Poesia que Falam de Paz

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A noite se estende, insônia cruel
A chuva cai mansa, única fiel
Companhia silenciosa, som de paz
Enquanto o mundo dorme, eu sinto a solidão

Gotas no telhado, ritmo lento,
Pensamentos que não cessam.
A escuridão abraça, a chuva sussurra
"Está tudo bem", mas a alma ainda não sacia.
{Saul Beleza)

*Preparando o jardim*

Chegou a hora.
De enxada na mão e coração em paz.
Vou preparar o jardim
pra receber uma nova flor.

A outra...
foi plantada com água e reza.
Mas não floriu.
Só nasceu espinhos
a ferir dedo,
e furar a esperança.

Vou tirar os espinhos com calma.
Um por um.
Sem raiva.
Só com cuidado de quem aprendeu.

E nesse chão limpo,
vou plantar de novo.
Dessa vez não espero milagre.
Espero tempo, sol,
e flor que queira ficar.
(Saul Beleza)

*Até Breve, Divarde*
(Xodó da Vó Ana)

Descansa em paz, meu primo, tio, irmão *Edward*
O nosso Divarde.

Foi bom esposo,
foi pai, foi avô,
foi tio, foi primo e irmão.
Foi tudo pra gente numa vida só.

A vida segue...
mas a tua saudade fica.
Fica na mesa vazia,
fica na história contada,
fica no nome que a gente repete com carinho.

Até breve, Divarde.
Que lá no céu você continue
espiando a gente com orgulho,
cuidando da família como sempre cuidou.
(Saul Beleza)

Que a Paz encontre aos que se atrevem a oferecê-la embrulhada na Chantagem!
Amém!


Quando a paz se apresenta como um dom, mas vem embrulhada na chantagem, ela deixa de ser paz para se tornar imposição disfarçada.


Essa manobra é tão antiga quanto as relações humanas: transformar aquilo que deveria ser um gesto nobre em moeda de troca para interesses particulares.


A verdadeira paz nasce do diálogo sincero, do reconhecimento mútuo, do respeito às diferenças.


Ela não exige submissão, não impõe silêncio, não condiciona liberdade.


Mas, quando alguém ousa oferecê-la como prêmio por obediência ou ameaça por resistência, estamos diante de uma contradição cruel: pacificação à força é só guerra com outra roupagem.


Esse tipo de “paz chantagista” aparece na política, quando líderes pregam concórdia desde que todos aceitem suas regras; nas relações pessoais, quando a harmonia depende de uma renúncia unilateral; e até entre nações, quando tratados escondem dominação.


Em todos os casos, o preço cobrado é alto demais: a Integridade, a Dignidade e a Liberdade.


Porque paz Comprada, Negociada ou Imposta não é paz: é só mais uma forma sutil inventada para covardes guerrear.


Que a Paz Autêntica — aquela que não Cobra, não Ameaça e não Finge — abrace a todos que não se prestam ao desserviço de barganhá-la.
Amém!?!

Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!


Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.


Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.


É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.


O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.


Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.


Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.


Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.


Amém!

⁠E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!


Então, Bom novembro!

Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.


No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.


O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.


Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.


E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.


A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.


Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.


Quando decidimos seguir apesar das incertezas.


Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.


Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.


Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.


Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.


Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.


A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.


Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.


Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.⁠

⁠Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.


Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.


É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.


A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.


O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.


Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.


A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.


Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.


Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.


Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.


No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.


Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.


Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.

Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, ao ponto de quebrar todas as agruras e preocupações.

Porque, no fundo, é disso que todos precisamos: de um abraço que não seja apenas físico, mas na alma.

Um abraço capaz de silenciar o barulho das inquietações, de aliviar o peso das responsabilidades e de lembrar que a vida é muito maior do que os problemas que insistem em ocupar nossos pensamentos.

Vivemos cercados por cobranças, expectativas e pela falsa necessidade de controlar tudo.

Esquecemos que algumas das principais conquistas não podem ser compradas, planejadas ou antecipadas.

A paz nasce quando aceitamos que nem tudo depende de nós.

A felicidade floresce quando aprendemos a enxergar beleza nas pequenas coisas que o cotidiano oferece.

Talvez a verdadeira riqueza esteja em terminar o dia com o coração leve, em cultivar bons encontros, em agradecer pelo que já temos e em seguir confiando que o amanhã trará novas oportunidades.

As dificuldades continuarão existindo, mas elas deixam de ser gigantes quando a serenidade ocupa o lugar do medo.

Que nunca nos falte a coragem de sorrir mesmo em dias nublados, a esperança para recomeçar sempre que necessário e a sabedoria para compreender que a paz não é a ausência de tempestades, mas a certeza de que nenhuma delas é eterna.

E que, quando a vida insistir em apertar, a Paz e a Felicidade consigam apertar ainda mais forte, até que todas as agruras e preocupações se desfaçam diante da força de um coração que escolheu viver com fé, gratidão e esperança.

"Quem está em paz, não se incomoda com o inferno."
"Quem não está em paz, até o paraíso incomoda."

Depois de quase quatro anos longe das redes sociais, percebi o quanto existe paz em ser "low profile".
Aprendi a proteger minha mente, meu coração e a escolher melhor aquilo e a quem dou acesso à minha vida. Mas, ao voltar, neste ano, sinto como se estivesse reencontrando sensações e sentimentos que, durante muito tempo, ficaram para trás.
Essa experiência me fez perceber o quanto o ambiente em que estamos, e pessoas que convivemos podem influenciar a nossa paz.
Hoje, entendo que não preciso absorver tudo, acompanhar tudo ou estar próxima de pessoas que não compartilham dos mesmos valores que eu. Me afastar também é uma forma de cuidar de mim.
Gosto da tranquilidade de pensar por mim mesma, de estar perto de quem amo e de preservar aquilo em que acredito.Nem tudo merece acesso à minha vida, e nem tudo precisa ocupar espaço dentro de mim.
E, se voltar me fez perceber o quanto eu estava em paz longe de tudo isso, talvez seja hora de priorizar novamente aquilo que faz bem à minha alma.

⁠Paz, na terra boa vontade aos homens de bom coração, fogem da guerra e não matam um irmão.
Como é triste saber que tornou-se comum, tirar a vida de um ser da espécie humana, que a cada instante, mostra-se extinta...
Sei, que um dia, tudo isto terá fim, ou, o fim de tudo isto, é não mais a gente existir.
Paz, na terra, boa vontatade aos homens, de bom coração....

A ÁRVORE DA MONTANHA


Tudo que tira a paz é invisível aos olhos.
Está ali porque os sentimentos alimentam.
Navegar pela alma é encontrar despojos das batalhas diáriase fazer deles troféus na estante da vida!


A mão invisível que protege e toca
é a mesma que sacode a árvore.
Faz das ações um caminho denso, calcado em pedregulhos.
Quero solo sólido na solitude do eu,
afastar-me da solidão, alicerçar o trilho...
Tento ser eu.


Ouvir dizer: "Nenhum homem é uma ilha;
cada partícula do continente, uma parte da terra.
Se um punhado some ao mar — como monturo,casa de estranhos ou além da minha própria —,a morte de qualquer homem diminui-me,porque sou parte do Ser. Não perguntes por quem os sinos dobram:
eles dobram por ti." Eu me dobro por ti...


A arte está no olhar. O êxito de contemplar-see projetar ilusões ou realidades no que aprazé nosso triunfo diário.
Eu, daqui, observo minha árvore em jardim sem pomar.
Minhas sacudidelas falham. Isso convence:todos os dias, a mão invisível a testa,vê-la imperturbável, raízes firmes.


Então, danço com ela, entoando canção ao vento,desvencilhando folhas mortas do chão...
Se quisesse abalá-la com mãos próprias, fracassaria.
Sou grão de mostarda, germinando em terra árida,na estação errada... O vento invisível a perturba,dobra-a como quer.


Quem nos salvará da ira vindoura?
Quem nas trincheiras ao teu lado?


— E isso importa?


— Mais que a própria guerra.


Estamos curvados, atados por mãos invisíveis...


Eis o grande Leviatã.

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.

João 14:27

E um dia você aprende que um dos segredos para preservar a paz de espírito é simplesmente se afastar de gente que fica de “leva e traz” em seus ouvidos.

— Jucelya McAllister

⁠Bem-vindo, novembro.
Seja inesquecível.
Tenha paz, amor e harmonia.
Traga muita felicidade em seus dias.
Bênçãos e luz para tudo.
Traga tudo que for leve, bom e rico em fé.
Transborde prosperidade e saúde.
Que seja um mês de realizações.

O Fim da Fase
É assim que a alma descansa após zerar o game:
Em paz.
De pé, diante do horizonte imenso,
vendo quanta beleza coube no caminho.
A gente lembra, não é?
De cada obstáculo, de como foi chegar até aqui.
Olha para este dia...
Guarda bem como ele foi especial.
A verdade pura é que tudo tem um início, o meio,
e o ponto exato é hoje.
Há convites que a gente não pode recusar.
Aqueles chamados urgentes:
eu estou precisando de novas aventuras.
Tá tudo muito lindo, eu sei.
Dá vontade de pausar o tempo e admirar.
Mas escuta...
Pode ficar tranquilo. Eles vão ficar bem.
Talvez eu tenha sido moderno demais,
ousado além da conta,
talvez devesse ter sido um pouco menos.
Exagerei, é verdade.
Mas agora o mapa mudou.
É hora de sobriedade, de seriedade.
Se estou preparado? Não, não estou.
Mas mesmo assim... eu vou.

"Onde não existe sabedoria
não existe
paz, onde não existe paz
não existe amor e onde não
existe amor
não existe justiça: aquilo que para você é
visto como evolução, aventura
ou novidade,
para mim é percebido como repetição
vazia, superficialidade ou falta
de propósito."


Álbum: O Mundo Jaz no Maligno


(Autor-desconhecido)⁠

⁠A humanidade desumana em pleno 2022 não tem como colher o que não plantou.
Falta paz,falta decência,moral e razão.
Estamos sobrevivendo vendo inúmeras inversões.

Na alegria das dores vividas, onde as causas causei, o essencial agora é a paz que reina,mas sempre surgem tempos a querer expulsa lá.
O agora me mantém.