Poesias Faceis do Elias Jose

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⁠O amor físico na qual reina a cumplicidade, não há sombra de dúvidas; É atemporal, ou seja , incondicional.

⁠Mulher! Que tu não ofendas com essa afirmativa. Homem; Veja e reconheça a tua esposa como uma estranha, ou algo que não lhe pertence em todos os dias da tua vida.

⁠A paixão é como a fome. Depois de saciada deixa de existir. O manjar dos Deuses tão cobiçado e apetecido, entra vertiginosamente num marasmo. Aquilo que era necessário e encantava, não importa mais.

⁠A preço em tudo. Ou trocas de alguns valores. Mais tudo a um porquê e o preço desse porquê. Não a ninguém que seja perfeito. Não a uma linguagem autêntica e verdadeira. Por mais que a verdade. Entre a verdade a junto a mentira. Tudo nos leva buscar alguma coisa. Seja qual for. Em tudo a danos. Bons ou ruíns. Então prefiro fugir desses simbolismo de útil entre a sociedade. Sabendo que não passo de um Inútil. Não a um equilíbrio eterno. Desiquilibramos constantemente. Porquê por mais retos que tentamos ser. Nos tornamos tortos imbecis e arrogantes. Querendo obter uma moral que não existe. Tornando verdade as afirmações causando pelo abismo e a desvalorização dos nossos próprios fatos.

⁠⁠Não quero deixar nada pra depois. Quero você hoje. Na verdade tudo de uma só vez. Quero que me ame hoje. Nem que fosse só hoje. Mais mais quero que seja hoje. Mesmo que se acabe antes de amanhecer o amanhã. Quero pra agora. Não quero espera pro o amanhã. Seria penas hoje. Nada mais de ti quero. Nem teu calor teu corpo. De ti não quero nada pro amanhã. Tem que ser tudo hoje. Pra isso basta me amar só hoje. Não no Amanhã. Apenas me ame hoje, porque não vou aguentar até o amanhã sem ter você

⁠Louco é a forma que achei pra te amar. Vivo sozinho quebrando todas as barreiras só pra te conguistar. E incessantemente busco de ti as carícias pra meus desejos de acalmar. Tento de todas as maneiras de te envolver em meu corpo. Te desejar é uma tortura delirante. Só queria que me deixar ouvir o sussuros de sua voz em neus ouvidos. E sentir a ele entre arrepios invadirem todo o meu ser. E assim amar-te eternamente.

⁠As vezes nos fazemos de forte. E dizemos a nós mesmo. Tudo vai passar. Mais a realidade é tão cruel que nos afoga em desespero. Desespero que não se acalma. Desespero que já virou uma ferida em nossa alma. Desespero que nos faz nos afundar nas tristeza sem volta. E nas fantasia da recuperação que impede nosso crescer. Impede de fazermos planos. E tudo passa a ser um impedimento. Até que o sofrer não passa de um entorpecente que nos fragila diante da tão cruel realidade. E assim somos imobilizado e anestesia vivendo apenas pra sofrer. E tudo que temos certeza. Não a nada real do que se pode fazer

Tenha fé e viva sua religiosidade, mas jamais seja conivente ou omisso diante das injustiças e dos danos que a própria religião possa causar à vida das pessoas.

⁠Nas agitações provocadas pela escassez, as massas populares costumam procurar pão, e o meio que empregam costuma ser o de destruir padarias.

José Ortega y Gasset
A Rebelião das Massas. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Excelência nunca foi sinônimo de perfeição, porém sempre representou algo superior, de um nível elevado de performance, com presença, intenção e humanidade disciplinada e continuada.

A verdade é terra sem caminhos, a conspiração é um mapa detalhado de um território que nunca existiu.

A conspiração é a religião dos que perderam a fé nos homens, mas mantêm uma fé cega na maldade organizada.

Sua trajetória não é definida pela dor que você sentiu, mas pela arquitetura interna que você construiu para suportá-la.

A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.⁠

O ódio é um vínculo, e eu escolhi ser livre. Se a sombra da ⁠sua maldade não conseguiu apagar a minha luz, é porque a minha essência é governada pelo que carrego no peito, e não pelo que recebo de suas mãos.

Às vezes, a vida entrega seus maiores segredos para quem tem a capacidade de olhar para onde ninguém está olhando.

O ano que iniciará é como uma grande peça de teatro: se você entrar nele com o mesmo roteiro, a peça será uma reprise.

Há um silêncio sagrado no ato de repartir o pão, um mistério ⁠que só se completa quando duas mãos se tocam sem o ruído do mundo, no entanto quando a lente se atravessa entre o doador e o faminto, a caridade corre o risco de virar teatro.

O corpo agora é apenas a moldura de uma tela , fomos colonizados pelo ruído e hoje assistimos a nossa própria vida como quem olha através de um vidro sujo.⁠

A vida virou um rastro de dados, e o corpo , um endereço onde não mora mais ninguem : fomos despejados de nós mesmos pelo ruído do mundo que acabe na palma da mão.⁠