Poesia de Amor pequena
Se o que você faz,
faz seu coração vibrar
Pouco importam
se duvidam de você
Siga firme, faça mais,
fale menos e eles terão que
assumir que estavam errados
Lembra daquele eu te amo
Que eu te disse da boca pra fora
Quando você duvidou se era real
Ele ainda dói
🌈🌈O mundo é um palco com cores diversas a brilhar.
E quando a cortina da alma se apaga deixa seu rastro de encanto, amor e carinho pra todos que ainda estão aqui na terra.
Pensamento Veilleusense
@dragveilleusepersonagem
10 ‐ 12‐ 21
Quando insisto em alguém, não é porque estou carente, só quero que a pessoa não me perca, eu gosto que me conheçam e notem o quão incrível eu sou, para depois que descartarem vejam o que perdeu.
Sobre ela...
Seus fios de cabelo são como seda: Delicados, fortes...
Com uma cautela exagerada, os toco, como toco em uma rosa que acabou de florescer com os primeiros raios de sol.
Vivo em um paraíso de felicidade e alegria
Um paraíso onde a tristeza e melancolia bravamente tentam se infiltrar
A realidade e feroz e esta sempre a atacar
Travando batalhas que sempre vamos triunfar
Estamos unidos dentro deste paraíso
E enquanto existir amor seremos felizes
Ela tem um belo sorriso...
Ela me acalma como ninguém...
Ela pra mim é o rap compromisso...
Não trocaria por uma noite ou algumas notas de 100$...
O rosto aparentava
ser como todos os outros.
No entanto, nunca havia visto
uma combinação de boca,
mãos e olhos tão belos.
Minha vida é como uma estrada na lua
Tem muitas fases e muitas curvas
Tem períodos de brilho e de escuridão
Minha vida é como uma estrada na lua
Por que nela têm declives e crateras, rupturas e fraturas
Ora diz precisar de pontes e reparos
Ora apenas queria ser de cimento e durável...
Minha vida é como uma estrada na lua
É preciso parar, olhar, cuidar, reparar, direcionar esforços
Nessa estrada estacionar não é uma questão singular!
Minha vida é como uma estrada na lua
A estrada é nossa vida, tem buracos e sinas, e nela há a essência amar!
Minha vida é como uma estrada na lua...
Há as cavidades de pequenas dimensões, ora são gigantes e até turvas.
Trago no desencantar de mundo a turbidez de Lucíola e poder de Lakshmi.
A todo momento vejo confins, estorvos e subordinadas orações.
Entre dissabores e amores veja: hasteio bandeiras.
E não são nanicas... Muito é o pano que as alimenta!
Entre nós e as palavras há metal fundente.
Entre nós e as palavras há hélices cortantes e estridentes.
Que fazem renascer mistérios ou segredos gerados no ar.
Que podem dar vida ou com ela acabar.
Entre nós e a cachaça há relações contundentes.
Entre nós, erguem-se desejos suaves e singelos, de carmesim mancha o mar.
Entres as formigas-picadeiras surgem forte dores, agudas sensações.
Que escalam a garganta e move as paixões, amores.
Tenho em mim uma rede de palavras.
Entre cinco e seis as que mais uso.
Palavras abraçadas e entrelaçadas.
Uma a uma ‘coletadas’ num arranjo bruto.
