Poesias de amor
O amor necessita de uma eventual cegueira para curar dores alheias, já que em determinados lotes alguns se tornam obcecados donos.
Meu amor por você é maior do que podes imaginar... então seja feliz mesmo quando não queira me olhar, não precisamos de altar pois o perdão pode ser ...
Seus sorrisos atuam na conclusão, quando discorrem as flautas de amor, sem necessidades de possuir a natureza dos instrumentários.
Pela inteireza do eu que vive em nós, multiplique-se na luz a real-idade do amor para os infinitos eus, templos que se firmam em vida.
Quem acompanha se valoriza não se deixa levar por pensamentos alheios, além de compreender o amor que se revela no caminho e com carinho real, vivido pelos verdadeiros.
Mesmo que coloquem per-fumes em vidros o som do amor os estilhaçará e das flores eternamente renascerá.
Há existência és ponto colorido a iluminar nosso peito acalmando o amor, lentamente e constante, florindo o que não podemos admitir.
Quando cantares entoe com amor as precisões formativas e curativas dos templos por onde for, não en-ganes poses.
Penso que o mundo se iniciou com uma história de amor, e mais uma, e mais outra, e outras... Haja feliz!
Toda declaração de amor contêm um fervor, não querendo dizer que não se esfria, isso também é o amor, tudo é uma questão de temperatura.
Quando partinturamente souberes partir; aconteça o átono do Amor; ajuntando beleza sem dor ao teus pés Curador.
Mesmo que se desespere, estristeça, murmure, se suje ou, até mesmo faça birras... a Vida e o Amor vão sempre cuidar de você(s); a perfeição é para os perfeitos.
Existe amor quando posso dar, e, a nada testar, pra não fazer mal ao nosso bem é, estar, quando vence o prazo de lá.
Você sou eu quando sorrimos, prá ser mesmo estando longe, e, o ódio é o amor, sem falta do fortalecer, sejamos livres, então, por motivos também sem razão.
Não queria ver nossa face estambada em milhares, mesmo assim, tudo acontece por amor aos bilhares, prá ninguém dever o dobro e, viver, com olho e não de molho.
Nas mais belas intenções colocastes nosso amor, mesmo dormindo, nosso acordo era sorrindo, nos vimos e, poucos se lembrou, e o tempo passou, recordamos nossas despedidas, sem fim, pois, somos intocáveis, exceto por um tipo de imã, talvez uma espécie de antídoto, que brinda seres humanos, são postos de loucura, corrigindo estabilidades das verdades, que nos bate à porta do coração, será que é uma busca perdão, ou, limpeza de cordão, foi assim pelo tempo, escrevendo em outras mãos, pra ti ler nas linhas, o já daquilo que não é tardio amar.
Nossa sabedoria vem das minas de outras culturas, abre o coração e segura, o amor que a ti cultua, pra flutuar nas doçuras do olhar.
A dor nasceu da precipitação, relaxe com belas doses de camomila, doce é o olhar do amor que em ti somente repentina.
O bem que te disse, que o amor existe, é pelo vapor de vossas preocupações, que se transformam refrões em vales de formosas construções, e, campinas de grande monta.
Pondo amor em loo esconderijos que são proteções dos porquês, há se soubesses, é bem claro que, mesmo assim, já o faria, pra bastando saber das composições e, dando direções, e, indo no assim, à todos aliviaria, por sendo, sabedor das incertezas humanas, cravou, pra que quando o fizesse, nunca mais precisaria o repetir em erros do porvir. Das imagens surgem bons textos. Pra extensão de sofisticada elegância e delicadezas, e, nessa força avassaladora carrega, pra saber como é nas verdades do poder de destruir.
