Poesias de Luis de Camoes Liberdade

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“Nem todo homem que carrega uma arma quer atirar; alguns só querem sobreviver.”
— Guilherme Abner, A Arma no Bolso

“O verdadeiro gatilho não faz barulho, ele acontece por dentro.”
— Guilherme Abner, A Arma no Bolso

“A linha entre o controle e o caos é fina… e cabe dentro de um bolso.”
— Guilherme Abner, A Arma no Bolso

“A verdade não liberta quem não está disposto a perder conforto.”
— Guilherme Abner | Amazon

“A obediência é mais eficiente quando vem disfarçada de virtude.”
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“Quando você percebe o jogo, já não consegue fingir que não viu.”
— Guilherme Abner | Amazon

“A mente aceita qualquer coisa desde que seja repetida o suficiente.”
— Guilherme Abner | Amazon

“O problema não é o sistema existir, é você esquecer que pode sair.”
— Guilherme Abner | Amazon

“Tristeza profunda quase sempre vem acompanhada de silêncio social.”
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“A solidão não é ausência de pessoas, é ausência de espelho.”
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“Tristeza e solidão se encontram quando você para de se explicar.”
— Guilherme Abner | Amazon

“Existe tristeza que nasce não da perda, mas do afastamento contínuo.”
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“A solidão é o preço que muitos pagam por não se fingirem mais.”
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“Dinheiro segue clareza; confusão só atrai esforço desperdiçado.”
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“Dinheiro respeita quem consegue repetir o certo mesmo sem motivação.”
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“O conforto de casa começa quando o mundo para de exigir performance.”
— Guilherme Abner | Amazon

“O verdadeiro descanso acontece onde ninguém espera nada de você.”
— Guilherme Abner | Amazon

Asas do Mesmo Pássaro


Esquerda e direita: asas do mesmo pássaro voraz, que voa alto sobre o rebanho adormecido. Elas batem em uníssono, fingindo oposição, enquanto o bico ceifa as liberdades que prometem defender. Os acéfalos, massa de manobra cega, agitam bandeiras opostas como se batalhassem por destinos distintos, mas servem ao mesmo voo predatório, manipulados por narrativas que os mantêm no chão, pisoteando uns aos outros em nome de ídolos vazios. Enquanto isso, desperta quem vê a gaiola: o multilateralismo, essa teia de tratados e cúpulas que escraviza nações soberanas a elites invisíveis. Esses visionários, que ousam questionar o consenso globalizado, são tachados de antidemocráticos, marginais, conspiracionistas. Silenciados por algoritmos, censurados em púlpitos digitais, exilados do debate público. O pássaro, incomodado, bica
os que ameaçam revelar suas penas sujas de ouro e poder. Mas o voo cessa quando as asas se rebelam contra o corpo e o rebanho, enfim, ergue os olhos para o céu.

Se eu ser, Deus me fez.
Se eu chegar, Deus me trouxe.
Se eu alcançar, Deus me deu condições.
E eu o louvarei pois, antes e depois de mim, o Altíssimo sempre será Deus.

Saudade é:

O encontro sempre adiado
O gelo que não derrete
Um grito de dor inaudível
Uma partida sem chegada
Tristeza e alegria numa só lembrança
O coração batendo no passado...