Poesia de Amor pequena
A matemática, que é exata, calcula, mede e prevê com certa capacidade lógica. Já o amor, que é ilógico e sem razão aparente, transcende qualquer fórmula e cresce livremente nas entrelinhas do coração.
Quando a nossa vida for apenas uma lembrança, que seja o amor que oferecemos a chave para a eternidade de nossa existência.
O mais puro amor não se exibe, ele é intrínseco ao ser, brota do mais íntimo do coração, é silencioso na forma, mas grandioso na essência.
O oceano pode até ser imenso, mas a grandeza do infinito não tem limites — assim como o amor, que não conhece fronteiras.
Na vida, com Sua humildade, mostrou ser o Senhor; na morte, com Sua entrega, revelou todo Seu amor; na ressurreição, com Sua glória, confirmou a promessa de Salvador.
Cristo ressuscitou, aleluia! E com Ele, a esperança, o amor e uma nova vida. Ele vive — e Sua redenção pulsa em nós a cada novo amanhecer.
Na vida, tudo tem um preço — inclusive a nossa própria existência. E Ele, por amor, pagou com a Sua vida. Mas a história não terminou ali: Ele ressuscitou — e vivo está.
O verdadeiro amor é aquele que não precisa ser visto, mas experimentado. Nele, a vida se sustenta, e é através dele que encontramos o verdadeiro sentido de existir.
Que nossos passos edifiquem, nossas palavras inspirem e nosso amor transforme cada lugar por onde passarmos.
A melhor fonte de inspiração é aquela que nasce da verdade vivida, do amor praticado e da fé que resiste mesmo nos dias difíceis.
"O amor é uma coisa, como um objeto, só que ele depende de que a gente cuide dele pra dar certo, senão ele quebra, então a gente tem que cuidar todo dia."
Como um anjo caído que repousou sua missão no amor, sem dever esquecer sua real missão; este esquecimento, a morte de si mesmo.
O amor verdadeiro pode ser difícil e doloroso, mas nunca deve ser abandonado. Mesmo em fase da adversidade, o amor pode prevalecer se for forte o suficiente.
O amor verdadeiro nunca morre, mesmo quando as circunstâncias parecem impossíveis. Mesmo que haja distância ou outras barreiras, o amor pode sobreviver se for forte o suficiente e se as pessoas envolvidas acreditarem nele.
Entre a falta e a perda de um amor há diferenças: a falta é o vazio de um amor futuro; a perda é o vazio de uma amor passado.
O tempo do amor não pode ser medido com as batidas do coração e sim com suas paradas; já o tempo de amar, não existe, é infinito.
A não presença de um amor não significa um amor ausente; o silêncio de um amor não significa a sua falta; a evidência de um amor se faz na presença que não se vê e no silêncio que não se cala.
Viver significa não ter momentos em que lhe falte o amor; acreditar existir, senti-lo, mesmo que distante e em silêncio.
Ao amor do passado… dou-lhe o nome de eternidade; ao amor do futuro… dou-lhe o nome de felicidade; à falta de amor no presente… dou-lhe o nome de esperança.
Na sociedade contemporânea do século XXI ficou cada vez mais difícil encontrar o amor e a felicidade em par sem saber para isto bem administrar o interesse pessoal acima de todas as coisas, um inabalável egoísmo selvagem sobrevivente e a vida sempre em torno e à partir de nos mesmo.
