Poesia de Amor pequena
Não sorria pra mim se o teu sorriso não for sincero.
Não olhe pra mim se o teu olhar não for enxergar o meu interior.
Não me queira por perto se não for me querer quando eu estiver longe.
Saudades, palavra única nos idiomas românticos de origem do latim.
É a dor de uma ausência que temos prazer em sentir.
Uma angustiante esperança (...)
(...) consome a alma e purifica o espírito e enobrece o homem.
Sabe? Naquela noite, eu jurei que fosse você...
Os olhares se encontraram, a química explodiu
E nos beijamos, sorrindo com um sorriso sincero
Pena que era apenas verão
DESPERTAR
Quando escurece o mundo,
Abro teus olhos pulsantes,
Para colher-te descoberta em minhas mãos.
Tenho vontade de me morrer em ti,
Se é que me posso nascer de amar,
Para me despertar em tua eternidade.
Carlos Daniel Dojja
"...Era assim que refundava-me em teu tempo.
Eu me acontecia de querer-te.
Eu me morria de não estar em ti.
Eu me vivia quando não me tocava tua ausência..."
Quando fores capaz de olhar para dentro de si
acharás a causa dos problemas
A tendência é sempre olhar para fora
Nossas emoções seguem onde quer que nossa mente vá.
Nossos pensamentos, palavras e emoções estão profundamente interligados. O que pensamos e o que sai da nossa boca afeta muito a nossa condição emocional.
Depois que Abraão ofereceu Isaque, Deus disse: "Agora sei que temes a mim" (Gn 22:12).
Paciência não é apenas a capacidade de esperar, mas é como você age enquanto está esperando.
Não nos alegramos com as tribulações em si, mas com seus efeitos, "porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. (Rm 5:3-5)".
Alegramo-nos com o que eles produzem em nós ao respondermos ao Espírito.
Que a nossa capacidade de fingir estar feliz não seja maior do que a de sentir-se feliz de fato.
Tudo é lindo no amor e no facebook...rsrs
Possibilidade impossível
Proximidade distante
Lampejos de insanidade
Incoerente sensação
Desalinho de pensamentos
Intocado querer
Uma vida inteira para perceber
Um sem fim de tempo para entender
Até sentir o que você sentiu
Até viver o que você viveu
O possível é realmente um bálsamo
O palpável é de fato um acalento
Um descanso para um coração
Cansado de viver em guerra contra
Si mesmo
Me fala
O que você faz com tudo isso?
Onde você coloca?
Fala que pra você tudo isso some
Fala que a culpa é da minha intensidade
Fala que é apenas isso
Fala...apenas fala
Ela sabe dos meus esconderijos
Ela sabe onde me encontrar
Ela sabe onde se esconder
Ela sabe onde me enfraquece
Ela sabe não permanecer
E mesmo assim nunca deixar de estar sempre perto
Não passou
Nem vai
Nem sai
Simplesmente porque
Eu ainda não descobri
Um lugar para andar
Onde você não esteja
Ela é tão intensa que chega a sangrar
A dor que provoca em si mesma virou fonte de prazer
Ela exagera na emoção só para se revirar
Apaixonou-se pela ebulição, pelo calor do corpo
Ela não não se conecta com a calmaria, não porque não consegue, mas porque não quer.
Roubei-lhe a caneta e a tinta
Fugi por suas brechas
E necessito dizer-lhe
Antes que ela me tome
Ela tem medo de si mesma
Evita seus abismos
Ignora sua vozes
Refuta seus desejos
Quer apagar-lhe da alma
Mesmo sabendo
Que ainda não consegue.
Fazê-las?
Não fazê-las?
Espero que sumam?
Espero que sejam as mesmas que as suas?
Ignoro?
O que fazer com as perguntas que insistem em surgir?
