à arte, procura emprego.
Filho de pais pobres frequenta escola pública e vai a pé, filho de pais ricos, chega ao colégio privado, de automóvel com motorista.
O advogado é pago para defender o cliente, contudo, culpado ou inocente, disso, os honorários não vão depender.
O soldado da paz salva vidas, para isso, arriscar a dele, é capaz, estando sempre disponível, enfrenta o perigo com grande nível.
Mais vale comer uma boa feijoada em família e em sossego do que uma lagosta em casa alheia onde reina a embrulhada.
