Poesia de Mae para meu Filho Homem
O coração ao som
do tambor de mina
da Via Láctea
na vida nos orienta,
O amor é meu lema,
os teus olhos mantém
vivos cada poema.
As estrelas no céu da Pátria
profunda dançam
com o destino que nos brinca.
E eu não consigo pensar
em outra coisa a não ser
em me lançar no abismo
desta tua linda boca.
Sinceramente, não acho,
e sim tenho toda a certeza
que nada tem de ensaio.
Nas minhas mãos levo
o feitiço do teu amor
com destreza e me divirto
com este doidivano fascínio.
A poesia destes dias andam
gingando em campo aberto,
e que você é meu é óbvio e certo.
De soslaio você anda
desenhando a rota rumo ao paraíso,
a tua astúcia eu conheço,
no silêncio amoroso nos guardo.
Ainda insisto em ter
um amor gentil que
seja capaz de segurar
e até mesmo buscar
o meu chapéu caso
a ventania sopre
por esta Cavalhada.
Não é pedir demais
um amor que eu ame,
e também por ele seja amada.
Entre cavalheiros vestidos
de azul e de vermelho,
passam por nós a Côrte,
a nobreza e os lacaios,
e o dia nos reverencia
com toda a beleza.
Não é pedir demais
um amor que me cuide e guarde,
e eu faça o mesmo por ele.
Fino é o trote que
o destino põe o coração,
se o amor não for profundo,
é melhor que do caminho
seja desviado pelo Divino.
Não é pedir demais
um amor que seja meu e eu seja dele,
e que só em nós tenhamos o deleite.
Os teus dias não têm sido
mais os mesmos,
Os teus olhos brilham
quando você ouve
o meu nome,
Por mim você está
a cada dia mais derretido
e anda muito mais romântico.
Eu sei que você quer
me convidar para dançar
na roda o Curitibano contigo,
no teu bolso sei que guarda
com amor um versinho,
e quando a minha cintura
você apertar não
vai querer outro abrigo.
Juro sob o testemunho
do meu generoso
Médio Vale do Itajaí
que se eu tivesse
nascer de novo como
poetisa eu escolheria
o mesmo idioma
como berço esplêndido
para cantar o mesmo
Hino Nacional Brasileiro.
Tenho na minha Língua
o meu passaporte
para onde quero,
a minha balada romântica
o meu descanso e meu protesto.
A minha Língua é Pátria
gigante celebrada
daqui da cidade de Rodeio
onde a celebro com poesia,
honro Santa Catarina
e reverencio o Brasil inteiro.
Com a Língua Portuguesa
nado de bruços, boio
e nado de borboleta
escrevendo o meu poema
pelo Rio Itajaí-Açu adentro,
Até hoje não tenho
conhecimento de outro
teorema que me faça
descrer que a minha Língua
não seja a mais língua
poética do mundo e poema.
Igual no Sul Brasileiro
o meu amor primeiro
é meu amor derradeiro
em terras catarinenses,
também sendo escrito
aqui na cidade de Rodeio
no Médio Vale do Itajaí.
A Língua Portuguesa
é o maior poema
do Hemisfério Sul,
que por mim e por todos
continua sendo escrito,
[mesmo que passe
por alguns despercebido].
O nosso amor indelével
primeiro e derradeiro que
tem asas de Sabiá-Laranjeira
rimando na Língua Portuguesa,
signo da Pátria Brasileira,
[que traz a devoção perfeita
de portar este estandarte,
guia e inabalável poema].
Idioma nascido do espírito,
escrito pelo atlântico destino,
que por nós sendo falado,
estudado, lido, escrito,
cantado, pintado, esculpido,
traduzido, conhecido, vívido
e orgulhado por cada
peito enamorado reunido.
Meu Uirapuru bonito
que com seu canto tem
feito o meu coração
todos os dias rendido,
Não há ninguém que
se compare contigo,
Por premonição
vejo você comigo.
A festa que você faz
todos os dias no meu
coração merece ser
retribuída com "pato,
tucupi, jambu"
e toda a maravilha.
(Porque o quê eu
vejo nos teus olhos
só a poesia explica).
Celebrando a sua existência
até quando fica calado,
O meu coração te celebra
em todos os sabores do Brasil,
Neste sábado te seduzir
com um Virado à Paulista,
Para sentir o aroma da poesia
e não ficar do que é próprio
do nosso amor ficar desligado.
Quem provou do meu
Chambari poético,
Nunca mais esqueceu;
Agora hei de preparar
para você que há
por mim se apaixonar
e se enredar no encanto meu.
(Sou eu o teu amor sublime amor
feito para ser e encaixe
perfeito para um coração como o teu).
Não tenho dúvida
que o teu precioso
coração é meu,
vai ter carinho,
Moqueca de Camarão,
Caranguejo e beijinho;
Eu sou sua e poeta
até quando estivermos
no silêncio da rede
embalada pelo amor,
olhando para o Céu
e sem hora marcada.
Cada verso que tenho
escrito é um prato
premeditado para te servir
com todo o calor do meu amor,
Porque eu te quero
satisfeito e bem cuidado;
Estou me preparando
para fazer Chiclete de Camarão,
ganhar de vez o seu coração
e te derreter com a minha sedução.
Para você te ofereço
o meu amor quente,
O meu poético
Baião de Dois Cearense
tudo aquilo só pertence
a gente e ninguém
mais cabe participar,
Você é meu na grandeza
e neste oceano de amar.
Gloxínias coloridas
ao meu redor,
Sou a poetisa
do teu amor,
Tenho paciência
de esperar,
A iniciativa é você
quem vai tomar.
Os meus beijos
são bem melhores
do que licor,
A minha cintura
as tuas mãos
irão domar,
Prefiro te esperar,
a iniciativa
não vou tomar.
Gloxínias coloridas
no meu destino,
neste caminho
que sobrevivemos
desde muito cedo
obrigados ao vício
da letal da unitária
responsabilidade
solitária pelo amor
e renunciar o andor.
Lidar comigo não
tem nenhum segredo,
e trocando em miúdos:
Quero amar sem medo.
O vento sul balança
as flores da Manduirana,
O meu coração jamais
na vida me engana:
Ele me diz que você me ama.
No vaivém face a face
com você meu bem
em sonho eu estive,
No auge do encontro
do amor a sós no maxixe.
Este meu repente é um
Martelo Agalopado
feito para ser diferente,
Cantado para ser
embalado na mente,
Neste mundo onde
só existe gente que mente,
Que gosta de viver
problematicamente;
Prefiro esperar por
alguém que saiba
conversar como gente,
Que não viva por
aquilo que futilmente
o ego preenche
e que saiba amar desinteressadamente.
Sou peixe na sua rede,
você é pescador
no mar do meu amor,
Chamei o grupo para tocar
você jogou a rede
junto com os outros,
Todos muito animados
começaram a cantar e a dançar,
Foi assim que você conseguiu
me envolver e conquistar.
Rodeio és meu tesouro
do Médio Vale do Itajaí,
Eu te conheço como
as palmas das minhas mãos,
E eu te amo de um jeito
tão profundo que sei decodificar sempre que fica em silêncio.
Rodeio, eu te amo por inteiro!
Rodeio és meu paraíso poético
do Médio Vale do Itajaí,
Eu te rendo com devoção cada
verso diário por viver aqui,
E eu te amo de um jeito que
só a tua companhia me basta,
e com muito amor que não passa.
Rodeio, eu te amo por inteiro!
Onde o santo e o profano
se encontram o nosso
amor dança o Sairé,
Você é o Capitão do meu
destino e eu a Sairapora
escrita para guiar o seu
caminho e assim a festa
tem feito morada em nós.
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