Poesia de Amor pequena
Cada parte de mim me avisava que era você e a partir de agora não haveria mais ninguém. Você, que creio eu, esteve em todas minhas vidas, e continuara nelas por toda eternidade.
Aquele lugar que eu tenho sonhado por toda minha vida e quando eu realmente consigo, ele se torna irreal até nas minhas lembranças , como seu eu precisasse de uma prova de que tudo aquilo realmente aconteceu. Aquele lugar onde finalmente meu coração tem paz.
Tenho um Full House nas mãos mas não sei a hora certa de jogar. Quais serão as cartas do meu adversário? Entrei nesse jogo para ganhar e não sairei até conseguir. Corações na mesa, aumentem suas apostas!
Você é viciante, não posso negar, nos dois sabemos porque estamos nisso .. estão, boa sorte, mas acho que nos dois sairemos ganhando
Serei como aquelas moças de antigamente que joga para deixar os homens desesperadamente , perdidamente apaixonados .. deixa-lós fazer serenatas e juras de amor apenas para poder segurar suas mãos na pracinha.
É aquele seu cheiro que me persegue e me faz lembrar de você, mesmo eu querendo esquecer de tudo com todas as forças. Engraçado lembrar de tudo que foi dito, você me fez acreditar que era de verdade.
A cada segundo minha mente viaja e te encontra , só a você ela encontra . Perdi os pensamentos .. Nem se quer posso falar apenas de outra coisa que não seja você .
Talvez isso porque você me faz sair desse mundo e me leva pra aquele mundo de magia só nosso , onde as horas passam rapidamente .
Mas uma frase hoje me intriga : “mas nem tudo acaba quando termina” . Será que terminou ou é apenas uma pausa que o destino nos deu . Bom , só o mesmo poderá dizer .
Esse mundo novo ainda é obscuro, como meus pensamentos. Mas quando o clarão da verdade, do novo, vier sobre meus olhos, espero ver você ainda na minha vida .
Na verdade, estou sentindo algo novo. Quando estava no fundo do poço, na mais obscura solidão, esperando que outra pessoa me salvasse, aparece você, um príncipe encantado no cavalo branco sobre o luar.
Eu soletro teu nome no escuro. Treino textos sem sentido para me declarar depois. Ouço sua voz ecoar pelos cômodos da casa. Ascendo a luz, mas não há ninguém.
Nunca tinha vivido uma história tão intensa, nem tão bonita, de arrepiar. Nunca havia me doado tanto, acreditado tanto, como essa agora.
Então eu banquei o sincero e te disse que o que me sufocava era essa demora, esse seu medo de iniciar o que já havia começado.
E eu fico lembrando do seu jeito sério e suas palavras cuidadosamente escolhidas no momento em que o silêncio prevalece entre nós. Eu dou risada dessa sua cara porque essa coisa de melhor amigo, no nosso caso, nunca fez sentido dentro da minha cabeça.
Havia um pouco da gente em cada canto. Havia a gente. Era tanto, que eu não sabia distinguir você de mim.
Ainda sinto meus cílios dormentes, porque forço meus olhos, para que eu não adormeça, para não deixar de pensar em você.
E para que não doesse demais, deixei que o tempo resolvesse por si só. Não fazia mais o mínimo esforço para dar certo.
Às vezes passa só um pouquinho. Mas aí volta mais pesada, dolorosa, sem dosagem. Nenhum ser humano é capaz de aguentar. É uma dor desocupada, amargurada, infeliz. Me mata todos os dias.
Daí depois veio com aquele papo que eu apareci na hora errada, que eu era especial demais, que não queria me fazer sofrer. Mal sabia que eu já havia me entregado tanto, e que, a essa altura, não tinha mais volta.
