Poemas para o Dia dos Namorados que encantam em cada verso

Amor de Infância
Quando tempo fique te esperando, eu dormia e acordava de beijando, sonhava com você todos os dias, você era a única pessoa que eu queria. O tempo passou e você foi embora levou com você a nossa história, e comigo ficou as lembranças das coisas que fazíamos na nossa infância.
Eu não sabia o que dizer, eu não sabia o que falar simplesmente aconteceu você na minha vida, eu não sei se era o certo, eu não sei se era assim, mas o nosso amor de infância nunca terá, nunca terá um fim.
Deus nos abençoou, Deus nos protegeu, não sei porque somos assim mas temos o amor para nós unir, nada poderá nos separa, nada nunca irá nos fazer chorar, pois o nosso amor de infância para sempre vai durar.

O Primeiro Amor


Cresci escutando que o primeiro amor da vida de uma menina é o pai. Nunca ouvi tanta mentira caber em tão poucas palavras.


Porque o primeiro amor de um filho não deveria ser definido pelo gênero, mas pelo vínculo, pelo cuidado, pelo lugar onde o coração encontra o primeiro abrigo. E, para mim, esse primeiro amor sempre foi a mãe.


É nela que encontramos conforto, é no colo dela que descobrimos aconchego, é na voz dela que encontramos calma quando ainda nem sabemos explicar o que sentimos. É através dela que a vida começa, é dentro dela que, antes mesmo de conhecermos o mundo, já somos existência, já somos parte de alguém.


Antes de aprender a amar qualquer outra pessoa, aprendemos o amor através dela. Antes de conhecer qualquer paixão, conhecemos o calor de um colo. Antes de entender o significado de pertencimento, já pertencemos a alguém.


Talvez o primeiro amor não seja aquele que nos ensina a amar romanticamente. Talvez seja aquele que nos ensina, pela primeira vez, o que significa ser amado.


E é por isso que nunca consegui enxergar verdade nessa frase que colocaram tantas vezes como regra. Porque amor não é uma fórmula, não é uma sentença pronta e muito menos uma definição baseada em gênero.


O primeiro amor é aquele que nos acolhe quando ainda somos pequenos demais para compreender o mundo. É aquele que nos reconhece antes mesmo de sabermos quem somos. É aquele que nos oferece abrigo quando tudo ao redor ainda é desconhecido.


E, para mim, esse amor tem nome: mãe.


Porque antes de qualquer romance, antes de qualquer paixão, antes de qualquer pessoa que um dia possa chegar e ocupar espaço no coração, existe aquela que nos ensinou, mesmo sem palavras, que amar também é cuidar, proteger, acolher e permanecer.


O primeiro amor não é necessariamente quem um dia fará o coração bater mais forte.


É quem, um dia, ensinou esse coração a bater.

O Pecado de Escolher a Paz


Eu nunca compreendi como um grande amor,
que ontem era abrigo, hoje vira rancor;
como quem adormece envolto em carinho
desperta odiando quem andou no seu caminho.


Por que a ternura se torna vingança?
Por que destruir aquilo que um dia foi esperança?
Ciclos se encerram, caminhos se desfazem,
amores se transformam, pessoas se afastam.


Mas por que transformar um adeus em prisão?
Por que fazer da partida uma condenação?
Só porque alguém não coube na expectativa,
merece carregar uma culpa tão viva?


Eu também já esperei de quem não correspondeu,
já amei quem não foi aquilo que prometeu.
Nem por isso fiz do ressentimento uma arma,
nem transformei despedida em guerra ou desgraça.


Então por que fazem comigo aquilo que não fiz?
Por que me chamam de monstro, se eu só quis ser feliz?
Ninguém viu minhas noites, ninguém viu minha dor,
ninguém sabe quantas vezes calei por amor.


Eu não quis destruir, eu só quis respirar;
não quis ferir, só precisava me encontrar.
E se partir de onde eu já não podia florescer
me fez parecer cruel, então que seja —
eu escolhi viver.


Não quero tua queda, não quero vingança,
não quero transformar mágoa em lembrança.
O que um dia foi amor não precisa ser guerra,
nem todo adeus precisa incendiar a terra.


Talvez um dia você consiga entender:
eu não fui embora porque deixei de querer.
Fui embora porque, para continuar ao teu lado,
eu precisava deixar de ser quem eu sou — e isso seria errado.


E se me chamarem de vilã, deixarei o tempo falar:
há verdades que só o silêncio consegue revelar.


Porque, no fim, aprendi a duras penas:


nem todo amor nasceu para permanecer,
nem todo adeus precisa fazer alguém sofrer.
E escolher a própria paz, depois de tanto padecer,
não é crueldade — é finalmente escolher viver.

Pequenos detalhes


o amor se revela no simples,
numa flor, num calor, numa nuance,
porque quase tudo que importa
cabe no pouco
antes que o medo alcance.


amar nunca me pareceu complexo.
complexo é interpretar silêncio,
prever ausência,
conjugar o futuro
antes de aprender o presente.


o medo tem essa mania
de transformar ponto em reticência,
carinho em hipótese,
e qualquer demora
em evidência.


quero te amar, e amar, e amar,
até gastar o verbo
de tanto o conjugar.


sem procurar antítese no afeto,
sem fazer do erro um presságio,
sem transformar cada detalhe
num argumento contrário.


quero ser frágil sem ser pouco,
vulnerável sem pedir garantia,
deixar que você conheça
o que eu escondo até de mim
nos dias de covardia.


quero errar sem fazer do erro
uma profecia do final,
porque já perdi coisas bonitas
tentando encontrar perigo
em todo ato banal.

Amor é dar, não receber;

Quem quer receber tem interesse em receber;
Quem quer dar não tem interesse em dar.

Que interesse haveria em dar algo sem exigir nada em troca?

Exigir receber é interesse;
Dar é amor.

A maior prova de que amor é dar está na morte...

Quando morremos, não levamos nada do que recebemos, apenas deixamos o amor no coração das pessoas que conhecemos, com quem compartilhamos e que amamos.

SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.

Nossa História, Nosso Amor


​Não foi o acaso que nos uniu,
foi a vida pedindo recomeço.
A dor de lá encontrou a dor de cá,
e no meio da tempestade
a gente descobriu o nosso abrigo.
​Ele veio lá do Sul,
com o vento frio e o peito ferido.
Eu, aqui no asfalto paulistano,
com a alma aflita, cuidando dos meus.
A vida nos testou com força,
mas do meio dos espinhos
nasceu o carinho mais bonito
que o coração humano pode ter.
​O tempo olhou para nós dois
e contou trinta anos no relógio,
mas o amor não sabe contar anos.
O amor só sabe contar abraços,
só sabe contar o desejo, a entrega,
o arrepio na pele ao segurar a mão.
​A Avenida Paulista parou para ver
o nosso primeiro encontro.
Enfrentei o vento forte das terras dele,
o frio gelado que assusta a gente,
mas o calor que recebi no peito
deixou a vida quente de novo.
​Que não seja eterno posto que é chama,
mas que seja infinito enquanto dure.
Hoje a gente vive assim:
corpo, alma, paixão e verdade.
Ele é meu porto seguro, meu homem,
meu presente e meu futuro.
A prova viva e bonita
de que o amor de verdade
sempre vale a pena.

Hoje, ao cuidar do jardim
Eu pensei assim:
de que me vale cuidar da flor
se não tenho um amor
pra quem eu a possa ofertar?
E logo em seguida
surgiu-me mais uma pergunta
De que me valeria amar alguém
Se não a tivesse junto a mim
E se junto a mim, o amor acabasse
Pode ser que o amor durasse
E o desenlasse não fosse feliz
De que me valeria fazer tanta coisa
Se o mais importante eu não fiz
E de que me valeria fazer o mais importante
Se de instante em instante
A vida passa
E se a vida não passasse
Qual seria a graça
De ficar pra sempre nessa dor
E qual é o motivo da pressa
Em morrer sem viver
Sem flor a chorar por mim?
E então, nessa hora eu pensei assim:
Acho melhor eu cuidar desse jardim

Edson Ricardo Paiva

O amor mais bonito é o de Deus
pois me faz conviver com a sua beleza
mesmo em fartos campos de guerra
me conduz em paz pelos cantos da Terra.

O amor deveria ser para sempre, mas sabemos que o para sempre, sempre acaba!
Não busque inflamações oculares, quando já se sabe que a maior parte da sua vida, você passou chorando por alguém que não lhe merecia.
Engane o seu cérebro, ele é burro, se você sorrir, ele entende que você está feliz.

Peça aos vivos que se despeça dos mortos, com a grande certeza de que nada foi em vão.
O amor verdadeiro não desaparece, ele se modifica, o tempo passa rápido, e há uma certeza do reencontro, todos nós somos a linha do tempo no tempo de alguém.

O amor é bonito
Quando ele é recíproco,
a vida ganha um novo sentido.
Um sentido bonito!
A vida fica mais bonita e colorida
Você recebe elogios, carinhos e provas de amor diárias
Você ganha mais alguém para amar e para te amar de volta.

Interesse


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino

Deixe o Amor fluir dentro de você


E viva feliz


E sorrindo pra valer


Para que todos possam ver...

Mergulhei velho na fonte da juventude


Por isso grito


"Jovens pulem de cabeça no amor"

Você pode ignorar a chuva e ainda assim ela continua caindo.

Você pode ignorar o amor e ainda assim ele continua fluindo.

... o amor-próprio,
quando desprovido de qualquer
traço de egoísmo e vaidade, transforma-se
na fonte primeira de toda consistência
e plenitude do amor ao
próximo!

Dizem que o amor se alimenta de presença, mas a nossa história tem me provado que ele sobrevive, na verdade, de algo muito mais profundo: a conexão. Mesmo com os quilômetros que nos separam agora, sinto que nunca estivemos tão sintonizados.
Estar longe de você me ensinou a dar um novo valor ao que antes parecia comum. Hoje, o som da sua voz pelo telefone é o meu porto seguro, e cada segundo da nossa contagem regressiva para o próximo encontro é o que me mantém focado e sorrindo durante o dia. É engraçado como a distância não diminui nada; ela só serviu como uma lente de aumento para a falta que você me faz e para a vontade que tenho de te ter por perto, sem pressa de ir embora.
Não vou mentir, fechar os olhos à noite e não sentir o seu abraço é o momento mais difícil. Mas, toda manhã, ao acordar, eu percebo que escolheria você mais mil vezes, em qualquer circunstância, atravessando qualquer estrada. Porque não importa onde nossos corpos estejam, eu sei que nossos corações ainda batem no mesmo ritmo.
Espero pelo dia em que a tela do celular será substituída pelo toque das nossas mãos. Até lá, guardo você aqui dentro, em cada pensamento e em cada detalhe.

Confissão




Nunca consegui falar de amor
No verdadeiro sentido.
Tento falar dele,
Mas penso que é inútil
Falar de algo que nunca tive.


Me pego pensando
Que falo tanto de amor
Justamente por nunca ter tido.
Por não saber o que é amor.


Pois quem tem e sabe
O que é uma coisa
Não fala dela todo dia.


Eu nunca tive o amor,
Mas eu soube dar.
Acho que soube.
Acho que sei amar de verdade.
Mas também sei
Que nunca fui amada.


E dói saber
Que só sou desejada, não amada.

Esse "amor ao próximo" torna-se ainda mais suspeito em épocas festivas, como o Natal, ou durante campanhas políticas. Nestes momentos, a caridade ganha data marcada e interesses ocultos. O fiel deixa de ser uma alma a ser cuidada para se tornar um número em um curral eleitoral. O líder negocia a influência do cajado por verbas e cargos, enquanto a ajuda social vira moeda de troca para angariar votos.
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