Poesias que falam de Olhos
"Desde o momento em que eu te vi,
entrastes pelos meus olhos e fostes
direto ao meu coração!"
Haredita Angel
20.02.16
.
"Que dor dengosa é essa que me tira o ar, me molha os olhos, me alvoroça a alma e me faz doer tanto o coração?
Será amor?
Será saudade?
Não sei...
Mas é a falta de VOCÊ!"
Haredita Angel
29.07.23
'Ela... tão longe dos meus olhos e tão perto do meu coração.
Ela... está no mundo do Criador e eu ainda estou no mundo da criação."
Haredita Angel
29.06.24
Alegria de ter teus olhos enfrente aos meus
Chego ao infinito em busca da felicidade
existente em teu ser, porque sei ..É pra mim.
Esse amor ...Esse elo que existe em nós...
Tirando a solidão que ficou no tempo.
Antes de ver em seus olhos esse amor.
Que me faz delirar... Nessa imensa paixão.
Eu posso ver através do sorriso ...do brilho...
Do olhar que conduz essa nossa paixão..
Loucura que ultrapassa a vida e voa
Entre mares,oceanos...Céus e Terra...
Ah! esse olhar que emana alegria ao te ver .
Que eu mereça de ti esse amor...
Que se firmou em nossas almas sofridas .
Me entregarei ao teu colo buscando de ti,
beijos com sabor de vinho adocicado como mel...
Ondes e quandos
Não sei onde
Nem quando
Sei que aqui estamos
Abro os olhos e estou no presente
Fecho os olhos e virou meu passado
De ondes e quandos
Como olhos que se fecham e abrem
Entre as milhares das milhas percorridas
por ondes e quandos
Quando sim e onde não
O futuro pode ser os esboços
Se somos um pouco do amor que recebemos
Somos um pouco do amor que doamos
De ondes e quandos
Um pequeno príncipe dos dilemas
Uma fada mágica de certezas
Uma pitada de Ilusões
Uma pitada de contradições
O que somos e o que podemos ser
Dos ondes e quandos
Nos mistérios aventurantes de cada dia
Não há lugar que possa correr
Se seus olhos penetram a invadir-me,
Tempestades de sentimentos caem sobre mim,
Como choro, regurgitadas,
Se seu coração bombardeia a fuzilar-me,
Emoções caem inquietas sobre mim,
Como desejos, insopitáveis,
Se seu amor eclode a refugiar-me
Redoma de acalento assenta sobre mim
Como amparo, escudado,
Não há nada que possa fazer,
Não há lugar que possa correr.
A travessia
A vida vai te levando,
Experiente na sua jornada,
Com os olhos vibrantes,
Das corujas da noite,
e das águias do dia,
Por cima flutuam num longo tapete de sonhos,
E eu no meu carro pelas lombadas,
A sinalizar o chão de concreto,
Seja como for, será o condutor,
Por onde passar, terá sempre alguma coisa a vivenciar,
Na vida de estrada, no carro de sua alma,
Nas travessas de obstáculos,
De caminhos de escolhas,
Buracos imprevistos,
Atalhos cruzados,
Trilhas inesperadas,
Alguns passarão a fazer um drama,
Outros passaram a fazer a viagem eloquente,
Todos percorrerão,
Seja como for,
Será seu condutor,
Da travessia.
A rosa
Seus olhos brilham como rubi
Refletem os verões e os invernos
As flores verdejantes e os aromas apaixonantes
A inspiração de se entregar
Imaginações inquietas tomam formas
Espelho inteiro que reflete a beleza do jardim
Onde só há concreto
E pedaços de raizes perdidas na calçada
A pressa exarcebada dos lobistas ansiosos
Seus olhos de vinho docificam o tônus da sua face
Suas mãos calejadas ficam suaves
Como brisa que arrepia a pele
Seus olhos são reflexo
De tudo que tem romance
Você é como uma rosa que permanece
Cheia de pulcritude e perfume
Colorindo o centro da sala.
Se seus olhos penetram a invadir-me...
Tempestades de sentimentos caem sobre mim...
Como choro... Regurgitadas...
Se seu coração bombardeia a fuzilar-me...
Emoções caem inquietas sobre mim...
Não há nada q possa fazer...
Não há lugar q possa correr...
Falar com brilho nos olhos é falar com o coração, com inspiração, disposição, amor, crença no Deus Todo Poderoso, experiência e propriedade. Vendo o que os olhos não veem. Vendo além do que o olhar natural vê.
Do livro "Muito Além do que Seus Olhos Veem"
DESSE SENTIDO
Ser mãe é nascer de novo sem morrer, é sorrir com os olhos cansados, é ser o lar mesmo sem paredes, é amar sem medida e entender que o sentido da vida cabe inteiro no colo.
A primavera virá
Entre o rio e o mar,
Quero te encontrar.
Sob o teu olhar,
Olhos negros
Dominantes,
Par de maçãs
Brilhantes,
Doce por ansiar
Os teus beijos;
Assim desejo
Os alucinantes!
Ventos do deserto
Hão de me levar
Para bem perto.
A sedução fluirá
Além do tempo,
Ela florescerá.
Porque te amarei
Com as mãos,
Assim amarrarei
Com as pernas,
Para não haver
A tua escapatória.
Paixão que escraviza
Solta com o aroma,
Assim se cumpre
Na pele do amado,
Que se envereda,
Nos cabelos da amada;
Poema sobrenatural,
Feito de sonho,
Canção premonitória.
De que adianta ter olhos
E não ter coração?
Ter olhos e não ter coração
De nada adianta,
Porque sem coração
Não se enxerga nada.
Os versos que escrevi
E não te contei estão
- aqui -
Os poucos que escrevi
Me distraí com amores
Dos outros esperando
Tu chegares de longe.
De que adianta não ter
Os teus olhos e coração?
Não tê-los me reduziram
Ao grau máximo do nada.
Escritos com lágrimas,
Talvez não mais belos,
Versos de sangue,
Rimas com bravura
Quero viver mil vidas,
Para dizer ao mundo
Que sem o teu amor
Atinjo a [loucura].
Meus versos são tentativas,
Que talvez jamais serão
- lidas-
O nosso reencontro
Não tem previsão,
Poderá ocorrer daqui
Algum tempo ou nunca,
E não sei [onde].
Só digo mais uma coisa:
- A literatura salva da morte,
E a poesia salva da vida,
Só me resta saber se serei
Para os teus braços devolvida.
Os meus olhos sobre ti são
as minhas silentes preces
De petição fervorosa à Irene,
para que perene tu retorne
Ao teu solo e [destino;
Inteiro, sólido e divino.
Estes versículos mundanos
são alaridos [discretos.
Que não te toquem os profanos!
Os meus reflexos poéticos são
os meus voos infinitos,
Eu te pertenço
com o espírito de [vinho,
Por tenho te deixado quietinho.
Estes versículos penetrantes
são versos de [paixão,
E batidas do meu coração!
Com fino gáudio eu te ofertei
à Atena para que te proteja
de todo o perigo
És o meu pecado atrevido;
Eu te quero [preservado
e de todo o Mal protegido.
Dos teus olhos cheios de mar
do amor que mora em nós dois,
Temos um destino a cumprir
a vida para viver sorrindo,
O amor não vivido para cultivar.
Verdade, céu, inferno e amar,
no teu coração eu vou chegar.
Demos as mãos, vamos seguir
a vida não há de atentar...,
O Universo irá sereno se abrir.
Dos beijos que eu não lhe dei,
eu vou em versos contar:
- Meu delírio em noite de luar
Berço esplêndido de amar,
Riacho imenso e límpido;
É este corpo feito para navegar.
O amor virá para sempre ficar,
ainda que mui menino,
Tão lindo moreno e poeta do mar,
és meu seguro e secreto refúgio,
Doçura de (arrebatar),
Espero que venhas em breve,
Fazendo não só a dedicatória,
Escrevendo o meu poema
E me tirando para dançar.
Ao poeta do mar...
Não paro de percorrer
Com os meus olhos,
Que não são mais meus,
Sim, eles são tão teus.
Não devo ir adiante
Com o meu intento,
Até ser alvorada,
Por tua mão colhida,
Não sei se sou a flor
Mais bela ou preferida.
Não paro de correr
Com as minhas letras,
Pois elas são as pernas,
Que por ti dobrarão,
Aqui elas por ti estão.
Não sou mais a mesma,
O poente dança em mim,
As nuvens são de cetim,
Eu sou violeta pequenina
No teu imenso [jardim].
Soltei os meus cabelos ao vento
Iguais aos seus olhos castanhos,
Contei os beijos tão [esperados].
Ambiciosa receberei um dia de ti
Mais do que uma declamação:
Uma rosa e uma [canção]...
Espero que você tenha gostado
De ter estado aos meios cuidados,
Quero você sempre ao meu [lado].
Ainda terei você de vez comigo,
Deste mundo bem protegido...
Pode ser até alucinação:
Quero ser poema e a sua paixão.
Ao ouvir a música do vento,
Percebi os teus olhos zelosos,
Deparei-me com os teus passos
- macios
O balançar das amendoeiras
- doces ritmos
Fizeram-me contemplar:
os nossos instintos.
Ao sentir a tua presença,
Senti-me protegida,
Amparada, e tua amada,
A minha alma afagada,
- terna -
E feminina,
Distante das angústias,
Rendida por tuas ternuras.
Ao cair da noitinha,
À beira mar,
Sereno luar,
Amando a tua presença,
- vigilante
Aprendi o que é amar.
Hoje fui caminhar na praia,
Saí em busca dos teus olhos,
- lindos olhos cor de (a)mar,
Bastou as ondas para lembrar
Do teu jeito de me desalinhar.
Deste teu jeito de fotografar,
Em letras registrar,
- esse poema
Sobre a mesa de trabalho,
Estou a inundar-te...,
- tal como um estuário
Sou eu a te assanhar...
Eu na praia, e você aí,
Sobre a mesa de trabalho,
Eu sou o teu verso ordinário,
E também o teu verso oratório;
O teu desejo longe de ser transitório.
Sob a guarda dos teus olhos,
Protegidos estão os sonhos,
Sonhos meus que são teus,
Temos fé no amor e na vida,
Não possuímos o desdouro,
O amor é nosso tesouro,
Preservado com doce lida.
Os olhos brilham por versos,
Os beijos são ternos e sinceros,
A poesia é gáudio e refúgio,
Ah! Esse mundo austero...,
Ainda cremos que protegidos
- pelo nosso amor e fortuna
Faremos da carícia, o prelúdio.
Prelúdio que os doidos de amor,
São sãos e libertos para escutar,
É música para vivenciar,
É serenata de todas as horas,
É fé de quem amar,
É esclarecimento em esplendor,
De quem vive todas as horas
- intensamente -
Um grandioso e reluzente amor.
