Poesia de Amor pequena
Nosso amor nasceu na distância e ao tempo sobrevive, por que nasceu primeiro no céu, em noite de lua e estrelas impossíveis...
Nunca mais ACREDITO no amor, desde o dia em que apressada em marcha ré fui chorando o adeus. Aquele adeus que não pôde dizer parada olhando o seu rosto.
Que a brisa suave da noite acaricie suas portas, e entre os dedos do amor passem toda esperança de um novo amanhecer, carregando em suas asas os raios de um sol dourado colorindo aos teus olhos a canção da vida.
Foi ilário só agora perceber que aquilo era um amor platônico crônico, uma ilusão em decomposição, um buraco negro sem estrelas em segredo.
Colibri vem provar meu pólen mel, exposto a te esperar, no sol e no luar, ousada flor implora amor debaixo do céu
E se o amanhã chegar, que eu me envergonhe desse amor choxo de hoje e possa amar com um amor mais solidificado.
Guardei os segredos da manhã, a musa inoscente á revelá-se. O amor chega em nau longínqua, arrasta tarde adentro sentimentos fugitivos que des culpado procura a escuridão da noite fecha os olhos a neutralizá-se.
O respeito á natureza é patriarca, é carro chefe, é amor singular que protagoniza a vida. Sem ele não não existe outros respeitos.
Quando verdadeiramente é amor, não conseguimos descrever em palavras o quanto se ama; não é possível transmitir, somente sentir.
... E quando encontramos o amor, não existe nada que te faça mais feliz do que viver momentos inesquecíveis com quem sempre estará ao seu lado para lembrá-los.
"O amor quando e abundante, tem que saber distribuir aos poucos, pois uma grande dose de ingratidão pode até matar."
"O dinheiro nunca vai mentir pra você, e o amor nunca vai pagar suas contas. Então foque em dinheiro que jamais lhe faltará mulheres, foque em mulheres que sempre faltará dinheiro."
O amor está entre o céu e o inferno, situado entre os poderes de Deus criador da fortaleza e da ruína, uma fraqueza da pequenez humana, ao mesmo tempo em que não existe céu ou inferno, o amor é capaz de sobrepô-los.
Todo saber, toda a verdade é opinável, tão mal quanto o vício, ódio, amor e fanatismo, são produtos capaz de torna-los os homens imorais.
O poeta precisa de um desajuste, um amor indigente, um desejo nunca saciado e por fim mal correspondido.
Entre todos os poderes enaltece-se o amor, visto como sintoma da fraqueza, da dependência e da insegurança. A proteção divina é invisível, mas é dada pelo amor incondicional a Deus onipotente.
A independência é egoísmo humano, geradora dos conflitos do amor, tão necessária é a dependência para a sobrevivência e felicidade comum. A dependência é algo indispensável para os vínculos e para a moral do amor.
No espelho não tem mais eu e você. Essa de não querer voltar é culpa minha enquanto o amor morre lentamente.
Amor e ódio andam nas paralelas, são as bandas de uma mesma moeda, assim agradam o grande Manitu e o senhor Belzebu. Demonstra-se que necessitamos dos dois.
