Poesia sobre Melhor Mãe do Mundo

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⁠Minha mãe, meu mundo
Meu universo, meu tudo
Meu pensamento mais profundo
Meu maior anseio é oferecer-te o mundo

Como calar as vozes da nossa mente?
Quando morre a mãe da gente, é o momento que a gente entende de verdade que não somos imortais.
É como se caísse a ficha de uma vez por todas que, o colo que só uma mãe pode nos dar, não nos pertencesse mais, mãe é aquela que nos alicerça
E como lidar com o desamparo que maltrata tanto?
Uma vez me questionaram sobre o tempo do luto e quando isso ia passar?
As pessoas só entendem essa dor, quando dói na carne delas.
E não é sobre superar, é sobre resignificar.
A saudade vem , numa terça feira qualquer, as vezes vem num almoço de domingo, ou mesmo numa festa incrível que você só queria a companhia daquela pessoa.
A vida tem que continuar, e continua mesmo, nos primeiros segundos da perda a gente já sente o desabor do luto.
Mas muitas vezes o mundo está a todo vapor e você no meio disso tudo não tem outro caminho a não ser correr junto nessa maratona que é a vida.
Que possamos nos curar das dores silenciadas, das palavras ouvidas, dos julgamentos. Das vezes que dissermos que estava tudo bem e sorria para camuflar a dor.
Das indiferenças, dos pesos, dos julgamentos.

Mãe: O Universo em um Abraço
Dizem que o dia das mães é uma data marcada,
mas a verdade é que o amor de mãe se renova a cada alvorada.
É um sentimento que transborda em cuidado, afeto e proteção,
mulheres raras, esculpidas pela força e pelo coração.
Para o mundo, ela pode ser apenas uma mulher;
mas para você, ela é o solo, o teto, o mundo inteiro.
Existem as que curam com o carinho de um olhar,
as que protegem como leoas, sem nunca recuar,
e aquelas que, na rigidez, ensinam o caminho do caminhar.
Não importa o sangue, nem de onde a vida floresceu;
Mãe é quem acolhe, quem cria, quem o destino escolheu.
Seja a que gera ou a que adota na alma o seu destino,
elas são o alicerce único de cada ser humano, desde menino.
Mães são eternas, mesmo no tempo que voa,
raízes que vivem para sempre no coração de quem as abençoa.
(Assinado: Roseli Ribeiro)

Filha de uma mãe e vários pais,
Que tinham outros filhos em diversos cais,
A história se fazia, corrida diária,
Aquela sobrevida na zona portuária.

Gotas de lágrimas

Quando eu era criança presenciei inúmeras vezes a minha mãe chorar, horas para pedir a clemência de Deus, horas para agradecer pela clemência que Deus concedera a ela.

Presenciei inúmeras vezes suas lágrimas ocasionadas pelo preconceito que ela sofria por conta da vida humilde que ela tinha, quantidade de filhos que sustentava, e por que ganhava a vida sozinha.


Zombavam da sua casa simples Que era feita de alvenaria sem estrutura, enquanto minha mãe chorava de felicidade por sair da tapera cujo teto e as paredes eram feitas de tapete.

Sem entender o motivo de suas lágrimas, por conta da pouca idade que eu tinha, me perguntei inúmeras vezes porque tantas lágrimas caia.

Hoje eu sendo mulher, mãe de dois filhos e sozinha, vejo os mesmos motivos das lágrimas da mãezinha.

E como ela chorou, eu também posso chorar horas para agradecer a Deus por tanta clemência, horas para pedir de Deus clemência.

Nesse momento eu me calarei, não direi uma só palavra, deixarei que minha lágrima caia,
Que fale por mim como as lágrimas da minha mãe falavam.

E como inúmeras vezes por tanta clemência agradecem as minhas lágrimas, por clemência elas rolam de novo, molhando meu rosto pouco a pouco.

Não tenho mais palavras, nesse momento tudo que tenho são gotas de lágrimas.

Nenhuma mãe deveria carregar o caixão daquele que carregou no ventre.




Patrícia Almeida Meira

⁠Daí a filha fala: Mãe a Carol da Chiquititas (novela infantil) também é uma mulher de impacto como tu
Eu retruquei: Porque filha?
Ela respondeu: É que a Cris (personagem infantil) tava chorando porque queria que os meninos gostassem dela, e a Carol aconselhou ela dizendo: Para que os outros gostem de vc, vc tem que se gostar primeiro
Então mãe ela é uma mulher de impacto
Ela fala que nem tu

Se minha filha de 8 anos já entendeu, porque você não entende?

Se ame, se valorize! Mulher de impacto!

Ganhei o domingo 😍

Bom dia 😘🌻

#deixandoumlegado
#mulheresdeimpacto
#sejaumamulherdeimpacto

Mãe
Ela é pão na mesa e o teto no temporal. Há quem chame de cansaço, ela chama de entrega.
Sua armadura é feita de preces e paciência.
Mãe: é um exército de um só coração.

A Lua é venerada e reverenciada como a personificação do sagrado feminino. O culto a Grande Mãe Terra foi esquecido e está sendo resgatado... É de se esperar que no dia a dia de cada mulher sagrada que dispõe de um tempo faça uma conexão com a fonte criadora, seja em
Meditações, orações, contato com a natureza.
Os estudos das antigas tradições e mitologias revelam que a interpretação da Grande Mãe como uma Deusa Tríplice, onde há a figura da Menina ou Donzela, da Mãe e da Anciã, seguindo a Lua crescente, a cheia e a Minguante que simbolizam o nascimento, crescimento e morte, não a morte física, mas a morte dos sentimentos e atitudes que não condizem com o amor que devemos ter em nosso ventre.
A Lua tudo influencia, uma influência benéfica no desenvolvimento e o crescimento de todos os seres vivos, o movimento da vida, no ciclo da vida como num bailar clássico e irreverente.
Honre suas ancestrais, sua feminilidade, seu sangue sagrado, seu poder de dar vida.
Honre a Grande Mãe Natureza!!!

Honre suas ancestrais;
Perdoe, honre e Ame sua mãe: pode parecer difícil, mas na verdade é bem simples, no ato de perdoar por mais dolorido que seja, sinta que a maior beneficiada será você, pois o perdão quando é feito com o coração ele ajuda aquela que perdoa; e lembre-se que a prática do perdão e como um exercício físico, deve ser praticado todos os dias, então, acorde pela manhã e diga: eu perdoo minha mãe por tudo que mereça ser perdoado. Depois de perdoar com amor, honre-a, pois você só está viva porque ela não te abortou, ela poderia fazê-lo, mas escolheu manter você no ventre dela por nove meses, e ainda te deu à luz; então por pior que possa parecer, honre ao menos isto: acorde pela manhã e diga: Eu te perdoo mãe por tudo que mereça ser perdoado, eu honro sua coragem por me manter viva. Depois de perdoar e honrar a energia dela, ame-a.
O amor também é uma prática, mesmo que pareça ainda mais difícil que o perdão e a honradez, ame este Ser que foi a porta para sua evolução. Ame a sua escolha, pois saiba que foi você que a escolheu como sua mãe antes mesmo de nascer.
Cure-se: olhe para seu ventre e perdoe-se por suas escolhas até o momento, aceite o caminho que escolheu e se ele não está sendo fácil, tenha coragem de mudar, perdoe-se hoje.
Se for mãe, olhe para sua filha com o mesmo amor, perdoe, honre e ame este Ser que te escolheu como porta de cura e evolução... pois agora você já sabe o caminho.
Com amor
Giovana Barbosa
Guardiã das medicinas sagrados e do Sagrado Feminino.
Filha de Gaya

Isso me basta...


— Mãe, estou assustado com o seu nível social…
Ela sorriu com calma, como quem já entendeu o mundo há muito tempo.


— Não se assuste, respondeu. Eu não subi degraus nem disputei lugares. Não carrego títulos, nem rótulos. O que eu tenho é nível humano.


Fez silêncio por um instante e completou:
— E nisso, meu filho, todos somos iguais. Quem se acha acima, já se perdeu de si.

⁠⁠Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.


E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.


Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.


Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…


Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.


Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.


Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.


E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!

A Mãe e o Olhar

Edineurai SaMarSi

Quando eu era criança, a vizinha perdeu o único filho — quase homem… ainda menino.

Eu a observava.
Sempre fui boa nisso.

Depois disso, ela nunca mais foi a mesma.

A casa seguia arrumada,
as portas abertas,
o café no horário.
Mas os olhos…
ah, os olhos…
Eram fundos.
Vazios.

Fazia tudo como antes.
A vida seguia.

Mas, em seus olhos, algo havia mudado.
Não tinham mais alma, não tinham mais vida…
As tentativas de sorriso eram falsas, assim como a vontade de continuar.

Eu me lembrava de antes — da sua alegria, da família feliz — e, com a minha inocência de menina, pensava:
“Logo isso passa.”

Não passou.

O tempo andou.

Cresci.
Tornei-me adulta.
Ela se mudou, mas, quando a via, mesmo de longe, aquele olhar continuava o mesmo — parado naquele dia.

Como se a alma tivesse saído devagarinho
e ido atrás dele.

Eu não entendia…

Até ser mãe.

E perceber que há dores
que não enterram só um corpo —
enterram o mundo inteiro
dentro do peito de quem fica.

E alguns dias…
simplesmente não passam.

Orfandade a Dois

Existe uma orfandade que ninguém vê,
não é de pai, não é de mãe —
é do zelo que se perdeu no meio do caminho.

É deitar ao lado
e sentir frio mesmo com o corpo quente ali.
É ter companhia
e ainda assim conversar com o silêncio.

Sinto falta do cuidado miúdo,
do “vai dar certo” dito nos dias nublados,
do olhar que encoraja
antes mesmo das palavras nascerem.

Sinto falta do afago sem pressa,
do beijo que pousa na testa
como quem promete:
“eu fico”.

Há uma fome de carinho
que não se mata com presença,
porque presença sem ternura
é casa sem luz.

É orfandade de incentivo,
de mãos dadas nas batalhas,
de alguém que veja
e celebre o que há de bom em mim.

Não peço excessos,
peço zelo.
Não peço promessas,
peço cuidado.

Porque pior que estar só
é sentir-se só
no lugar onde o coração
esperava abrigo.

Mãe e pai: dois nomes que carregam apenas três sílabas, mas cujo significado atravessa séculos. Ainda assim, por mais que desejemos, não podem viver três séculos ao nosso lado.

A falta que essas duas pessoas nos fazem quando partem é imensurável; não existe analgésico capaz de aliviar ou acalmar essa dor.

É nesse momento que surge outro nome, também composto por três sílabas: Deus. São as orações constantes e a graça de Jesus Cristo que nos sustentam e nos guiam dia após dia.


Nós, filhos, jamais aprenderemos a viver plenamente sem a presença dos nossos pais. Felizes aqueles que ainda os têm, pois, depois que eles partem, o mundo jamais volta a ser o mesmo.

Gabiróba, o sapinho mochileiro estava ficando doente de saudades de sua mãe, já fazia muito tempo que ele estava longe de casa e todos os dias pulava pelo caminho mas parece que nunca chegava.
Conforme o tempo passava ele se sentia cansado e sua aparente doença se agravava, ele era cauteloso com essas questões de saudades mas as vezes a razão pesava mais que o pesar. Além disso ele cometeu vários enganos e falhou justamente quando pensou que fazia o melhor que podia e por isso sentia tonteiras e palpitações em seu sapo coração. Ao olhar para trás, para os tantos anos que ele viveu sendo enganado e somando todas as suas faltas, sentia-se feliz em morrer e ver tudo acabado. Estava cansado das suas roupas amassadas, das frugais refeições que o alimentava e dos pezares da felicidade maltratada. Lembrou-se de como costumava se divertir entre as borboletas naquela trilha que o levava para a lagoa de casa. Mas qual sorte tinha ele agora e qual fada o furtava da vida a felicidade? Mais parecia estar vivendo uma aventura indigna de ser contada pensava Gabiróba e soluçava. Todos têm de morrer um dia mas não gostaria de morrer no meio do caminho ele pensave. Gostaria de ver com meus próprios olhos um casamento feliz que não fizesse ninguém sofrer, gostaria de ver os grandes olhos de ervilhas da minha amada se banhar em lágrimas felizes ao me ver. Mas tenho andado doente a anos e sonhado ultimamente com flores lancinantes sempre que fecho os olhos e sinto meu corpo sendo levado pelo barco àquele lugar distante.

Eu sei, mãe
que desde que voltei
tenho sido um pai mais ausente que presente
peço perdão de modo a ser compreendido que não o faço propositadamente

Por isso, neste dia tão especial para nós, ao celebrar o aniversário da nossa princesa Daisy, peço-lhe que a exteriorize isto, ao ouvido dela.

Minha doce estrela cintilar
que brilha em minha humilde vida
de modo a suavizar a minha existência com fragrância de rosas

Quero que sejas humilde, alegre e altruísta;
por onde passe deixe cair
as sementes que eclodem a felicidade e boas lembranças.

Que haja em ti o poder
de discernimento e seja alegria do seu pai, o seu pai para consigo, para que se logre este sentimento afectuoso de amor de pai e filha.

E saiba dignificar a sua personalidade e tudo quando vier para fazê-lo, faça segundo a sua força e capacidade e que louvemos céu e terra em torno desta data magnifica em que o Senhor na sua miraculosa vontade, deu-nos esta linda, esplendorosa, carinha de anjo, cheíssima de benção e agraciada com longevidade e bem-estar.

Amo-te minha amada filha Soleny e feliz aniversário.

Dentro de nós existe e reina uma mulher.
E ela reina por ser sua mãe, sua namorada, sua esposa, sua filha, sua neta, sua... por ser VOCÊ.
Mas essa mulher que reina, não é sua! Não é de ninguém que não seja dela mesma, pois a Mulher que se conhece e sabe o valor que tem, antes de ser de alguém, é preciso que seja dela também.
Aprendendo a se conhecer e sabendo de o seu valor.
A beleza dessa Mulher não está nas roupas que ela usa, na imagem que ela carrega, ou na maneira que penteia os cabelos. A beleza de uma mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos, porque essa é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside.
A beleza de uma mulher está refletida na sua alma, no cuidado que ela, amorosamente, tem pelos outros.
Essa mulher extraordinária e fenomenal, acredita e vence todos os obstáculos. Essa mulher não é rainha ao acaso!

AUSÊNCIA DE MÃE

Perder a mãe é ter uma lápide no coração que germina ramificações que pulsam vida que o cordão umbilical ainda prende a alma dela em você, aí quando a lembrança vem em sua memória, o líquido amniótico inunda seu mundo em lágrimas...por mais paradoxal que seja esse sentimento de morte o vazio se torna vácuo e a saudade implode, paralisa e chega assim de repente trazendo a doçura do seu semblante nessa hora, exatamente como agora, nessa ausência que silencia e chora.

A vida da mãe especial e a do filho estão entrelaçadas de tal forma que ela se dedica a ampliar as possibilidades dele, unificando-se numa só alma.
Lu Lena