Poesias de Tristeza Pois Perdi meu Avo
Quieto
Em leito, sinto
Oh quão frio
Lobo só, sem matilha
Não tema
Está só!
Não reclame, diziam eles
Engula o choro!
Em leito, sentia
Já não mais
Mas, nada!
Frio sou
Não!
Tornei-me
Em leito, sentiria
Na pele
Seleção natural
Quantos lobos
Não entendo
Algo errado
Em leito, sinto
Coração, não mais
Odor pérfido
Não eram lobos
Abutres
Liberdade, enfim?
Este é novo
O mais completo
Vem de dentro
Pensamento
Rasga a carne
Em versos
Deixando claro
O dizer da alma.
Num vil pensamento
O olhar é perdido
Descartando explicações
Construindo muralhas
Passos são desnecessários
E os caminhos são incertos
Um menino inocente
No jardim vazio
O sol não brilha
E as estrelas não dão sua luz
O vento sopra devagar
Mechendo suavemente os belos cachos do menino
Dos seus olhos a luz emana
E a chama nunca apaga
O incerto sempre é certo
Não temos domínio do depois
A cada segundo vivemos um milagre
A insegurança bate forte
A pressão imposta
A necessidade do imediato
Tudo satura, desgasta
Só nos resta viver
Ou sobreviver
Um dia de cada vez
Pois é o que temos
Não há momento ideal
O amor não é um mar de rosas
Amizades podem ser passageiras
E nós, passageiros dessa vida
Onde um caminho certo não há
E nada, depende só de nós
Como dizem
O caos sempre aparece
Demorou mas veio
Apareceu me desestabilizando
Não sabia o que fazer
Até que vejo a luz no fim do tunel
Saio em direção a ela
Mas nunca é facil
Meu corpo dói
Meus pés calejados
Já não aguento mais andar
Até que vi você
Algo em mim surgiu
As forças se renovaram
E tive esperanças de ser resgatado
Ao me aproximar do fim
Os olhos doem com a luz
Perdi o costume
Mas se adaptam rapidamente
E percebo que as coisas mudaram
Voce era só uma alucinação
Mas obrigado!
Danço em suas curvas
Devaneio em seu sorriso
Doce são teus lábios
Divirto-me em teus braços
Durmo em teu colo
Dou-me por completo
Duma vez, me afasto
De você, nada quero
Dose amarga de fel
Deu-me para beber
Dope-me mais uma vez
Dissipe minha alma
Desejo insaciável
Deslumbrante
Dói e nada sinto
Divergente
Dignidade já não há
De novo e de novo
Despido
Quem nunca olhou-se no espelho
Não saberá sua aparência
Quem não reconhece se perder
Nunca será achado
O sol nasce,
e com ele, a esperança.
O sol se pôe,
a lua toma seu espaço,
rouba sua luminosidade
e inicia-se a aflição.
Desde sempre.
Estas palavras são de alguém que diz adeus
Alguém que não suportou a pressão do mundo real
Alguém que de tanto chorar, secou-se
Este alguém, desta vez, terá coragem e ousadia
Ao menos desta vez
Este será livre
As vezes, assim penso, vivo
Um monólogo diário
Atravessando as vielas
Sem atalhos
Em frente ao mar
Dedico-lhes meus devaneios
Discorro sobre tudo
Sem, ao menos, um pingo de receio
O mar atento
Se comunica através de suas ondas
Mergulhante, deslizante e ascendente
Cabe a interpretação daqueles que mantém os olhos bem abertos
Sorrisos e Lágrimas
Sorrisos e lágrimas compuseram uma canção
Onde o compasso é a batida do meu coração
Pulsos fortes e fracos misturando amor e dor
O som da solidão chega a ser ensurdecedor
Sorrisos e lágrimas fizeram uma oração
Quem entende as súplicas do coração?
Preces de alegria e tristeza ao meu Amor
A falta de resposta me tornou um pecador
Sorrisos e lágrimas se tornaram um santuário
Amor e dor me fizeram, de Eros, um vigário
De galho em galho, eu visitei outros prelados
Alegria e tristeza profanando os condenados
Sorrisos e lágrimas cavaram uma sepultura
Alegrias e tristezas levaram a minha fortuna
Eu não tenho nem com o que pagar o Caronte
A esperança morrerá ao margear o Aqueronte
Porque eu te amo, escolhi me afastar. Não é falta de amor, é cuidado. Não quero que a minha tristeza toque o que há de mais bonito em ti, não quero que a dor que carrego obscureça o brilho do teu sorriso. Às vezes, amar é proteger, mesmo que isso signifique partir.
Meu amor por ti é tão imenso que prefiro suportar a saudade a permitir que a minha escuridão te alcance. Ficar longe de ti é a escolha mais dolorosa que já fiz, mas também a mais sincera. Porque amar, de verdade, é querer o bem do outro, mesmo quando isso nos fere.
Sei que nunca deixarei de te amar, mas escolho a distância como forma de preservar o que há de mais puro em nós. Não quero ser a tempestade no teu céu. Quero que sejas feliz, mesmo que a felicidade precise existir longe de mim.
Alfétena III - Escamas
Em tristes olhos, baços do sofrer,
que o tempo enroupa de névoa...
Chorais memórias, tênues, dolentes,
tal poente silente rendido ao anoitecer.
“ ...E quando as coisas não sairem como você planejou, acalme-se. Aperte o Botão do ESQUECIMENTO. Esqueça tristezas, amarguras, invejas, rancor, traição, decepções e seje feliz sem se importar com o mundo em volta, que não sabem ter sua vida colorida e acha que deve pintar de negro a dos outros.”
—By Coelhinha
“Existe uma grande possibilidade que me impulsiona a agir de forma que o mundo possa que não me entenda o porquê de estar feliz quando deveria estar triste.”
—By Coelhinha
"Livrai-me da falta de um sorriso. Mais livrai-me mais ainda da INVEJA por ter que descartar toda alegria, camuflando uma tristeza pra que a inveja não afete minha felicidade."
—By Coelhinha
"Aprende que..
Para conhecer o SOL é necessário antes conhecer a LUA, ou vice-versa.
Às vezes uma VERDADEIRA TRISTEZA é melhor do que uma ALEGRIA MENTIROSA.
É bom chorar para descarregar a dor e aliviar a alma. Pior é Guardar a dor que sente.
Na Realidade outra coisa que aprende...
... SE TE DIZEM QUE VOCÊ NÃO PODE, É PORQUE ELAS NÃO CONSEGUIRAM.
SE TE DIZEM... ACORDA PARA DE SONHAR VIVE PARA À REALIDADE. É PORQUE ELAS NÃO REALIZARAM NENHUM SONHO NA SUA VIDA.
SONHOS FRUSTADOS MATA AQUELES QUE NASCERAM PRA Sonhar. Assim que realize seus sonhos, vive os teus sonhos. Nunca queira viver a dos OUTROS. Este é um dos passos para não se frustrar e estar angustiado por um sonho não realizado. Viva o que Deus tem pra ti. Limita-se em obedecer o resto já é com Papai Abba."
—By Coelhinha
No fone aquele som que eu escrevi quando chorei por você.
Mas se toda vez que eu chorasse escrevesse um som já teria mais de mil CDs
Vidas querendo partir
Outras vidas buscando a chance pra ficar
A ponte e a vida por um tris
No hospital o aparelho que vai desligar
A mina vive a se cortar
Pra aliviar essa dor que na alma está
Pra alguns é mais fácil apontar
Pois entender leva tempo, é mais fácil julgar
Junta a dor e vai lá na esperança de hoje essa dor acabar
Olha pra baixo e pensa: eu sou um nada ninguém vai ligar se eu pular
Mano não pensa assim
Eu me importo, pois um dia eu estava ai
Queria pular também
Mas uma voz me disse: fica e ajuda alguém
E olha eu aqui de novo
Mais uma vez eu tento curar sua dor
Escondo a minha para acalmar depois
Não liga pra esse povo
Eu sei o quanto cê sofreu
Seu sofrimento é o mesmo que o meu
Ei, joga a lamina
Larga essa corda
E olha pra cá se quiser pode segurar minha mão
E essas lágrimas
Vão aliviar
Um pouco dessa dor que você tem no coração
Eu desejo tanto quanto você que essa dor vá embora
E a paz distante chegue mais perto
Eu sofro com você e mesmo sendo difícil de entender
Tudo isso de fazer parte de um plano maior que a gente
Paz é o que necessitamos
E espero pela minha, pela sua, pela nossa paz
Vivemos em um mundo de egoísmo, onde egoístas se preocupam apenas com sí próprio e não param para ouvir a dor de outros
E é assim que nos afundamos
Pare para ouvir seu filho, seu marido, sua esposa, seu amigo
O fim deles, causado por eles pode estar mais próximo do que pensa
Flores sobre o caixão não vai aliviar sua dor, sua culpa
Faça hoje pra não chorar amanhã
Não julgue ajude! Paz!
A vida nos ensina, de maneiras silenciosas e profundas, o valor do agora. Quando estamos diante da fragilidade da existência, tudo que parecia urgente se dissolve, e o peso da iminente despedida começa a pesar sobre o coração.
A dor que nos acompanha no silêncio das noites, quando os dias já não parecem ter o mesmo brilho, nos revela que não controlamos o tempo, mas apenas o vivemos. E, quanto mais aprendemos a aceitar a fugacidade de tudo, mais sentimos o vazio que a ausência deixa.
As grandes palavras perdem sua força, e é nos pequenos gestos que o amor se revela – um abraço apertado, um olhar que já diz tudo, um toque que se torna a nossa única segurança. Porque, no fim, é isso que permanece: a saudade que nasce antes mesmo da partida, o medo de esquecer o som da voz, o calor da presença.
A finitude nos ensina a durabilidade das lembranças, aquelas que ficam impregnadas na alma, mesmo quando os corpos já não estão mais aqui. E, no entanto, mesmo quando já sabemos o que virá, o coração se recusa a se despedir.
Amar é eterno, mas o que amamos vai embora. E a dor não está no fim, mas no intervalo silencioso que fica entre as partidas e as memórias.
