Poesia que falam de Olhar
CADE VOCÊ?
Cadê você?
Com seu olhar sonhador
Com a magia do amor
No beijo tão desejado.
Cadê você?
Que eu tanto espero
Numa canção singela
No flutuar da lua
E no despertar do sol.
Cadê você?
Onde estão seus olhos
Seus lábios sinuosos?
Cadê seu corpo?
Que eu espero tanto
A voz do seu canto
Embalando meus sonhos.
Onde está você?
Não mais se esconda
Entre amarga solidão
Deixando em meu peito
Sangrando de saudades.
Venha meu amor
Sonhar meus desejos
Ao som da canção
Enxugar todo pranto
Que por você eu choro.
Vem meu amor
Não demore mais
Pois vem raiando o dia
Eu preciso da sua boca
Preciso do seu calor
Eu preciso de você!
Então venha logo!
Não me deixe sofrer
Com a sua ausência...
Pois já era destino
Do milagre já descrito
Nas páginas de nossas vidas!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS
MIMOSO DO SUL- ESPÍRITO SANTO
O silêncio oferece palavras
Que são ligadas pelo olhar
Nas expressões valiosas
Mostrando que as emoções
Vão além das expectativas
Pois falam no próprio olhar.
Olhos de crianças inocentes
Pedindo afeto ,pedindo carinho
Olhos de velhinhos carentes
Pedindo consolo pedindo abraço .
Então preste muita atenção
Nos olhos que falam ao coração
Eles revelam os sentimentos
No piscar de uma vida veloz
Que precisamos assim enxergar
O brilho dentro de cada olhar.
E caso ele esteja vazio, triste
Precisamos ao menos tentar
Aliviar o peso dessa dor
Com a força que vem do amor!
JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA
NOVO TEMPO
Seu olhar atravessa o oceano
Buscando harmonia no olhar
Celebrando a vida em oração .
Corcovas desafiando deserto
Novas aventuras em emoção !
A liberdade em novo horizonte
O céu girando em harmonia
Em busca de uma sinfonia
Que transborda nos acordes
Uma inexplicável alegria .
O topo do mundo maravilha
Onde palavras não definem
A sensação em tudo que brilha
Um sonho para que realizem
As verdadeiras transformações
Viajando espaços de luz
Para coroação de um novo tempo
Onde a verdadeiro luminar
Está eternamente aceso
Nos eternos laços do coração!
João Batista Barbosa
POESIA
A verdade que hoje você diz
Não encaixa no seu olhar
Desvia-se dos pensamentos
E você jura de coração
Que ferida por decepção
Como ferida sem cura
Já se perdeu o encanto
E tanto tempo passado
Deveria o vento ter levado
O amor que te fez tanto mal
Mas como golpe de punhal
Fincado e assim lentamente
Pingam morosamente
Travando você na corrente
Onde esconde mistérios
Atrás desse seu olhar...
Mas como princípio,meio e fim
Sempre há caminhos a percorrer
Onde entre novas tentativas
Vamos criando outras narrativas
Achando não ser possível
Outro alguém a surpreender ...
E num estalo repentino
Eis que vai acontecer
Novas juras de amor
Novos sonhos a se realizar
Levarão de ti toda dor
Pra contar uma nova história
Que fará seu coração viajar
Fará seu beijo novo paladar
E assim nessa nova fase
Seus olhos irão de novo brilhar
Pois o encaixe do seu olhar
Estará contido na força de amar !
João Batista Barbosa
Poesia
Um dia
A gente vai poder
Olhar de frente pro Sol
E toda magia que se oculta
Há de revelar-se tão natural
Quanto a beleza dos atóis
E cada um de nós
Sem qualquer exceção
Será feliz
Toda alma
E todo coração
Será somente igualdade
Toda semente que brotar da terra
Pertencerá ao reinado da vida
As fronteiras que criamos em nosso derredor
Serão as primeiras a cair
E nenhuma nação
Não cairá e nem será derrubada
Todo mundo saberá
Que diante de tamanha harmonia
Barreiras serão distância
Limites da própria visão
Nada além
Mas nesse dia
Quem procurar
Um ser imperfeito
Que existiu
Descobrirá que essa busca é em vão
Pois toda ilusão que ofusca
A qualquer visão nesse sentido
Será passado
Mas o mundo continua
Sendo somente uma esfera
Não vai haver linha que reduza
A dor crônica e aguda que existir
Na alma e no coração
De cada triste poeta
Dores que a ninguém revela
Tristezas que se vão no vento
Navegando à deriva
Tempestade ... brisa
Um barco à vela a se perder de vista
Fica um poema em linha reta
Fica a saudade guardada
Num lugar escondido
Em cada passado
Um dia, tudo será perfeito
E as coisa que existem
desse modo como as vemos
Serão esquecidas
Disso tudo
Resta somente as lágrimas
Que tanto nesse dia
Quanto hoje
Não significam nada.
Edson Ricardo Paiva.
Não seja o guarda-chuva
de quem escolheu a tempestade.
Sentir a chuva é aprender
a olhar o céu com liberdade —
cair, lavar, renovar, viver.
Mais fácil que trair é você ter coragem de olhar no olho da outra pessoa e dizer:
"Eu não te amo mais". Sendo claro e objetivo e sincero.
Seguir adiante na vida, só terá significância quando conseguirmos olhar para os retrovisores cotidiano e avistar como passado aquilo que não favoreceu algo benéfico,
nem proporcionou horizontes
para uma continuidade...
Enquanto a tecnologia avança sem olhar para trás, quem escolhe permanecer parado começa a desaparecer aos poucos. Porque, neste mundo, não evoluir não é apenas ficar para trás… é assistir, em silêncio, os outros ocuparem o lugar que um dia poderia ter sido seu.
@ivomendesmorais
"Há poesia em cada canto, onde, com um olhar genuíno, é possível reconhecer o melhor de si mesmo.
Marcelo HB
“Quem ostenta vitórias busca o olhar alheio; quem carrega a paz já encontrou o próprio olhar.”
@Suedson_Corey
"Olhar para o mundo é olhar para si mesmo. O universo é um espelho daquilo que carregamos na alma.
Diante do abismo das incertezas, a vida nos divide entre duas forças:
• A luz que pacifica, acolhe e clareia o caminho;
• Ou a tempestade que agita, destrói e obscurece a visão.
O abismo não nos define. O que nos define é o que decidimos ser quando olhamos para ele."
A Poesia e a Tempestade
Cabem no mesmo olhar.
E entre meus mares revoltos
Dança um cavalo-marinho,
Brinca uma estrela-do-mar.
Alda de Miranda
I. A Origem e o Olhar Infantil
Na luz do eterno desejo primordial,
éramos crianças observando os céus,
reluzindo os sentidos do microcosmo.
A jornada começa na pureza do olhar. O microcosmo da mente humana se alinha à imensidão do universo, enxergando no espaço não um vazio inerte, mas uma simplicidade carregada de significado. É a escuridão que busca, na sua própria solidão, compreender a existência.
II. O Caos, a Lágrima e a Grande Obra
Vórtices dentro do cosmos são expostos nos níveis mais profundos:
achamos sentido no puro caos.
Depois que a órbita elíptica se transformou numa lágrima do universo,
o olho de Deus aprimorou seu brilho.
Numa nuvem que corta os nuances do tempo e espaço,
transcendendo sua própria existência magnânima,
a ópera magnânima se torna resiliência cósmica.
Aqui, o caos não é destruição, mas a matéria-prima do sentido. A figura da órbita que se molda como uma lágrima reflete a dor e a beleza da criação. A resiliência cósmica surge como a grande resposta da matéria e da vida contra a finitude.
III. O Despertar da Primeira Molécula
O degelo do foco num despertar arcaico da ilusão oponente
das falanges momentâneas são fragmentos esquecidos
da primeira molécula criada no universo.
Há um retorno às origens mais remotas. Ao dissolver as ilusões passageiras do cotidiano (as "falanges momentâneas"), a consciência humana reconhece sua ligação direta com a química primordial do cosmos. Somos feitos do mesmo tecido da primeira criação.
IV. O Crepúsculo do Espírito e a Fissura do Tempo
No envelhecer do meu espírito, vejo ventos solares dos sóis binários:
abre-se a subversão do mar do buraco negro,
difundindo numa ponte entre minha decadência,
vendo seus sonhos num buraco de minhoca.
Sendo instável a evolução de sina de outra era,
irrelevante — pois ainda estamos apaixonados
entre as eras do conhecimento.
Falésias do Meu Silêncio
Falésias íngremes, no meio do nada, fazem morada. Meu olhar se perde entre o vazio e o instante de inspiração. As rochas parecem mortas, mas, ao observá-las atentamente, vejo que há vida, há história, há beleza, há transformação, há mistério. Isso acontece quando conseguimos abrir as cortinas internas, e captar a essência que ali habita – o verdadeiro remédio da cura.
Cada passo traz a sensação de que estamos lutando por um lugar onde possamos, enfim, nos encaixar. Nos limites do tempo, há um intervalo silencioso à espera de que compreendemos seu ensinamento e sua postura diante da pressa daqueles que tentam seguir sem perceber.
Meus passos estão, a cada dia, mais lentos. Não quero mais correr. Não quero ter pressa. Não quero tropeçar. Quero entender. Quero mudar. Quero viver intensamente, sem ter que olhar para trás e revisitar o passado. Quero um olhar voltado ao futuro – um olhar de sucesso, de vida que me espera.
Hoje, penso apenas no agora e no que está por vir...
Rita Padoin
Vi a luz, do seu olhar
Bem, punhei a faca do luar
Na espada, dum guardanapo qualquer
Com ou sem mim
Continuará, mulher
Enchi, de sóis sua lua
Bem tal como, dei antes
Toda sua
Mas nem tem, porquê
Você saber o quê
Que tem, assim
Eu preciso de você
Meu amor
Seu clarão, apaga a luz na escuridão
E acende novamente, a luz que clareia
A imensidão
E me faz viver
Com ou sem você
Com ou sem você
Toda vez que olhar em um copo de bebida,
pense em quem mais te chama
e que você pode estar adiantando despedidas,
da pessoa que mais te ama!
Se for para eu te olhar com olhos de maldade,
que Deus derrame cegueira em meus olhos.
Se for para eu te tocar sem amor,
que minhas mãos percam o tato.
Se for para eu te falar sem verdade,
que minha voz se cale.
Porque em você eu só sei ver o bem,
só sei tocar com carinho,
só sei falar com amor.
*- Saul Beleza*
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