Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Tem dias em que a sua cabeça e o seu corpo estão cansados. Levante a cabeça, respire fundo e continue. Deus está no controle!
*BOM DIA*
Esse sorriso que anseia pela vida,
que se aglomera entre objetos, sonhos e planos…
Como poderia se conter
tanta energia que pede para transbordar
através do seu rosto?
Não tente se espreitar,
nem se resumir a rascunhos —
como uma molécula solitária,
sem perceber o próprio potencial.
Você é transformação.
É a prova de que a energia, quando bem direcionada,
se torna força, movimento
e um átomo inteiro de felicidade.
Apego Ato 1
Luz sobre ele. Silêncio. Ele respira fundo.)
Que fiz eu…
Que fiz eu, senão tomar mãos humanas
e moldá-las em divindade?
Era carne como eu.
Era falha como eu.
E ainda assim, eu a vesti de eternidade.
Com minhas próprias mãos ergui o trono.
Poli a madeira com expectativas,
revesti-o com promessas que nunca foram ditas,
e a coloquei lá no alto… acima de mim.
(ri, amargo)
E então ousei perguntar por que não me via.
Mas como poderia?
Do alto do altar que construí,
tornei-me chão.
Tornei-me base.
Tornei-me invisível.
Ó coração tolo,
confundiste amor com reverência,
entrega com submissão,
admiração com ausência de si.
Não foi ela quem subiu
fui eu quem me ajoelhei.
(pausa)
Amor…
amor não pede joelhos.
Não exige plateia.
Não se alimenta de distância.
Amor é encontro.
É altura contra altura.
É dois olhares no mesmo nível do céu.
E se hoje sofro…
não é por não ser visto.
É por finalmente enxergar
que fui eu quem construiu a própria sombra.
(Luz se apaga.)
Apego Ato 2
(Palco quase escuro. Um único facho de luz. Ele caminha lentamente.)
Assim termina o engano do meu próprio coração.
Eu, arquiteto da ilusão,
escultor de um trono que jamais me pertenceu.
Com mãos trêmulas de afeto ergui muralhas de admiração,
e no topo delas coloquei um ser humano…
feito da mesma fragilidade que eu.
Mas ceguei-me.
Preferi chamá-la de estrela,
para justificar minha disposição em viver na sombra.
Oh, que doce veneno é idealizar.
Enobrece o outro
e empobrece a si mesmo.
Fiz dela soberana de um reino que inventei.
Curvei-me diante de um amor que não pediu joelhos.
E quando clamei por reciprocidade,
o eco foi minha única resposta.
(pausa longa)
Mas eis a tragédia maior
não foi rejeição.
Não foi desprezo.
Foi consciência.
Consciência de que nenhum trono se sustenta sozinho.
Que todo pedestal exige um chão.
E eu… eu escolhi ser chão.
(olha para as próprias mãos)
Estas mãos que ergueram,
agora aprendem a desfazer.
Pois se amor houver de existir,
que venha sem coroas.
Sem alturas inventadas.
Sem abismos criados pelo excesso de devoção.
Que venha como encontro.
De pé.
Olho no olho.
Respiração contra respiração.
E se não puder ser assim…
(entonação firme)
Que caia o trono.
Que se despedacem os altares.
Que reste apenas a verdade
dois seres humanos
ou nenhum.
(A luz se apaga lentamente. Silêncio.)
Apego Ato 3
(O palco ainda guarda vestígios do trono quebrado. A luz nasce lenta, como amanhecer.)
Sobre as ruínas, permaneço.
Não mais de joelhos.
Não mais cego pela própria devoção.
Aprendi tarde, mas aprendi
que amor não é escalar alguém até os céus,
é caminhar ao lado, mesmo quando o chão treme.
Toquei o fundo da minha própria ilusão
e descobri algo inesperado:
eu também sou digno de altura.
(olha ao redor)
Que tolos fomos, eu e meu coração,
confundindo intensidade com entrega cega.
Amar não é desaparecer.
Não é reduzir-se à sombra do brilho alheio.
Amar…
é permanecer inteiro.
Se outra vez meu peito arder,
que arda lúcido.
Que admire sem se diminuir.
Que exalte sem se apagar.
Não construirei mais tronos.
Não erguerei altares.
Se houver amor,
que seja entre dois reis sem coroa,
duas almas sem palco,
dois humanos imperfeitos
que escolhem ficar.
(pausa)
E se um dia eu voltar a sofrer
que seja por ter sido verdadeiro,
não por ter sido menor.
(ergue o olhar)
Hoje não carrego mais o peso de sustentar ninguém.
Carrego apenas a responsabilidade de ser inteiro.
E isso…
isso é liberdade.
(A luz se expande. Fim.)
O Dia Internacional da Mulher não é sobre aplausos.
É sobre consciência.
Não é sobre presentes.
É sobre postura.
Não é sobre discurso.
É sobre prática.
Que o respeito deixe de ser exceção.
Que a igualdade deixe de ser promessa.
Que a segurança deixe de ser sorte.
E que nenhuma mulher precise ser forte
apenas para sobreviver.
Porque respeito não é homenagem.
É dever.
E igualdade não é gentileza.
É justiça.
E justiça…
não se pede.
Se faz.
Muitos jovens andam de empresa em empresa à procura de emprego e acabam desesperados.
Talvez alguns de nós não tenham sido feitos apenas para procurar trabalho, mas para criar oportunidades. Comece com o pouco que tem
Até vendendo algo simples por cinco meticais. Porque grandes conquistas muitas vezes começam com pequenos passos.
Tenho observado mais do que falado.
Palavras são baratas; atitudes, essas sim, revelam o caráter escondido entre frases bonitas.
Percebo que muitos afirmam verdades que não vivem e defendem valores que abandonam na primeira conveniência.
Diante disso, o silêncio tem se tornado uma escolha, não uma ausência.
Quem observa aprende mais do que quem apenas reage.
No barulho das opiniões, a coerência é rara.
Por isso tenho preferido escutar, analisar e guardar conclusões comigo.
Nem todo pensamento precisa virar debate; alguns precisam apenas virar consciência.
Às vezes, o silêncio é a forma mais honesta de lucidez.
Se plantamos o mal, colhemos o mal
Se plantamos o bem, colhemos o bem
Nessa vida tudo volta, isso é natural
A escolha é sua, só depende de quem
Você tem dois caminhos pra trilhar
Entre o bem e o mal pra decidir
Mas só um vai te levantar
E o outro pode te destruir
Jesus é o caminho, a verdade e a luz
O resto é estrada que só leva à dor
Quem anda com Ele encontra a paz que conduz
E vive uma vida cheia de amor
Viva pro amor, viva pra família
Viva com alegria no coração
Faça o bem todo dia
E espalhe luz por onde for, irmão
A vida é um barco no mar a navegar
Se afundar o barco de alguém
Cedo ou tarde vai se afundar
O seu barco também
Nessa vida colhemos o que plantamos
É lei que ninguém pode mudar
Se o bem no caminho semeamos
O bem também vamos colher lá
Jesus é o caminho, a verdade e a luz
O resto é estrada que só leva à dor
Quem anda com Ele encontra a paz que conduz
E vive uma vida cheia de amor
Viva pro amor, viva pra família
Viva com alegria no coração
Faça o bem todo dia
E espalhe luz por onde for, irmão
(Verso 1)
Longe de casa, com saudade de você
Mesmo dormindo ainda penso em te ver
Teu beijo ficou, não sai do meu desejo
Ainda sinto o gosto doce do teu beijo
(Verso 2)
Eu nem te tatuei, mas marcou em mim
Fez morada no peito, não tem mais fim
Um lugarzinho no meu coração você ganhou
E desde esse dia meu mundo mudou
(Refrão)
Eu vou te ligar só pra te dizer
Prepara o jantar que eu tô indo te ver
Veste aquele baby doll pra me enlouquecer
Que hoje a gente vai se amar até o amanhecer
(Ponte)
Cada quilômetro só faz aumentar
Essa vontade louca de te encontrar
E quando eu chegar, não vai ter pra ninguém
Só eu e você se amando também
(Final)
Longe de casa, mas perto de você
Porque no meu peito é onde você quer viver
(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
O homem vive sob um pacto silencioso: suportar tudo e não reclamar de nada. Desde cedo, aprende que sua dor não importa, que fraqueza é vergonha e que pedir ajuda é quase um crime. Cobram dele força, estabilidade, solução — mas ignoram completamente o que ele sente.
Quando cai, é julgado. Quando falha, é descartado. Quando sofre, é mandado engolir seco. Seu valor não está em quem ele é, mas no que consegue entregar.
No fim, o homem não é visto como humano, mas como ferramenta. E quando quebra, simplesmente substituem.
Antes eu era magia,
hoje, sou silêncio.
Antes eu era riso fácil,
hoje, eco por dentro.
Antes eu era chama acesa,
hoje, cinza ao vento.
Antes eu era presença,
inteiro em cada momento,
hoje sou ausência que pesa
no vazio do pensamento.
Antes eu era caminho,
passo firme, sem medo,
hoje me perco em mim mesmo,
guardando tudo em segredo.
Antes eu era mundo,
imenso, vivo, intenso…
hoje, sou só silêncio.
Um ambiente de paz reflecte o
bem-estar, a harmonia, o amor,
a felicidade e alegria, uma
convivencia compreensiva, e um
alto e elevado espirito de auto-
estima.
Somos livres para tomar nossas próprias decisões, mas nós somos prisioneiros de suas conseqüências eternas.
We are free to make our own decisions, but we are prisoners of their eternal consequences.
-As pessoas têm uma programação mental e lutam por ela.
-Quando estão erradas diante de Deus, é uma catástrofe.
-Isto existe, demais.
"Nenhuma cisterna é imensa o bastante para ser infinita,
enquanto houver cordas o limite nos espera."
"Deixar as pequenas pepitas de ouro cair enquanto, buscamos
um tesouro maior, é ignorar as pequenas coisas da vida, sem perceber que, elas te levarão a ser um milionário."
"Enquanto buscamos ser feliz ao longe, a felicidade que há
dentro de nós vai tornando-se em grande tristeza."
As vezes as pessoas que amamos nos magoam,
mas mesmo assim devemos continuar nossa jornada
com o nosso coração magoado..
