Poesia Poema Natureza

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⁠'nao me olhe desse jeito'
mas de que jeito?
estou apenas apreciando o castanho dos seus olhos
Apreciando esses seu sorriso apertado
Apreciando esses teus longos cílios
As curvas do seu cabelo enrolado
Tua risada sem graça
E sentindo minha tristeza escassa.
Talvez eu realmente te olhe diferente
Talvez um brilho apareça de repente
Nesse meu olhar reluzente
Toda vez q eu bato o olho em ti
E talvez ou sempre
Dentro da minha mente
Essas fotografias sem lente
Que eu tiro com o olhar
Possibilitam q quase sempre
De vc eu vá me lembrar.

Inserida por melmel09

⁠O Véu de Lete

Antes do alvorecer, fui tudo.
Rei e réptil, mãe e mártir,
ferro e flor.
Fui punhal e promessa,
fui incêndio e oração.
Mas ao nascer, bebi do rio.
E esqueci.

O nome da lâmina que me cortou.
O rosto da alma que me amou.
Os juramentos murmurados entre dentes
na última noite de outra vida.
Tudo se perdeu.
Como areia entre os dedos do tempo.

E no silêncio do não saber,
floresceu o saber maior.
Não o saber das lembranças,
mas o saber do instinto,
da escolha que pulsa sem porquê,
do medo que avisa, da paixão que chama,
do erro que retorna como mestre.

Esquecer foi meu pacto.
Minha chance de ser novo
sem me ferir do antigo.

Pois se eu lembrasse…
ah, se eu lembrasse!
Perdoar seria impossível.
E amar, um risco repetido.
Cada gesto se tornaria prisão.
Cada encontro, um julgamento.

Mas neste esquecimento sagrado,
a alma dança.
Livre de correntes de glória ou culpa,
ela ousa errar de novo.
E ao errar, aprende —
não com a mente, mas com a essência.

No final, quando o corpo dormir
e o véu se erguer,
voltarei à margem do rio.
E saberei.

Mas por ora, bendito seja o esquecimento.
Ele é o ventre onde renasço.
É o chão fértil do esquecimento
que guarda a semente da eterna sabedoria.

Inserida por robscheuer

"⁠Eu, em pedaços que ninguém entende"

não há inteiro em mim.
sou feita de partes que não se falam,
de pensamentos que dormem antes de nascer.

há fé, sim —
mas ela vive num canto escuro
e às vezes esquece o próprio nome.

às vezes eu falo com Deus,
ou com o silêncio,
ou com ninguém.
quem responde, nunca sei.

não quero sentido.
quero só continuar sendo,
mesmo quando ser
me pesa mais que viver.

sou poema que se nega a rimar,
sou lágrima sem nome no meio da tarde.

se me entenderes,
me perderei.
me guarde como se guarda o vento:
sem tentar fechar a mão.

Inserida por LuizaGrochvicz

⁠A chuva cai
Como as lágrimas dos meus olhos
Frente a tamanha dúvida.
Leva-me, no subconsciente,
A buscar respostas
Que resolvam tamanha loucura.

Queria escrever para ti
Até o momento que você notasse o amor que por ti sinto
E, se me permitir,
Escreverei até o dia que a visão me escurecer
E, como a chuva, minha vida se esvaísse.

Se não quiser, escreverei da mesma forma;
Meu amor é inexorável, não se transforma.
Mesmo que você nem saiba da existência desses versos,
Eles terão o mesmo sentimento
Que um dia lhe pareceu complexo
Sem razão nem contexto.

Mas gostaria de saber, por razão ou loucura:
O sentimento que nutro é recíproco?
Talvez nem lhe tenha ocorrido
Que, de forma inimaginável,
Meus sentimentos por você
São tão reais como o ar, o ser, o palpável.

Mas não pode ser possível!
Tantas mensagens inteligíveis,
Tantos versos escritos,
Tantas conversas incríveis, em que quase confesso,
Nada torna uma paixão
Mais real, possível?

Amor, se eu pudesse ser mais direto,
Fazê-lo-ia nesse instante.
Mas, como no encontro de uma constante,
Preciso de seu sinal para seguir adiante.
Portanto, sem ser mais hesitante:
Posso?

⁠VIDA

vida
o que pode se dizer
sempre tentando não morrer
sempre tentando não saber
o que é a morte
sorte
de quem não vive isso todos os dias
medo de uma bala perdia
acertar bem no meio do seu peito
e você ver o desespero
de todos a sua volta
e procurar
um motivo para não chorar
para não pensar
que todos os seus sonhos estão indo embora
para nunca voltar

⁠Pensei que morreria no dia em que você partiu.
Meu coração, em agonia, debatia-se feito ave ferida,
e o ar, rarefeito pela dor, mal encontrava espaço em meus pulmões.
Acreditei ser aquele o meu fim —
e o desespero, como mar em fúria, quase me tragou,
enquanto lágrimas silenciosas transbordavam
e afogavam cada recanto do meu leito.

Mas o sol nasceu... e eu não morri.

O sol segue nascendo, teimoso e brilhante,
e eu sigo com ele — mais firme, mais inteiro,
descobrindo que não era sua ausência que me definiria,
nem sua indiferença que me enterraria.

A vida canta, e eu… escolhi dançar com ela.

Inserida por marcoantonio04

⁠A raiz é o chão que sustenta,
Onde cresce forte,
Onde se alimenta.
É a terra que dá vida e faz florescer.
A terra é o mercado do céu,
Conexão enraizada no solo,
Onde podemos voar.

Inserida por srtacas

⁠Na extensão da noite,a minha mente está inquieta,o meu sono está distante,os meus pensamentos não param,estão numa agitação intensa,
instigando uma inspiração pulsante
que desperta com eficácia alguns versos que são significantes por serem avivados por um tom de audácia, por palavras calorosas e sentimentos sinceros,apenas um poema a partir do silêncioe da insônia de um poeta.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠1939
a fusão, a dissonância. os conceitos básicos da vida humana.
Fusão lhe da presentes. enquanto dissonância lhe da bombas.
fusão é nazista enquanto dissonância é judeu. fusão é branco. dissonancia ‘’tem cor’’.fusão executa, dissonancia sofre. a vida é injusta. dissonancia sempre perde....
dissonancia é sutil. mas não é respondida com sutileza.
Fusão é hostil mas não é respondida com hostilidade
‘’a perenidade disso é como um símbolo. tão inefável mas tão presente.’’

Inserida por maria_silva_1102051

⁠Futuro morto
No futuro ‘’quem são vocês?’’ perguntará a existência.
Ratos Imundos?
Baratas cascudas?
Cobras descoordenadas?
Lacraias pérfidas?
Não, a resposta é simples. Os magnânimos HUMANOS haja visto o anterior
a ancestralidade despedaçada em lágrimas
vulgares, dilacerada por mãos de quem um dia
já teve alma

Inserida por maria_silva_1102051

⁠Liberdade sem fim

Ata-me por minha paz sem fim
não é crime não ser criminoso
as barreiras me consomem
paz é liberdade
banem me
por não querer criar
um holocausto um breu
no fim do túnel
inundado por escuridão
escuridão do que
um dia
foras nomeado planeta...

Inserida por maria_silva_1102051

NOBRE FIDALGA A POETIZAR
Nobre homem cerra os ferrolhos.
vulgar olhar pedalar da morte.
descem brumas sobre os olhos
vulgo… salvador seras o ceu seras o mar..
tua brisa que à salvará…
serás a terra sublinhada em tais raízes
Raízes fidalgas da nobre a poetizar!

Inserida por maria_silva_1102051

⁠Nulo.
ser
a maldade do ser humano se dilata.
o mundo é a droga. persistir gerará te a morte
o pecado. que lúdico. quem é deus sem os humanos..
o pecado é nulo. a morte apenas quer persuadir por nós.
um fardo. uma sensação monótona. o crescer e morrer. nem todos crescem.

Inserida por maria_silva_1102051

O que é a vida?

⁠O que é a vida? — pergunta que ecoa,
No peito cansado, na mente que voa.
É brisa que passa, é chama que arde,
É dança de sonhos, tão doce e tão tarde.

Vivemos cercados por mil afazeres,
Repetem-se os dias, iguais os deveres.
Na roda do tempo, giramos sem ver
O tempo escapando sem a gente entender.

Esforços vazios, caminhos traçados,
São passos mecânicos, já programados.
Mas onde a mudança? Quem vem despertar
A alma que dorme sem se questionar?

Seremos eternos escravos da pressa,
Ou vamos enfim romper essa peça?
Quem somos no fundo? Quem vamos ser?
Se o mundo é espelho, por que não ver?

Talvez sejamos nós o vento que vira,
A mão que renega, a voz que inspira.
Pois se ninguém vem... então somos nós
Que temos a força, o grito, a voz.

Inserida por AndersonS

⁠Fui abstraído de minha posição de poeta
Por ser altruísta demais para o meu tempo,
E reconhecer o altíssimo valor do contratempo
Para a preparação de um ser exegeta

Exegeta este que é interpretador e poeta
de textos há muito esquecidos pelo homem
Pois os tolos seguem o idealista super-homem
mas esquecem dos antigos eunucos ascetas

Pois por isso eu repudio este povo
povo este de falsos ídolos e estátuas
Buscam bens, trabalhando os promovo
sujando-se por aquilo que lhes convém

Inserida por rei_asa

Pela cor do teu olho

Pela cor do teu olho, menina,
Verde forte, de hipnotizar,
Meu peito acelera na hora
Em que você começa a olhar.

É verde de floresta fechada,
Daquelas que escondem segredo,
E quando teus olhos me acham,
Eu já nem sei o que é medo.

Tem dia que eu tento disfarçar,
Mas teu olhar me atravessa,
Verde assim não dá pra negar,
É o que mais me interessa.

Se um dia eu criar coragem
E tudo resolver dizer,
Vai ser pela cor do teu olho
Que eu vou me declarar pra você.

Inserida por annajj

Abandono.

Nos teus versos calados,
Na tua alma chorada,
Perco-me nos teus braços.
E neles, eu clamava.

Clamava para a dor sumir,
Para os ventos se perderem,
Para então eu fugir,
Para nunca me verem.

Meu coração ja não aguenta mais,
Muito menos meu corpo,
Só sou um simples rapaz,
Que se desfaz com um sopro.

E nos passos descalços da alma,
Que pede e clama por socorro,
Peço que vá com calma,
Antes que me perca no abandono.⁠

Inserida por Gabriel88

⁠Meu olhar diz:
Já quebrei,
já chorei,
já renasci.

Modo 'forte mas humana' ativado
(e sim, tá dando trabalho)...

Mas olha só:
ainda tô aqui.

Inserida por martinha_s_dias

⁠Tantos olhares por aí...
janelas da alma, sem fim.
Alguns curiosos, a espreitar,
outros cansados, a sonhar.

Há o brilho breve do que passa,
e o pesar mudo que se disfarça.
Olhares que julgam sem conhecer,
e os que acolhem, sem querer.

Em cada um, um mundo se encerra,
histórias contadas sem guerra.
Tantas vidas em um piscar,
tantas verdades a nos guiar.

E no meio de tanto ver,
o meu olhar, tentando entender.

Inserida por MensageiroLeal

Acordes na Maré

Você partiu feito onda que some,
deixou na areia seu rastro e seu nome.
E eu fico aqui, rindo entre soluços,
lembrando teus acordes, teus passos astutos.

Tocava violão com alma de sol,
cada nota tua era um farol.
Na beira da praia, de pés na espuma,
cantava pra vida, cantava pra lua.

O luto chegou, sim, sem pedir licença,
mas não apagou tua doce presença.
Ela mora no vento que embaraça o cabelo,
nas canções que tocam no fim de janeiro.

Saudade? Tenho. É parte de mim.
Mas também é sorriso, memória e jardim.
Teu riso ainda dança no som das marés,
e tua batida vibra nos meus pés.

Hoje, sento sozinho na areia molhada,
o mar me consola, a noite é pintada.
Tuas músicas vivem nas ondas que vêm —
cada acorde me diz: “Tô contigo, tá bem?”

Inserida por annajj

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