Poesias curtas de Amor
O amor divino não empurra, ele sopra.
Um toque suave é o bastante para reacender o que parecia perdido. A graça está nos gestos pequenos, onde o infinito se revela em silêncio.
A busca na noite e a força do amor
nas fendas do rochedo, onde o mundo nos procura, é lá que a nossa voz se torna suave e a nossa figura é vislumbrada em sua máxima pureza.
O amor verdadeiro não sufoca, ele expande, ele abre espaço dentro do peito, e transforma feridas em
janelas, quem ama cura.
O amor não é um teorema a ser decifrado, mas um abismo a ser saltado, a tentativa de aprisioná-lo na grade da razão é o ácido corrosivo que desfaz a sua
mágica em pó.
O amor não é esmola, mas uma enchente selvagem que transborda a própria margem, a súplica por afeto não é um ato de amor, mas a confissão faminta
da carência.
O amor entra em silêncio, como uma soprano antes do primeiro agudo, e de repente tudo em nós aprende a doer bonito, como se o sofrimento fosse
apenas outra forma de cantar.
O tempo aceitou sua defesa, a saudade ouviu seus argumentos, mas o amor julgou a causa sozinho. E a decisão foi definitiva:
você não deixará de me amar.
O amor-próprio sem amor ao próximo pode se tornar narcisismo.
O amor ao próximo sem amor-próprio pode se tornar anulação.
O amor maduro equilibra ambos.
Vamos repensar?
Erich Fromm — “O amor é uma arte.”
“Uma sociedade que ensina a consumir tudo desaprende a cultivar algo. O amor deixou de ser uma construção diária e passou a ser uma expectativa imediata.”
Carlos Eduardo Balcarse
"O amor é essência ou uma força divina; é a vibração, o hormônio motivador da vida."
(Rangel, Nelci - Dicionário Extraconjugado. Ed. Literíssima. 2026)
Assim como,
Para Deus não existe
pecado MAIOR e nem
pecado MENOR...
Também o AMOR D'Ele
para conosco
não é alterado.
O amor não recíproco, é como uma doença que acabou de surgir
Onde, ainda não há remédios para curá-lo
Só resta o tempo criar a cura.
O que é o Amor?
Só sei que é inimiga da covardia
Pois para ganhá-lo tem que perder
Vencer o medo de ganhar
Vencer o medo de perder
E conquistar o direito de ser livre
Para perder a própria liberdade
Conveniência
Já fingi amor
Já fingi alegria
Já fingi tristeza
Já fingi simpatia
Já fingi prazer
Já fingi ódio
Fingi tão sinceramente
Que cheguei a duvidar se deveras não senti
O poeta sabe o que é amor
O poeta sabe o que é paixão
E como último ato aqui na terra
Te entrego o meu coração
Se você encontra o amor ideal e tenta transformá-lo no único juiz do que há de bom e de mau em você, transformá-lo em medida de suas realizações, você se torna simplesmente o reflexo da outra pessoa.
(Ernest Becker)
Tem veias sonoras no batimento da vida, em corpos dilatados de amor. Na majestosa arte natural dos movimentos, dançam livremente.
Debbie Villela
O amor é o remédio mais potente já criado, e o melhor: não precisa de receita médica.
Debbie Villela
Sem perdas, não haveria amor. Tudo o que você viveu ajudou a formar essa versão mais consciente de você.
Debbie Villela
