Poesias de Robert Louis Stevenson
As provas experimentais da ação divina no mundo são tão abundantes, que qualquer um que se meta a discutir a existência de Deus sem tê-las estudado deve ser considerado um charlatão incurável.
“O receptor não precisa acreditar no método Reiki, mas precisa pedir. No caso de qualquer expressão clara de recusa, mesmo sob a forma de um gesto de reprovação inequívoco, não aplique a energia Reiki, seria um tempo perdido.”
“Ao pedir Reiki, a pessoa se abre interiormente e declara sua intenção de se libertar da causa de sua disfunção. Cabe a cada um querer melhorar.”
“Se uma pessoa se opuser ao tratamento de Reiki, não o levar a sério ou não gostar pessoalmente do Reikiano, será inteiramente inútil insistir para obter qualquer resultado. Temos o livre-arbítrio que nos faculta a capacidade de rejeitar a energia projetada.”
Sua luta contra as armas de fogo é a mesma contra o inferno! Não é obrigatório, compra quem quiser. Agora, querer ganhar uma do governo populista na cesta-básica é uma prova que lhe falta cidadania.
"Nem toda presença depende da capacidade de um toque, ate porque existe muita ausência em alguns abraços"
“Na prática do método Reiki, fale pouco, seu comportamento revelará melhor quem você é do que suas palavras.”
“Na prática do método Reiki, deixe claro que você não é um curador, mas sim, um facilitador. Você conduz os trabalhos e simplesmente canaliza a energia terapêutica de amor do Reiki, que vem de Deus.”
"O acúmulo dos anos o convenceu de que, depois de muito andar, há sempre uma graça reservada aos retornos. Não pensou muito. Seguiu o movimento do desejo. A primeira foi encontrada. Uma estrada interior. Só é possível retornar ao lugar de partida depois de tê-lo reencontrado nos albergues de si mesmo. A saudade é o bilhete que antecede a estrada. Depois que o desejo de retorno está aceso, o destino de voltar requer iniciativa menor. Um transporte que nos faça sair, e já estamos nos preparativos da chegada. E assim se deu com ele."
As vezes penso que as respostas virão. As vezes, não. Olha ao longe e o que vejo é o espelho do tempo, convicções implorando por adoção. O mundo mais raso me desagrada. E preciso buscar os recantos onde ainda existe profundidade que favoreça o mergulho. Eu não me adapto às estruturas da superfície. Seria o mesmo que ser mortal além da conta. Mas sou mortal. Não quero ser, mas sou.
Existem acontecimentos que não combinam com as palavras. Foram feitos para o silêncio, porque não podem ser tocados na sua inteireza. Qualquer descrição seria uma forma de empobrecimento.
"Até que a morte nos separe." Antigamente era mais fácil dizer isso. Havia mais disposição para ver o tempo passar, menos pressa, porque as distâncias eram maiores. Quanto menor a distância, maior é a pressa e a ansiedade de chegar.
A experiência normativa do processo: depois da tristeza, a alegria. Não a manifestação eufórica, irreal, mas a serena alegria, aquela que, antes de ser externada, nós construímos no silêncio do coração.
Organizar o luto talvez seja isso: recolher o que da vida restou. E como é belo recolher o amor e suas respectivas saudades. É uma forma de afirmar que a vida não foi em vão. Não foi uma experiência que passou pelos vãos dos dedos, mas registrou-se nas cordas do coração.
O sofrimento consegue unir as criaturas que lhe experimentam o impositivo, irmando-as. Dá-lhes uma visão de profundidade em todo da vida e reveste-as de resignação digna, tranquilidade que se converte em vitória pessoal sobre as vicissitudes.
Que neste Natal você se lembre dos que te amam, dos amigos que mesmo na distância não te esquecem e da família que é a base de sua vida... Deus abençoe seus dias!
Os que buscam libertar-se de seus respectivos cabrestos, no mais, apenas desejam trocar de confinamento.
Dentre tantas inquietudes, o que não convém é alimentar o que de fato não existe. Melhor deixar dar o último suspiro àquilo que não tem mais como viver de forma digna.
Escolha deixar para trás o medo de sair da sua zona de conforto, de mudar de vida, de tirar os sapatos que calejam, da roupa que não cabe, da casa desabitada ou de mudar de cenário. Em suma, saia de situações em que você não cabe no contexto.
Nesta vida, aprendemos com as moiras a festejar as intempestivas glórias, a desapegar-se, a desfrutar dos “golpes de sorte”, a sermos ativos na passividade e passivos no que pretensamente pensamos que temos o controle: aprendemos a morrer, a renascer, em suma, aprendemos a viver.
