Poesia Agua de Mario Quintana
O que estou escrevendo vai se transformar em um escrito passado quando eu finalizar, eu serei passado quando partir, sendo assim, tudo se transforma em história, e história não chora, e eu não irei chorar por quem quis partir, pois já se transformou em passado e o passado não volta atrás, mas o presente quem faz sou eu, você, todos nós, no entanto, apreciá-lo é preciso.
Todos temos defeitos e virtudes, estamos em aprendizado, em constante processo evolutivo. A vida é uma escola em que todos estamos errando e aprendendo, caindo e levantando, aqui não existem pessoas incólumes, todos somos seres humanos em sua complexidade; lado luz e lado sombra.
Não sou de esquerda e nem de direita; tão pouco vivo em cima do muro. Eu sou um homem livre , defendo que só a liberdade de pensamento pode trazer o esclarecimento ao homem.
Algumas perguntas só precisam ser feitas, faça a pergunta certa e terás a resposta certa, faça a pergunta errada e ficará sem respostas!
Tudo começou quando o Coringa e eu terminamos. Foi completamente mútuo. Não demorou para eu me levantar de novo. Pronta para abraçar a deusa feroz dentro de mim.
Você sabe o que é um arlequim? A função do arlequim é servir. Ele não é nada sem um amo. E ninguém liga a mínima para quem nós somos além disso.
O Senhor direciona os nossos caminhos e, com certeza, conseguiremos realizar aquilo que Ele quer que façamos. Tanto o querer quanto o realizar vem dEle, é por Ele e para Ele.
Pensar a sociologia no século XXI é combater o Negativista, ou seja, propor um pensamento que seja dialético e não " bolhas de verdade" como propõe o Negativista.
O Negativista não tem conhecimento de causa. Por que? Por que fica na superficialidade. Ataca sem ao menos assistir a um vídeo. É mais interessante ao mesmo colocar -se como dono da verdade.
O Negativista apropria-se dos discursos históricos críticos, mas não utilizam em sua vida prática. Dizem uma coisa e praticam outra.
O Negativista apresenta-se como O Detentor do Conhecimento. Não entende que pode ser o Mediador do Conhecimento, ou seja, apropria-se de "bolhas de verdade" e fixam-se unicamente nelas.
Greve de professores? Marx falava de luta de classes ( burgueses versus proletariado), duzentos anos depois as classes fragmentaram-se e agora falamos de professores universitários? Professores celetistas? Professores efetivos? Professores da rede particular ou pública de ensino?
O Pensamento Sociológico é amedrontador, pois faz com que saiamos constantemente de nossas "caixas de verdades".
Comece o dia pensando em DEUS, agradeça por ter acordado e por ter mais um dia para viver. E vamos pras lutas diárias, com fé que teremos muitas vitórias e todas as bênçãos merecidas. Com pensamentos positivos, também é uma forma de agradecimento. E com Deus no controle o dia será de muita paz..
Carregamos em nós quatro janelas. Apenas uma é totalmente conhecida, as outras continuam parcialmente fechadas ou totalmente ocultas.
Se as pessoas dessem mais ênfase na empatia em todos ambientes, todos nós seríamos mais repletos de felicidade.
O uso de expressões vulgares só funciona quando faz contraste com a linguagem elevada e culta na qual se inserem como pausas humorísticas, Se, ao contrário, elas são a única linguagem de que você dispõe, perdem toda acepção satírica e se tornam, além de obscenas, deprimentes como uma ostentação pública da sua própria miséria.
Há uma diferença abissal entre imitar criativamente a linguagem do povão e falar nessa linguagem por incapacidade de manejar qualquer outra. Os santarrões que não percebem essa diferença, confundindo Louis-Ferdinand Céline com Costinha, fazem, ao contrário, imitação kitsch da linguagem culta, ostentando em público a sua ignorância presunçosa sem notar o que ela tem de radicalmente imoral.
"Também é só no Brasil que 'linguagem vulgar' significa 'palavrões'. Se a vulgaridade de um texto se medisse pelo número de palavrões que contém, os escritores mais vulgares do mundo seriam Rabelais, Jean Genet, Louis-Ferdinand Céline e Henry Miller, todos merecidamente reconhecidos como clássicos."
"Poética, Retórica, Dialética e Analítica são quatro tipos de discurso, de pensamento discursivo, portanto também os nomes das ciências e técnicas respectivas. 'Estética' é o estudo de um universal abstrato, o 'Belo', e não de um tipo de discurso. Trocar Poética pela Estética é apenas um desejo arbitrário que destrói a coerência lógica da classificação aristotélica. Qualquer principiante tem a obrigação de perceber isso à primeira vista."
