Poesia Amor Clarice Lispector

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Semeie amor, plante amizade,
regue com ternura o que nascer.
Colherá carinho e ternura,
fazendo o coração sempre florescer.

Hoje trago amor, com gostinho de bem querer,
Aquele que adoça a alma e faz o riso florescer.
Um sentimento leve, brisa mansa de manhã,
Que abraça os caminhos e perfuma o amanhã.

A passagem do ser humano na terra é apenas para vincular amor e outros afetos na vida de outros, demonstrando que a criação de Deus é perfeita...
...Para quando retornar à casa do pai, deixar registrado uma enorme saudade nos corações onde foram plantados as boas sementes.

Navegando nas incertezas do que é o amor

⁠É tão difícil se apaixonar, é uma jornada repleta de incertezas e questionamentos que se infiltram sorrateiramente em nossas mentes, como sementes plantadas em solo fértil. Será mesmo que é bonito sentir essa emoção avassaladora de gostar de alguém? A dúvida persiste, ecoando dentro de nós, enquanto navegamos pelas águas turvas do amor.

Quantas vezes nos pegamos questionando se seremos capazes de encontrar alguém que corresponda aos nossos sentimentos, que compreenda as nuances da nossa alma e nos ame verdadeiramente? A incerteza paira no ar, como uma névoa densa que obscurece nosso caminho, nos fazendo hesitar a dar o próximo passo.

E então nos vemos diante da pergunta crucial: será que vamos ser realmente amados? É um temor que nos assalta durante as noites solitárias e os dias repletos de anseios. O medo da rejeição nos mantém acordados, enquanto nos perguntamos se aquele que ocupou nossos pensamentos também compartilha do mesmo sentimento, se está disposto a abrir seu coração e nos receber em seu mundo.

Mas apesar de todas as incertezas e temores que permeiam o caminho do amor, há algo de belo e poderoso nessa jornada. Pois é justamente na vulnerabilidade de nos permitirmos amar e ser amados que encontramos a essência mais pura da nossa humanidade. E mesmo que o destino reserve desafios e desilusões, o simples ato de sentir, de se entregar ao calor do amor, torna toda a jornada digna de ser vivida.

⁠No âmago da existência humana, uma pergunta ecoa como um grito constante: o que é o amor? É uma indagação que ressoa através dos séculos, uma busca incessante pela essência mais profunda e intangível da experiência humana.

Para alguns, o amor é uma chama ardente que consome tudo em seu caminho, uma paixão avassaladora que os consome por completo. É uma explosão de emoções intensas, um turbilhão de sentimentos que os envolve em uma névoa de êxtase e êxtase.

Para outros, o amor é mais calmo, mais sereno. É uma conexão tranquila e profunda, uma sensação de pertencimento e intimidade que transcende as palavras. É um laço que une duas almas de maneira indelével, mesmo nos momentos mais sombrios e desafiadores.

Mas o que é o amor, realmente? É uma pergunta que pode não ter uma resposta definitiva, pois o amor é tão vasto e multifacetado quanto a própria experiência humana. Pode ser encontrado nas pequenas gentilezas do dia a dia, nos gestos de apoio e cuidado, nas risadas compartilhadas e nas lágrimas derramadas.

O amor é uma força motriz que permeia todos os aspectos da vida, moldando nossas escolhas, nossas esperanças e nossos sonhos. É o que nos faz sentir vivos, o que nos dá propósito e significado em um mundo muitas vezes tumultuado e incerto.

Assim, enquanto a questão sobre o que é o amor pode persistir, talvez seja a própria busca pelo amor que nos ensine mais sobre sua verdadeira natureza. Pois, no fim das contas, o amor não é apenas uma emoção ou um conceito abstrato - é uma jornada, uma jornada que nos leva ao cerne mais profundo de nossa humanidade.

Quando o Amor Carrega o Crepúsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitável, anterior à vontade. A “primícia funesta” torna-se o anúncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.

✝️ A Torá prioriza o amor a Deus, não a performance religiosa.


📖 Shemá: Deuteronômio 6:4-5

Deus não está interessado no amor abstrato ou conceitual, mas no amor concreto e real, ou seja, em amar as pessoas de verdade.


📖 1 João 3:18

Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.


Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.


A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!


Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.


Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.


Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.


O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.


O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

⁠⁠Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.


Há despedidas que não encontram palavras suficientes.


O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.


Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.


Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.


Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.


A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.


Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:


Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!


E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:


Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.


Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.


Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.


E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.




Vá em Paz, amor da minha vida!

Nas minhas escritas, a recorrência do tema amor e sentimentos sinto como missão, desde sempre, por intuição e sensibilidade, sem indução, puro estímulo interior. Sonhos também sempre a bordo, pela sua importância para o amanhã.
Porém, o que nos reserva o próximo minuto? Quem está livre ou isento de ter um meteoro caindo sobre a cabeça no próximo segundo?
Amor, sentimento e intuição formatam a vida, sua qualidade e dão lastro para suportar as adversidades no presente, no futuro e até na releitura do passado.
Por crer nisso e estar convicto, continuo recorrente, objetivo e sucinto nas minhas escritas. Podem ser avaliadas como bobagens, mas, se forem lidas, missão cumprida.
Nada de receitas ou conselhos, apenas sugerindo uma reflexão sobre a importância daquilo a que não damos importância no cotidiano: no próximo minuto, no seu hoje, no amanhã, na sua vida.

⁠Santo Espírito, eu me rendo ao Teu Agir.
Meu Anseio é permanecer em Teu Amor...

Em Tua presença, Senhor...

Eu não entendo que Amor é esse
O que viu em mim
Pra me amar assim?
Não entendo... Rapha Brito / Maurício Paes.

Eu não entendo que Amor é esse
O que viu em mim
Pra me amar assim?
Não entendo... Rapha Brito / Maurício Paes.

Tô com Ele não importa o que acontecer
Só Ele me enche de amor e paz
Só Ele me satisfaz Pedro Victor Stecca/ Estevao Lino / Ivair

O Valor de Ser Empática


Amor ao próximo: Você se importa com os sentimentos dos outros.


Leveza: Não viver atrás de bens materiais traz paz.


Conexões reais: Relações sinceras fazem bem para a alma. P.G

para o amor da minha vida




oi amor da minha vida, desde do dia 25/12/2025 foi o melhor momento para mim,vc me tratou de uma forma que eu nunca fui tratado meu amor, vc me ensinou muitas coisas ao meu lado, vc é a mulher da minha vida para sempre, eu te amo muito meu amor