Poesias de Dor
A morte de um ente amado é uma dor inigualável, que fere a alma e deixa sempre uma cicatriz. Mas um dia o sofrimento agudo há de transformar-se aos poucos em uma saudade doída, que está quase sempre a latejar, até se tornar saudade que já não martela os sentimentos todo o dia.
É tão lindo ver alguém se tornar um anjo para nós. O problema é a dor de ver ela virar seu demônio pessoal...
Não a dor pior do que um amor não correspondido, pois, ofusca-se por completo o intenso jeito de mar e perde-se o brilho de amar novamente
E na minha garganta, um nó. No meu coração, uma dor. A dor de saber que eu fiz tudo errado, tudo errado para esse amor acabar. Desculpe-me, mas eu nunca soube ama não do jeito que você merece. Talvez eu tenha que começar tudo de novo, mas eu sei que nunca mais vou te ter, eu te perdi e não a nada que eu possa fazer para esse amor voltar. E o pior é que quando eu tinha você, deixei escapar por que nunca pensei que esse sentimento iria existir, e agora quanto menos pessoas souberem disso, melhor. Eu não sofro tanto, sabendo que você ama outra, ou pelo menos acha que ama. Eu não sei o que acontece, mas eu tenho certeza que nunca daria minha vida por você, como eu daria para outras pessoas, talvez pelo motivo de eu saber que você sabe se cuidar sozinho (?) mas e eu também não gostaria de ouvir um ‘eu te amo’ vindo de você. Mais motivos para eu achar que isso não é amor. E quando você está perto, eu quero sair, pois eu não quero ficar perto de você, você me faz mal. E tudo o que é bom pra mim acontece sem querer, eu posso querer nada, acontece tudo errado. Isso é motivo para risos. Mas uma coisa que eu quero levar para sempre é meu jeito de escrever qualquer palavra, sem querer, tudo na minha vida acontece sem querer, nada eu planejo, assim, totalmente. Tudo vem como uma surpresa. Por isso talvez que eu amo surpresas. Eu não vou aguentar ficar longe de você, apesar de que você me faz mal quando está perto. Eu sei que eu não posso te proibir de fazer o que você quer, mas eu não vou ficar bem sem você. E o que eu preciso é sorrir, e fingir que nada está acontecendo para tentar ser feliz, vendo o que eu jamais poderei mudar.
Sim. Já desisti de lutar por pessoas que simplesmente não me dão valor. É dor de cotovelo? É indireta? Não. É apenas amor próprio.
A reflexão profunda surge em um momento de crise, angústia e dor. A pior das dores é aquele que os olhos não vêem, mas dilacera a alma e mata todas as expectativas e sonhos.
A dor é real quando você faz com que outras pessoas acreditem nela. Se mais ninguém acreditar, sua dor é vista como loucura ou histeria.
E a vida continua, e o tempo não para, e toda dor passa, e a sua fé cresce, e o mal não prevalece, e cada dia é um dádiva, e o céu, a cada manhã, é mais bonito. Então libere suas asas, encha o coração de sonhos e alcance o infinito.
Quanto desejo a santidade! Quanto quero mais de Deus em minha alma! Oh! Esta dor agradável! Ela faz com que minha alma anseie ainda mais por Deus!
O amor de mãe é o que mais se aproxima do amor de Deus, consequentemente, a dor de mãe é a dor que mais se aproxima da dor do filho. Penso que Maria sentiu a pior dor que se possa ter: a dor onde você sofre por não poder sofrer no lugar de alguém que amamos muito.
Lá pode ter um novo amor pra eu viver, quem sabe uma nova dor pra eu sentir, a droga certa pra fazer te esquecer, e apagar a tua marca de mim. Tudo pode estar lá, e eu aqui.
Se a dor da perda de um ente querido te visitar não sofra tanto, pois chegará o dia que irá reencontrá-lo com o mesmo amor e saudade!
Saudade é uma dor que dói sem se ver, mas que machuca, como uma ferida aberta que só se fecha quando aquele de quem se tem saudade aparece e a mata com um belo sorriso e um caloroso abraço.
Tudo passa. Tenha calma. No lugar da ferida se refaz a carne, no lugar da dor se refaz o amor, no lugar da perda se refaz a esperança. E é pelas esperas que se refaz um coração. Tudo passa quando a gente se aquieta. Tudo se refaz quando a gente acredita.
A pior dor do mundo é a dor da perda de um filho. A segunda pior dor do mundo é a dor de você ver o seu filho sofrer e não ter como consolar.
uma vez que se perde algo,este nunca retorna. Enquanto o tempo passa, a dor alivia...Mas o tempo não cura.
Na favela, o comum é a falta, a escassez, a dor, a violência. Por outro lado, há também arte, resiliência, capacidade de empreender. Precisamos construir comunidades empreendedoras para gerar renda, com dignidade para as pessoas.
Não há intensidade de amor ou sentimento que não envolva o risco de uma dor incapacitante. É um dever assumir esse risco, para amar e sentir sem defesa ou reserva.
Só quando perdoamos descobrimos que o perdão não liberta o outro, liberta a nós mesmos da dor que nos manteve acorrentados e refém do sofrimento.
