Poesia que Falam de Despedida
A gente nunca sabe o dia da nossa despedida, então capriche com suaPresença , esteja por inteiro em todo lugar que você estiver , pois você não ficará só nas lembranças, mas ficará pra sempre nos corações.
Frases do vini
Carta de Despedida
“Pra Ela Que Nunca Mais Voltou”
Ei, garota de olhos escuros e silêncio barulhento…
Não sei se você lembra de mim,
mas tem um pedaço seu que ainda vive em mim como se o tempo não tivesse passado. Você apareceu como quem não pede licença, entrou na minha mente e fez morada num canto que ninguém conhecia.
Foi tudo tão rápido, estranho, misterioso.
Mas, de algum jeito, foi real.
Mesmo que ninguém tenha visto,
mesmo que eu duvide às vezes,
meu peito lembra.
Você foi abrigo.
Foi confusão.
Foi arte em forma de pessoa.
Me ensinou que saudade não precisa durar anos pra doer como se fosse pra sempre.
Hoje, eu não escrevo pra pedir respostas.
Nem pra te culpar.
Eu escrevo porque quero me libertar do que ficou preso aqui dentro.
Se você era real, eu te desejo paz.
Se você era só uma fantasia, eu te agradeço por ter me feito sentir.
Mas agora, eu preciso me escolher.
Preciso me olhar no espelho e parar de procurar seu rosto nos rostos alheios.
Preciso parar de me perguntar "e se?",
e começar a me perguntar "e agora?"
Hoje eu me despeço.
Não porque eu esqueci.
Mas porque eu me respeito.
E porque eu mereço ser amado no presente.
Adeus, garota de franja e mistério.
Você foi capítulo.
Mas eu sou o livro inteiro.
o silêncio se tornou mais cruel do que qualquer palavra.
Não houve grito, não houve despedida — apenas o peso da ausência,
um corte invisível que sangrava dentro de mim.
Simplesmente se virou contra mim,
como quem fecha uma porta sem olhar para trás,
como quem apaga uma chama sem se importar com o frio que virá.
E eu, perdido
descobri que tudo o que sabia, tudo o que ofereci,
não foi o bastante.
O que restou de mim não é parte dela.
Restou-me apenas a força de continuar,
a coragem de transformar dor em poesia,
a certeza de que até o amor mais devastador se foi.
Porque amar é também perder,
e perder é também aprender a renascer.
E se um dia ela lembrar de mim,
não será do homem que ficou para trás,
mas do fogo que ardeu tão intensamente
que nem o tempo conseguiu apagar.
Não é uma despedida, é só uma hipótese — dessas que a gente pensa baixinho quando o peito lembra que é finito.
Se um dia eu fo, aliás, quando eu for, quero ir sem inventar desculpas. Já pedi perdão demais por ser intenso, por sentir demais, por não caber nos silêncios que esperavam de mim. Cansei de negociar minha essência pra parecer leve.
Não quero ser lembrado por “ter sido bom”, quero ser lembrado por ter sido real. Por ter misturado ternura com acidez, fé com ceticismo, coragem com medo, e mesmo assim, ter seguido. Quero que alguém, em algum momento, perceba que viveu com um pouco mais de coragem depois de cruzar comigo. Isso já me basta. Não deixo herança: deixo faísca. Se ela acender em alguém, sigo vivo.
E se perguntarem o que aprendi, direi: aprendi a me atravessar sem mapa. A perder com dignidade. A me refazer sem plateia. E a amar sem manual — porque o amor, no fim, é o último idioma antes do silêncio.
(Douglas Duarte de Almeida)
Despedida, por que me persegues?
Despedida, minha alma grita para te manter longe de mim.
Despedida, eu não quero te ter para mim.
Despedida, vai embora e leva o que me faz mal para ti.
Em ti, tudo é convite e despedida,
Um abraço que aquece, um amor que arde,
Explode o desejo, apaga a noite fria,
E ao amanhecer, incendeia a alma e a tarde.
Teu amor é um fogo que me consome,
Me entrego a ti, sem medo, sem receio,
Pois sei que em teus braços, eu me sinto em casa,
E que a saudade é o preço do amor que sentimos.
Mas se a despedida habita nossos dias,
É porque o amor que sentimos é verdadeiro,
E que mesmo na dor, há uma alegria,
Que só o amor pode trazer, sem igual.
E assim, me entrego a ti, sem medo, sem dor,
Pois sei que em ti, meu amor, eu sempre estou em um eterno deleite.
(Saul Beleza)
essa é a tradução daquele meu cantar depois do prazer, e fico nos teus braços murmurando...gostou?
Sinto a urgência de dizer as coisas antes que se percam.
A vida me parece uma despedida escrita em movimento,
capítulo após capítulo, sem rascunho definitivo.
Posso crer no que quiser — eternidade, alma, paraísos.
Mas, de concreto, só me foi dada esta travessia:
começo, meio e um único desfecho.
É o limite que torna tudo raro.
Existir uma vez exige atenção às muitas chances do agora.
Por isso, não deposito fé cega na promessa do amanhã.
Trocar o presente por uma possibilidade futura
é um investimento frágil demais para algo tão sério quanto viver.
Não adio palavras necessárias.
Digo meus “sins”, sustento meus “nãos”.
Cuido do que merece memória
e deixo o resto ir sem alarde.
Arrisco-me.
Lanço meus dados diariamente.
Escrevo-me, risco-me, reescrevo-me —
até que a carta, enfim, encontre seu ponto final.
Uma Palavra Chamada Saudade.
Saudade é a alma lembrando
que o amor não termina na despedida.
É o espírito tocando o tempo
para dizer que nada foi em vão.
Saudade é quando o invisível se faz presença
e o coração escuta o que os olhos não veem.
É sentir alguém perto
mesmo quando o corpo já não está.
Saudade nasce do encontro das almas,
não do acaso das despedidas.
Ela é ponte entre dois mundos,
fio de luz que não se rompe.
É oração sem palavras,
é conversa em pensamento,
é abraço que acontece no silêncio
e chega como paz ou como lágrima.
Existe saudade de quem partiu
e saudade de quem ainda virá.
Saudade de outras vidas,
de laços que o tempo não explica.
Ela dói, mas consola.
Machuca, mas ensina.
Porque só sente saudade
quem ama além da matéria.
E quando a saudade aperta demais,
não é castigo — é sinal.
Sinal de que o amor foi verdadeiro,
de que a alma reconheceu outra alma.
A saudade não separa.
Ela prepara o reencontro.
Não apaga histórias,
apenas as guarda em luz.
Ela nos lembra que ninguém é perdido,
que os vínculos não morrem,
que o adeus é só uma pausa
numa conversa eterna.
Por isso, quando a saudade vier,
não a expulse.
Acolha.
Ela é o amor dizendo baixinho:
eu continuo aqui.
As lágrimas rolam pelos amigos,
Se foram para nunca mais voltar,
Sem um adeus, sem uma despedida,
O que fazer com as minhas feridas?
Difícil viver um luto sem fim,
Lembro deles, e os imagino sorrindo entre as nuvens para mim.
Despedida é vento leve,
que sopra sem se prender.
Você quer respostas breves,
mas sem perguntas não há porquê.
O silêncio guarda segredos,
o coração tenta entender.
Não há verdade nos enredos,
se não se escuta pra valer.
Adeus que não é ausência,
é só pausa pra refletir.
Na pergunta há a essência,
na resposta, o repartir.
Bom dia Mônica
É com dor, mas com amor, que lhe peço licença para a despedida. Ontem, você virou souvenir. Flexionei os joelhos e implorei misericórdia a Deus. Hoje a dor está mais amena, quase imperceptível. Venho aqui despedir-me de um amor e também despedir-me de mim. Porque acordei vivo, aquele Jeremias que em mim habitava morreu ontem junto com a dor que o consumia. Hoje arremato uma história que, ao fim, chego externamente, mesmo não concordando, mas é preciso sair de dentro de mim. Porque está me matando pouco a pouco,
Ontem fui ao encontro da buzina do trem várias vezes em pensamento , mas uma luz emanou derrepente, minha filha nunca liga depois da meia noite e acredite ligou e falamos muito . Foi Deus que a mandou como anjo e não mais tive coragem de fazer o que estava nos planos . Vou mudar minha vida. Não estou me despedindo como ontem, hoje estou como homem. E não pensa que foi fácil tomar essa decisão, mas tudo tem começo meio e fim , a vida continua e terei gratidão para vida toda!
Obrigado por tudo, e a amizade continua e a divida também.
Despeço-me com o coração despedaçado, mas tenha certeza, nas minhas orações você sempre estará no pedido de paz, amor, saúde e felicidade.
Que sua vida, seu amor, seja eterno, juro que quero que você seja feliz com o atual. Não mais me importarei, afinal sou homem maduro, tenho que respeitar os limites para ser respeitado. E seguir se o amor morreu em você.
Menino criado com vó
Que a despedida seja nosso derradeiro anseio. Que dedicatórias e saudades não sejam nunca ensaiadas. Que os olhares não mirem lembranças ou lugares lembrando de alguém, e que a minha robusta linguagem seja tímida se um dia precisar falar de adeus com você.
Não tenho poemas tristes sobre você. A minha vida e a vida dos outros são todas vidas de dentro de você. Tu sabes que eu sei dizer e arrumar em palavras as mais consoladoras e convincentes. Só as nego e negarei dizer a todos qualquer coisa que explique um dia a tua ausência, porque “até logo” ou “até um dia” eu até diria, porém adeus jamais lhe daria.
E num verso em que foge a rima e o português rebuscado, digo-te até um pouco bravo, não com a braveza de um desorientado, mas falo da bravura de um filho de nordestino, cabra arretado, te proibindo que desta vida se retires antes que eu veja em vida os filhos dos meus filhos, para terem também a sorte, assim como eu tive, de ser menino criado com vó.
Quiçá todo mundo pudesse ter sido, como eu fui na infância, querido; hora outra chamado de neto preferido; comigo sempre repartindo os doces recebidos. Sorte na tua casa ter vivido, e da tua vida me foi feito abrigo, como até hoje e ainda em breve será.
Pois com pressa só tratamos a saúde. O que não for saudade pode esperar!
Não existe amor à primeira vista
O amor se revela na última despedida
É no "fica mais um pouco", que o amor se eterniza.
A Morte é um mistério
Deixa Dor na despedida
O Corpo é do cemitério
E o Espírito, a Luz da Vida.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
04/01/2026
Final rima com breu, solidão e partida
Rima com falta de abraço e também com despedida
Final rima com ternura que deixou de existir
Rima com planos desfeitos e com chão a se abrir
Final rima com vazio que aperta, que dá nó
E rima com o antigo "nós" que agora ficou só.
Depois da despedida
Lágrimas e long neck
Candy e Paolo
Teu cheiro como tatuagem
E uma passagem só de ida
É com dor, mas com amor, que peço licença para a despedida. Ontem, você virou souvenir. Dobrei os joelhos e implorei a Deus por misericórdia. Hoje a dor está mais leve, quase imperceptível. Venho me despedir de um amor e também de mim. Porque acordei vivo, aquele Jeremias que habitava em mim morreu ontem junto com a dor que o consumia. Hoje encerro uma história que, ao fim, concluo externamente, mesmo sem concordar, mas preciso sair de mim. Porque está me matando aos poucos.
Ontem, várias vezes pensei em encontrar a buzina do trem, mas uma luz brilhou de repente; minha filha nunca liga após a meia-noite, e acredite, ela ligou. Conversamos muito. Foi Deus que a enviou como anjo, e perdi a coragem de fazer o que planejava. Vou mudar minha vida. Não me despeço como ontem; hoje me despeço como homem. E não pense que foi fácil decidir, mas tudo tem começo, meio e fim. A vida continua e serei grato para sempre!
Obrigado por tudo. A amizade permanece e a dívida também.
Me despeço com o coração em pedaços, mas tenha certeza: em minhas orações, você sempre estará presente, com pedidos de paz, amor, saúde e felicidade.
Que sua vida e seu amor sejam eternos. Juro que desejo sua felicidade com ele. Não me importarei mais; afinal, sou um homem maduro. Preciso respeitar limites para ser respeitado. E seguir em frente, se o amor morreu em você.
O crepúsculo deu
a sua despedida,
as luzes da cidade
foram acesas,
a Lua coroada
está de estrelas
iluminando o Rio.
Ao mundo inteiro
oferto a veia
da paixão que não
oculto no peito
feita de vibração
e teu amor perfeito.
O desejo de viver
para cantar o amor
seja como for
é só o começo:
nos teus lábios
a sede de me amar.
No ritmo do Universo
a canção eterna
aos olhos lindos
voltados para quem ama,
esta temperatura
que amorosa chama
ao ardente total amplexo.
A despedida
da tarde soprou
as nuvens
com suavidade
e fez percussão
com as folhas
do sublime
bosque do deserto.
E pensando em ti
a todo instante,
não desistirei
custe o que custar
de ir em tua busca
nesta noite
de luar brilhante.
O interessante
é o quê sinto
e já é imenso,
e sei que ainda
não te conheço;
algo forte vem
me dizendo
que és todo meu
e a você pertenço.
E hoje entendo:
despedida nenhuma
apaga o que foi real.
Se não houve adeus, foi porque ainda há laço, um fio invisível
que me liga a você,
onde o amor continua…
mesmo em silêncio.
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