Poemas para o Dia dos Namorados que encantam em cada verso
"Gastaria todos os meus beijos em ti, no entanto, ainda assim seriam insuficientes para retribuir o teu carinho e afeto por mim."
Parecer-te, para mim, é um flete, ainda verde, mas quando amadurecer, humm, que delícia! Será um muse, um lume no meu amanhecer.
"Se os teus olhos não derramam lágrimas em nenhum momento, Por causa da mágoa, dor, alheios sofrimentos, põe a barba de molho, pois morreste por dentro."
Que as batidas de meu coração hoje se transformem em música! Que seja uma música boa, calma, acolhedora.Que transmita a paz, irradie o amor, ensine a compaixão, a gratidão, mas que, sobretudo, vise o bem, deseje o bem, sem olhar a quem.
Existem duas palavras, com número de letras, sentido e entonação diferentes, porém se confundem e é muito difícil desassociar. Nem a teoria da relatividade que pode explicar segredos do universo, não consegue e, com certeza, jamais explicará. Palavras pequeninas de uma incomensurável dimensão: Amor e Mãe!
Via WhatsApp, recebi um breve vídeo de cerca de um minuto, registrando na praia, a beira do mar, casal de idosos, bem idosos, que brincam de chutar a água para molhar o outro, como crianças/adolescentes, uma cena de um lirismo, cumplicidade e carinho que emociona, ratificando que: amor não tem idade!
Uma avenida não é só um logradouro. A expressão ‘avenida’, pode também definir uma relação afetiva. O fluxo e a intensidade do tráfego nos dois sentidos são indicadores dos sentimentos, se existe ou não uma efetiva troca.
Pode ser considerado difícil, complicado, longe, inseguro e até inviável, todos adjetivos para justificar que não dá. Transpor as muralhas da China o melhor comparativo do desafio. Porém, se é amor, em duas vias, com mesma intensidade, desejo e crença, meros obstáculos.
Desafio, tanto para o ser humano ao longo dos milênios quanto agora para a ‘IA – Inteligência Artificial’, não é explorar o cosmos, as profundezas dos oceanos, as partículas atômicas, a genética molecular e bioquímica, mas sim entender, explicar e controlar: o amor!
Entre outros dilemas humanos, duas questões filosóficas distintas, que interagem entre si, cujas respostas atormentam a vida e a todos: ser ou não ser e o amor ou o dinheiro.
Coisas do passado, hoje distantes: era o encontro dos blocos de rua das Petequinhas e dos Piu-Piu, das meninas com os meninos. Um momento de alegria geral, lúdico, com todos a caráter e, no final, o bônus do amor espontâneo, com cheiro de cerveja e licor de anis.
Infeliz de quem vê, acima de tudo, até na relação amorosa, registros contábeis de receitas e despesas. Se for deficitária, o estorno é inevitável. E o amor? Amor? Que amor?
Não se leva em conta, mas a falta e as lembranças vão doer bem mais que suportar os defeitos e a chatice de daquelas pessoas que amamos.
Ame-se ao ponto de não se abandonar sob quaisquer circunstâncias, e assim, poderá viver um grande amor.
O quê torna a gente mais importante para as pessoas de bem é ama-las. Não são os diplomas, os status, os bens e nem a fama.
A prática de boas coisas, ainda que silênciosa, com intenção e atitudes corretas e em segredo de alma valem mais que discursos fervorosos. Faz bem e é registrado na eternidade!
Quando estamos desarmados ( da amargura, timidez, egocentrismo, autoritarismo, religiosidade, preconceitos, etc) abrimos oportunidade para abraços e sorrisos em cada encontro.
