Poesias com Nomes de Pessoas

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O problema desse sistema é que ele foi feito para levar as pessoas a ficarem gananciosas e egoístas. Ele usa a maioria como máquina de trabalho para concentrar riqueza em poucas mãos.

Dentro desse sistema, você só é considerado “bem-sucedido” quando consegue ganhar mais do que os outros, muitas vezes usando o trabalho deles para isso.

O sistema premia quem consegue levar vantagem, não necessariamente quem trabalha mais ou melhor.
Para alguém ganhar mais, normalmente outros recebem menos.
Desde cedo, ensinam que ter dinheiro é sinônimo de felicidade, mas na prática isso não se confirma para a maioria das pessoas.

Exemplo:

Um patrão pode acumular milhões enquanto o trabalhador passa anos trabalhando muito por um salário mínimo, com pouco descanso e pouca segurança. Isso acontece em muitos lugares e setores, não é exceção.

A verdade é que:

Ninguém enriquece completamente sozinho, sempre existe trabalho de outras pessoas envolvido.
Muitas vezes, o “sucesso” de um depende do esforço de vários que ganham pouco.
Enquanto alguém sonha em chegar ao topo, na maior parte do tempo continua sendo parte da base que sustenta esse topo.

O jeito mais consciente de ver isso:

Entender que as pessoas estão na mesma realidade, mesmo com condições diferentes.
Buscar um trabalho que tenha sentido, não apenas dinheiro.
Perceber que sucesso de verdade está mais ligado a ter autonomia, tempo e dignidade do que apenas saldo bancário.

No fim:

Esse sistema não está quebrado. Ele foi estruturado para funcionar assim, de forma desigual, onde poucos acumulam muito e muitos ficam com pouco.

A vida é feita de encontros e desencontros… Mas de quem é a escolha?
Há pessoas que poderiam ter sido uma das partes mais bonitas da nossa história…
Aparecem sem querer chegar, desaparecem sem querer partir…
Esquecem que o amor se constrói na presença, nos pequenos gestos, no abraço que aconchega, no beijo estátua, no cheiro do cangote…
Nos instantes em que o tempo perde a medida exata…
Poderiam ter sido amor, cumplicidade, casa…
Que o amor pouco não seja o bastante…
Porque presença é escolha… E ausência também…

Um dia, vi um celular top e gostei muito. Mas, quando percebi que muitas pessoas também desejavam ter um igual, simplesmente perdi o interesse e desisti. Não era pelo preço, pela qualidade ou pela aparência. É que tudo aquilo que desperta o desejo de muitos jamais continuará despertando o meu. Eu sou autêntico, tenho minhas próprias preferências, e aquilo que todo mundo quer não é o que eu quero para mim.
Andrew Kust

Uns não evoluíram e culparam o meio em que vivem. Culparam as pessoas com quem andam e aquelas com quem um dia caminharam.


Outros não evoluíram e culparam os próprios familiares, esquecendo-se de que nem sempre podemos escolher de onde viemos, mas podemos decidir para onde queremos ir.


Uns perderam-se pelo caminho e culparam a falta de oportunidades, como se o amanhã não fosse também construído pelas decisões de hoje.


Outros caíram e culparam a ausência dos «nãos» que nunca tiveram coragem de dizer, habituados a dizer «sim» até mesmo àquilo que os destruía.


Uns ficaram perdidos no tempo, culpando as distrações que, outrora, eram o auge dos seus prazeres e a fonte da sua felicidade.


Há ainda aqueles que continuam à procura de si mesmos, enquanto vivem uma vida repleta de milagres que não conseguem reconhecer.


E existem outros que permanecem de braços cruzados, confiantes nas oportunidades que o amanhã poderá oferecer, esquecendo-se de que o futuro não se constrói apenas com esperança, mas também com atitude, coragem e acção.

Eu sou várias pessoas,
e cada um desperta uma dessas versões em mim.
Em todas elas, tento entregar o meu melhor,
mas não esqueça: eu também sou espelho.
O que eu reflito depende da frequência
que você decide emitir.

Caminhei por entre a multidão e percebi o grande equívoco da existência moderna. As pessoas correm desesperadas, amedrontadas pela ideia da morte, sem perceberem que o verdadeiro desastre já as consumiu. Elas lutam para não morrer, mas já perderam a vida.
​Perderam a vida no momento em que aceitaram a fantasia alheia como verdade absoluta; perderam a vida quando pararam de ouvir o que emana do próprio coração para seguir escritos e homens que prometem chaves para portas que eles mesmos nunca abriram. É uma ironia trágica: é melhor morrer do que perder a vida. Pois a morte é apenas o silêncio do corpo, enquanto perder a vida é o silêncio da alma que se tornou escrava.
​Eu me desentreguei dessa ilusão. Desconstruí cada tijolo de aprendizado imposto para que, do nada fértil, eu pudesse finalmente dizer 'eu sou isso' com destreza. Só quem não teme o fim do fôlego é capaz de encontrar a verdade que liberta.
​Eu morri sem perder a vida. Reconstruí-me pois a minha alma não estava morta. Agora, venho me reconstruindo; o homem velho em mim já não existe mais. Tornei-me amortal porque o que renasceu do zero em mim sou eu. Eu existo em mim, não na fantasia ilusória que me habitava como se fosse uma realidade.

Há pessoas que passam pela nossa vida e nunca mais vão embora por inteiro.


Cada pessoa que encontramos é um universo único, uma história irrepetível, uma maneira singular de tocar o mundo. Ninguém substitui ninguém, porque cada alma deixa marcas que pertencem somente a ela.


Algumas pessoas chegam como brisa, outras como tempestade. Há aquelas que nos trazem paz, as que nos ensinam pela dor e as que, sem perceber, transformam para sempre a maneira como enxergamos a vida. Algumas ficam por anos; outras permanecem apenas por um instante. Mas o tempo de permanência nem sempre determina a profundidade da marca que deixam.


Porque todo encontro verdadeiro é uma troca silenciosa: alguém leva um pouco de nós e deixa um pouco de si. E, assim, mesmo sem perceber, vamos carregando pedaços de tantas vidas dentro da nossa, feitos de palavras, gestos, afetos, aprendizados e lembranças que o tempo não consegue apagar.


Talvez essa seja uma das mais belas responsabilidades de existir: compreender que nunca tocamos outra vida sem, de alguma forma, fazer parte dela.


No fim, somos feitos de encontros. Somos pedaços de quem amamos, marcas de quem passou, lições de quem partiu e lembranças de quem permanece. E, quando a vida finalmente nos ensinar a olhar para trás, talvez descubramos que algumas pessoas não cruzaram o nosso caminho apenas para fazer parte da nossa história, mas para mudar, para sempre, quem nos tornamos.


Talvez seja esse o verdadeiro milagre dos encontros: descobrir que alguém pode deixar de caminhar ao nosso lado sem jamais deixar de fazer parte de quem somos.
Porque existem pessoas que passam pela nossa vida… e existem aquelas que, depois de passar, passam a viver em nós para sempre.

Feliz dia dos professores!
“Ensinar é abrir caminhos para que outras pessoas descubram até onde podem chegar.

O futebol é um esporte inventado para divertir as pessoas. Ele não existe para ser visto só pelos números, mas pelas sensações que causa.


(Marcelo Bechler)

A calma nos traz a paz..

É interessante observarmos que as pessoas calmas,
onde quer que estejam, criam um ambiente
de paz e harmonia à sua volta.
Por outro lado, há pessoas que aonde chegam,
causam tumulto e agitação, muitas vezes
gerando brigas e desentendimentos.
Pessoas nervosas e agitadas causam desequilíbrio
em si mesmas, e naqueles que estejam ao redor,
o que não é bom para elas nem para os outros.
Assim, busquemos agir sempre com calma e paciência
e criaremos dentro de nós e ao nosso redor um mundo
de paz e harmonia. Tudo fluirá naturalmente,
de uma forma leve e tranqüila.
A calma e a paciência devem ser constantes em nossas vidas,
pois agindo dessa maneira evitaremos muito sofrimento
desnecessário para nós e para os outros.
Com calma tudo se resolve, pois a mente fica clara
e aberta para as soluções que estão sempre
muito próximas de nós. Pensemos nisso!!!

Nunca seja um masoquista.

"Não se torture em nome seja lá do que for.

As pessoas têm se torturado demais em nome da religião, e esse nome é tão belo que você pode continuar se torturando.

Portanto, lembre-se - eu ensino a felicidade, não a tortura! Se às vezes você sentir que algo está se tornando pesado, áspero, isso terá que ser mudado (através do movimento interior, da observação silenciosa).

Aos poucos chegará ao ponto em que nenhuma mudança é necessária. Então alguma coisa se ajustará absolutamente - não só com a sua mente, mas também com o seu corpo e a sua alma."

Em lugar do medo, viva o amor; eles são polos opostos. As pessoas geralmente acham que o amor e o ódio são opostos; isso é errado, eles não são. O amor e o ódio são a mesma energia. O amor pode se tornar ódio, o ódio pode se tornar amor; eles são conversíveis. Então eles não são opostos, são complementares.

Na realidade nós amamos e nós odiamos a mesma pessoa: o amor e ódio estão sempre juntos. A oposição real é entre o amor e o medo. Eles nunca estão juntos; se você se tornar muito apegado ao medo, o amor desaparece. O medo não pode ser convertido em amor; eles não são conversíveis.

Somente o amor torna alguém rico. O medo aleija, paralisa, e quanto mais paralisado, mais medroso você se torna; então é um círculo vicioso. O amor lhe da asas, ajuda-o a relaxar na vida, lhe dá coragem para experimentar a vida de maneiras diferentes. Permite-lhe todo o espectro da vida, é multidimensional. É o arco-íris inteiro, todas as cores da vida. Então a primeira coisa: abandone o medo e beba mais e mais amor, substitua o medo por amor.

E a segunda coisa: pense no céu, na vastidão; pense na liberdade, no infinito. Não pense em coisas pequenas, triviais. O medo sempre pensa em coisas pequenas; o amor nunca pensa em coisas pequenas. O amor está pronto para sacrificar tudo; o amor pensa somente no vasto. É uma águia no vento, a procura do desconhecido.

Pessoas especiais,exercem um poder sobre as horas: momentos e pessoas especiais fazem o relógio voar e o tempo saltar. Sensação de uma enorme saudade no ar, fim do ano chegando e o início de mais um ciclo começando. Ciclo este que deve ser iniciado com uma grande mudança, devemos encerrar antigas formas de pensar,ser e estar.
Aprenda a transmutar e a manifestar aquilo que faz o seu coração acelerar. Manifeste os mais belos sentimentos por aqueles que estão próximos e por aqueles que você não tem tanta afinidade assim, isso faz uma enorme diferença, compartilhe experiências, saiba ajudar, ser ajudado e existe a hora certa para ficar calado. Saiba a hora certa de saltar, não fique muito tempo parado na mesma estação, pensamentos são semelhantes as estações as vezes é necessário a mudança de padrão, precisamos mudar de vagão, por que ficar parado também cansa. Não espere dos outros, simplesmente faça o melhor de você sempre, tenha certeza que você triunfará. Lembre-se de estar no momento certo, na estação certa, ouse saltar, as maiores mudanças vem dos maiores saltos e de vez em quando é necessário arriscar.

É possível que duas pessoas num relacionamento sejam más uma para com a outra?” Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. Ser bom é muito difícil. Você não é bom nem para si mesmo!

Como você pode ser bom para outra pessoa? Você nem mesmo ama a si próprio! Como você pode amar outra pessoa? Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo.

Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca amar a si mesmo, a nunca ser bom para si mesmo. Seja duro consigo mesmo! Eles têm lhe ensinado a ser delicado para com os outros e duro para consigo mesmo. Isso é um absurdo.

Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é ser amoroso para consigo mesmo. Não seja duro; seja delicado. Cuide de si mesmo. Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja hostil consigo mesmo. Assim você irá florescer.

Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor. Isso é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores. Assim há um relacionamento que possui graça, que possui beleza, que possui uma bênção nele.

Se você puder achar um relacionamento assim, seu relacionamento crescerá para uma oração; seu amor se tornará um êxtase e através do amor você conhecerá o que é o divino.

Pessoas sábias costumam dizer que devemos viver a vida como um lobo, porque os lobos incorporam qualidades de força, lealdade e independência que muitos humanos ignoram. Um lobo caça por conta própria, nunca depende de atalhos ou esmolas. O que nos ensina o valor da autossuficiência e do trabalho árduo. Eles são criaturas disciplinadas, movem-se com propósito, em vez de buscar aplausos ou validação, um lembrete para vivermos com autenticidade, sem correr atrás da aprovação dos outros.

Ao mesmo tempo, os lobos honram os laços familiares e a comunidade como poucos no reino animal. Eles escolhem um parceiro para a vida toda, cuidam dos pais idosos e protegem sua matilha com ferocidade, mostrando a importância da lealdade, do respeito e da união. De muitas formas, os lobos combinam força com compaixão, ambição com integridade — vivendo em equilíbrio com valores que os humanos muitas vezes esquecem no caos da vida.

Que a vida nunca tire a bondade do nosso coração.
Que, mesmo encontrando pessoas frias, a gente continue escolhendo fazer o bem.


Que as decepções não nos tornem amargos, que as feridas não nos façam perder a fé nas pessoas e que a maldade dos outros nunca mude quem somos.


Porque ser bom não é ser fraco. É ter força para continuar sendo luz, mesmo depois de conhecer a escuridão.

As pessoas dão aquilo que elas são, não aquilo que você merece.

Não espere do outro aquilo que ele ainda não sabe oferecer. Não permita que a falta de cuidado de alguém faça você esquecer o seu próprio valor.

O que você merece começa por você.

Quando você se escolhe, você se cuida.
Cuida do que sente, do que pensa, do que permite entrar na sua vida e, principalmente, da pessoa que está se tornando.

Porque se escolher não é egoísmo.
É respeito por si mesmo.

As pessoas oferecem aquilo que carregam dentro de si, não aquilo que você merece.
Por isso, escolha-se. Cuide do seu coração, da sua alma e da pessoa que você é.
Às vezes, o amor-próprio começa quando aprendemos a não esperar do outro aquilo que só nós podemos nos dar.

Eu perdi o medo de perder pessoas quando aprendi que aquilo que é verdadeiro não precisa ser segurado.

Quem realmente gosta, permanece.
Mesmo quando a distância se alonga,
mesmo quando o tempo passa,
mesmo quando a vida coloca obstáculos no caminho.

Porque quem carrega afeto de verdade
sempre encontra uma fresta por onde a presença possa entrar.

Aprendi que amor não se sustenta em cobranças,
amizade não sobrevive de insistência,
e reciprocidade não precisa ser implorada.

O que é verdadeiro flui.
Não exige esforço de um só lado,
não transforma presença em obrigação,
não faz você se sentir sozinho enquanto tenta manter alguém por perto.

Quem quer estar, encontra um jeito.
Quem se importa, demonstra.
Quem valoriza, cuida.
Quem ama, permanece — ainda que precise atravessar quilômetros, silêncios e tempestades.

Por isso, já não tenho medo das partidas.

Algumas pessoas chegam para ficar.
Outras chegam para ensinar.
E algumas simplesmente seguem outro caminho.

E tudo bem.

Porque aprendi a abrir as mãos sem amargura
e deixar partir aquilo que já não escolhe permanecer.

No fim, descobri que não precisamos correr atrás de ninguém.

O que pertence ao coração não precisa ser perseguido.
O que é verdadeiro encontra o caminho de volta.
E quem realmente deseja permanecer
não precisa de motivos para ficar —
transforma o próprio desejo em presença.

Não é a religião que define alguém


Não qualifico as pessoas pela religião que professam.
Prefiro observar a bondade que praticam, o respeito que oferecem e o bem que deixam por onde passam.


Porque mais importante do que o nome da fé que carregamos é a maneira como tratamos o próximo.


Religiões podem ter caminhos diferentes, mas a verdadeira espiritualidade se revela nas atitudes: no amor, na compaixão, no respeito e na capacidade de fazer o bem sem precisar diminuir ninguém.


No fim, não é o que você diz acreditar que mais importa… é o bem que sua presença faz no mundo.