Poesias de Tristeza

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⁠"Quando ficar triste, faça uma oração, pois Deus sabe das coisas."


-Olívia Profeta-

"" Onde anda meu anjo
Parece que me abandonou
Quisera eu saber
Se foi por tristeza
Ou se foi por amor
Que de anjos pouco sei
Mas seja lá quem for
Volte logo
Por favor...""

⁠Triste época essa nossa de amores líquidos, e sentimentos descartáveis.
Pessoas frágeis e inseguras, temerosas em estreitar laços, ama-se e desama-se na velocidade da luz.
A tal modernidade trouxe tantas opções basta escolher, as redes sociais são inúmeras, Facebook, Whatsapp, Instagram, Tinder, etc.
Uns se aproximam por carência, outros por solidão, e tem aqueles que vêem amor onde não tem.
Afinal hoje tudo é fácil, é só não se apegar, se não estiver bom, descarta, bloqueia, deleta, simples assim.
Mas o principal, que deve ser sempre lembrado, é que do outro lado da tela, existe um ser humano, que tem um coração, sentimentos, então pense mil vezes antes de machucar alguém, não faça com o outro, o que não deseja pra si mesmo.
Pra você o Amor pode ser líquido, mas pro outro, o sentimento pode ser real e Sólido.
Fica a dica: Antes de magoar um coração, cuidado, você pode estar dentro dele.

POESIA E TRISTEZA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Minha poesia não floresce nos jardins.
Minha poesia corta.
Não possui a delicadeza das rosas nem a mansidão dos campos adormecidos sob o crepúsculo.
Ela nasce onde a terra rachou.
Onde os ventos deixaram de cantar e passaram a lamentar.
É lágrima de sangue escorrendo pelas faces da memória.
É riacho seco em pleno deserto, conservando no leito estéril a lembrança longínqua das águas que um dia o atravessaram.
Escrevo com os fragmentos daquilo que não sobreviveu.
Com os escombros dos afetos sepultados.
Com as cinzas dos horizontes que incendiaram-se antes da chegada da aurora.
Minha poesia não pede abrigo.
Ela caminha descalça sobre os espinhos da existência.
Habita cemitérios interiores.
Conversa com fantasmas que a razão preferiria esquecer.
E contempla, sem desviar os olhos, as feridas que a maioria dos homens cobre com os véus da distração.
Há nela algo das árvores mortas que permanecem de pé durante décadas, desafiando os ventos e a decomposição.
Algo das catedrais abandonadas onde o silêncio adquiriu a solenidade de uma oração.
Algo dos abismos que não desejam ser preenchidos.
Porque certos vazios possuem uma dignidade própria.
Minha poesia não busca consolar.
Busca revelar.
Revelar que existem dores tão profundas que se transformam em paisagens.
Ausências tão vastas que se convertem em continentes.
E tristezas tão antigas que parecem ter sido esculpidas na própria arquitetura da alma.
Por isso escrevo.
Não para fugir da noite.
Mas para escutá-la.
Não para apagar as cicatrizes.
Mas para compreender a língua secreta que elas aprenderam a falar.
Minha poesia é uma fonte sem água, um céu sem alvorada e um coração que continua pulsando mesmo depois de ter sido atravessado pelo inverno.

MINHA HORA TRISTE CREPUSCULAR.
Amo a hora morta em que o sino distante
Soluça pelas névoas do ermo escurecido.
Quando o céu, moribundo e vacilante,
Derrama sobre o vale um clarão amortecido.
Amo o cipreste imóvel junto às campas frias,
Os lagos sepulcrais dormindo sem rumor,
As folhas a cair nas longas ventanias,
Como páginas findas de um extinto amor.
Minha alma é semelhante às ruínas esquecidas
Que a hera funerária abraça em solidão.
Carrego nos meus olhos madrugadas perdidas
E um inverno perpétuo sepultado no coração.
Escuto pelas noites a voz dos cemitérios,
O murmurar dos mortos sob a terra sem luz.
Vejo espectros vagando entre os salmos sidérios
E luas consumidas sobre lúgubre cruz.
Oh. quantas ilusões desceram ao abismo.
Quantas flores morreram antes da estação.
Tudo no mundo exala um secreto cataclismo,
Tudo arrasta consigo um fragmento de extinção.
A brisa dos jardins parece um desalento.
O sol do ocaso lembra um sangue sobre o mar.
E até o riso humano possui no pensamento
A sombra melancólica de quem vai naufragar.
Quero dormir um dia entre mármores antigos,
Sob a relva ondulante dos claustros sepulcrais.
Dormir ouvindo ao longe os cânticos mendigos
Do vento soluçando entre torres medievais.
Porque minh’alma é triste como as torres vazias,
Como os sinos que choram na tarde outonal.
Porque trago no peito as pálidas agonias
Dos poetas malditos de um mundo espectral.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
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" Eis que vem a tristeza deitando-se em minha mesa, que este coração se apresente e se cale...
Mais me vela o doce do veneno que o amargor de uma mente que em mim nada vale! "
Marcelo Caetano Monteiro.

Fui questionado. Por que não faz poesia romantica, de amor?


Eu não escolho escrever tristeza! Eu registro a vida como ela chega, as dores, os conflitos, as tensões internas, a frustração com o mundo e com as pessoas.


Meu estilo é mais cronista emocional do que romântico. Talvez seja isso. Observo, sinto, processo, e transformo isso em palavras.


o amor costuma ser silencioso, íntimo, discreto. O amor deveria ser obrigatório, nativo...
Enquanto a dor, o conflito e a luta interior são barulhentos, urgentes, empurram pra fora.


Eu escrevo sobre o que aperta, o que incomoda, o que pesa, porque é isso que pede expressão.


Mas vou tentar...

⁠Na tristeza, Deus ajude minha mente;
Na alegria, Deus perpetue meu gozo;
Há apenas um capaz de me compreender inteiramente.

Triste fim


Quando o substantivo se limita as suas próprias verdades infundadas e suas lamentações intermináveis,


então, os verbos, os pronomes e os adjetivos se tornam incapazes de oferecer ajuda.


Triste é o fim para a primeira e a segunda pessoa.

Chega!!!


Não quero tristezas no meu dia, não quero que as dores me afoguem, se afastem de mim incertezas impuras e desleais,


O excesso do medo não ira me corromper hoje, nada me fará tropeçar,


Só eu sei o quanto custa correr e o quanto custa não desistir,


As decisões já foram tomadas, os perdões foram deixados de lado e o combustível para o fracasso já foi esvaziado,


Agora eu quero olhar pra frente e ver os resultados.

Em cima das revelações, lamentos,
No palco das músicas tristes, sofrimento,
A liberdade foi transformada em ilusão, humilhação,
A máscara da alma caiu, reflexo.

Só cansado...




Já fui louco, até descobrir que foi um engano,


Já estive triste, até entender que era somente uma passagem,


Já fiquei preso, até entender que as chaves estavam nas minhas mãos,


Já corri muito olhando para o espelho sem entender que era o sentido contrário o verdadeiro caminho, então parei e entendi que eu estava simplesmente cansado.

Sem Cristo,


os caminhos são tortos,
as ruas parecem sombrias,
as manhãs carregam tristeza,
e os dias se tornam difíceis.


Com Cristo,


há paz nos dias,
segurança no caminho,
plenitude na vida,
luz nas manhãs,
alegria nas ruas
e felicidade no coração.

⁠Nesse 2 de novembro.
A saudade aumenta
A memória aflora
A tristeza não aguenta

Pelo Pai que já partiu
A saudade vai a mil
No coração que já sentiu;
A perda varonil

A certeza que me anima
É o reencontro no céu
Onde Jesus está acima
Com o arcanjo Miguel

Terminando a poesia
Confesso ser a melancolia,
A culpada de tal ato constrangedor
Querendo rimar sentindo dor.

"Se tristeza pagasse dívidas, o mundo inteiro seria melancólico!"






Otávio Abadio Bernardes




Goiânia, 22 de agosto de 2025.

"Uma boa música é um "recurso" para a tristeza do ser humano!"






Otávio ABernardes






Goiânia, 6 de abril de 2026.

A tristeza


Tristeza é um sentimento horrível,
Uma emoção natural que sinaliza,
Vontade de se alegrar parece impossível,
Mas o tempo aos poucos tudo cicatriza.


Processar as perdas e frustrações
Gera diminuição de energia
Deve-se focar em hábitos e ações
Para aumentar o nível de alegria.


É um processo de emoção natural
Desencadeada por uma perda maior
Com impactos biológicos anormais
Afetando até a imunidade sem dó.


Todavia, a tristeza é falsa energia,
É preciso mudar a perspectiva então,
Tirar o peso e buscar mais alegria,
Desnudar-se de toda melancolia, ou não.


A alegria chega e acaba a tristeza,
Dissipa as energias da melancolia.
Aumenta a formosura e a beleza,
Finalizando com toda essa agonia.


Raimundo Nonato Ferreira
Julho/2026

Veja o mundo
com olhos que ainda sabem sonhar.
Nem tudo é dor,
mesmo que às vezes a tristeza fale mais alto.
Há beleza escondida
no nascer do sol,
na chuva tocando a janela,
no abraço que chega sem aviso.
O mundo também é feito
de recomeços.
De pessoas tentando sobreviver
às próprias batalhas em silêncio
Helaine machado

Quando você se transforma, tudo ganha outra cor,
A tristeza vai embora, chega um novo amor.
Cada passo revela um novo amanhecer,
Porque mudar é também renascer.
Helaine machado

[19/3 13:11] Alinny de Mello: Eu fico triste por ele
[19/3 13:11] Alinny de Mello: Ele precisa se encontrar dentro de si mesmo
[19/3 13:11] Alinny de Mello: Espero que algum dia, ele reflita e seja novamente aquele menino que um dia eu conheci aqui
[19/3 13:12] Alinny de Mello: Não culpo ele, a infância molda todos de uma forma diferente.
[19/3 13:12] Alinny de Mello: Os traumas, a violência, os genes dos genitores...
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Tudo isso faz um trabalho louco em quem está crescendo
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Nós surgimos de conflitos muito dolorosos
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Os meus ovários policisticos, o médico disse que tenho devido a minha infância difícil
[19/3 13:13] Alinny de Mello: Disse que toda mulher que passou por grandes traumas na infância
[19/3 13:13] Alinny de Mello: E adolescência
[19/3 13:14] Alinny de Mello: Tem ovário policistico