Poemas Vinicius de Moraes Patria minha
A importância da irrelevância
Será que sou importante?
Será que levarei minha vida adiante?
Será que no fim estarei no Inferno escaldante?
Na verdade tudo isso é irrelevante!
Nosso Universo muda de modo constante,
E a tristeza que me ataca de forma perfurante,
Não passa de um sentimento irrelevante,
Igual a tudo,
Porque neste mundo nada é realmente importante.
diante de ti estou completamente despido, até minha alma está nua diante de ti...
E não há nada o que esconder, pois em ti encontrei às batidas do meu coração.
Encontrei a vida que meus sonhos precisavam ter para serem realizados, e a luz que tanto pedi a Deus para que pudesses caminhar além da escuridão desse mundo!
Continuo plantando sonhos...
Colhendo sentimentos...
Saboreando paixões...
E servindo em minha mesa o amor!
E de repente vc chegou...
De um jeito inesperado e totalmente fora do padrão.
Revirou minha vida e meu coração.
Ja não sabia se parava ou continuava a me apaixonar, porém deixei rolar, pq la no fundo eu ja sabia q vc viria...
Não pra sempre, mas viria rs...
E hj , o coração ja não aguenta mais esperar, a voz quer falar, e o corpo não para de pedir por vc ...
Loucura??
Não, não, apenas a vida me dando a chance de viver a mais deliciosa sensação, de ter guardado em meu coração, alguem como vc ...
Te adoro ,meu bb !!
Eu não escrevo pra exorcizar o meu medo
Eu escrevo pra transbordar minha loucura
Eu escrevo por que foi a única utilidade
Que encontrei pra minha dor
Eu escrevo pra não explodir de raiva
E nem de amor
Eu escrevo por que só
Quem experimentou a vida
Sabe o horror de mastigar
E ter de engolir a ferida
MEUS DEZOITOS ANOS - João Nunes Ventura-04/2020
Saudade da minha terra querida
Dos meus amores de minha vida
E do luar das noites dos sonhos,
Minha terra amável e idolatrada
Sol desenhando manhã dourada
Onde deixei meus dezoitos anos.
Traição
Um assassinato em minha mente
Deixado aos rastros em minha consciência
Tomado aos goles ao sabor do vinho
Como se fosse o meu próprio sangue
Palavras ao ar q foram ditas e esquecidas
Q pelo mesmo foram desaprendidas
N faça promessas ou juras, aprendi com meu erro
Antes que perceba, a traição virá d vc mesmo
Marcado feito uma tatuagem com uma cruz em meu peito
Tentando amenizar a dor q sentia aqui dentro
Está me corroendo ao imaginar q ela esteja sofrendo
Talvez eu seja muito ingênuo
Ao não enxergar minha própria arrogância e hipocrisia
Se deixando levar pelos erros e ego feito uma maresia
Talvez sua morte tbm sido a minha
E não há como consertar o sentimento que jazia
Seu assassinato é meu suicídio
O tempo passou, tudo mudou; isso não cessou
Era tão extasiado quando estava ao seu lado
Apreciando o mais lindo dos sorrisos em teus lábios.
Vida em uma gaiola
Sai machucada,
Quebrei minha assa
Ganhei uma cicatriz e mesmo assim não desisti.
Que enrascada, sofri aprisionada
Que cilada, fiquei isolada
O tempo que perdi, chorava acordada
Na fria madrugada, fiz burrada
Fugi da gaiola quebrada
Sacrifiquei tudo por uma nova morada
Fui ignorada
Conheci a liberdade
Me chamava de amada
Eu encontrei a minha Luz,
quando aceitei olhar a minha sombra,
acolher minhas misérias,
domar os meus instintos
e tratar as minhas feridas.
*Por um momento*
Profundamente em mim, achei o tal maligno
Contra minha esperança e própria vida
Não era medo, era o fato de deixar você
De não me despedir,
de não ver você uma última vez sorrir.
Jamais devo esquecer o que se passou
Mas já pouco me importa o que eu fui ou sou
Aquele pânico se foi, assim que aceitei.
Antes de ir me de encontro,
sei quem fui, e como alguns amei
No fim nunca verdadeiramente odiei.
Ela é linda
Da favela és a mais bela
Me perco no seu sorriso
Me encanto com o olhar dela
#PraMinhaAmigaPops🌹
ÂNGULOS DO AMOR
Hoje foi um dia ruim para mim, minha cabeça criando tristeza sem sentido, me fazendo sentir dor.
Mas foi um dia em que pude sentir muito amor.
E de alguma forma, no meio da tristeza me senti também feliz, abraçada, amada.
E a vida não é tão ruim assim, Só depende do nosso ponto de vista. O amor pode nos mostrar ângulos incríveis
Saudade da minha infância
Um dia o poeta escreveu
“ que saudade da aurora da minha vida
Da minha infância querida que os não trazem
Mais”
E eu digo: Saudade dos dias que mamãe dizia
Em meados dos anos 70, não saia de casa que o papa figo lhe pega , e eu na minha inocência com os olhos a regalar, olhava pela brecha da porta num via nenhum passar,
e hoje há vírus
a me assustar,
num saio nem um tiquim
que é pra morte não rodear.
E quando tudo isso passar
quero poder comemorar
,abrir um bom vinho
e como amigos celebrar
a vida e ao amor
e a todos poder abraçar.
DEMIR DIAS
SEM RUMO
Sem rumo saio,
descompassado vou lentamente
Nem assim disfarço minha mente.
Mesmo sendo refém,
me solto de suas amarras!
Liberto meus pensamentos
e com eles também vou.
Nesta cadência
sou passo no chão batido
o coração sente cada pisar.
sou o sopro do vento no ar ,
o rosto agradecido...suspira.
sou letra da música no peito escondido,
que ouço sem compromisso.
Enfim corro sem pedir socorro
protegido chego até o fim
sem disputa
satisfeito volto e digo
não desista de mim.
“Se as pessoas à minha volta não me advertissem...
Se não houvesse leis, punições ou restrições...
Se eu desse ouvidos aos mais aliciadores pensamentos...
Ah, se eu fosse assim...
Certas coisas jamais seriam!”
Poema/Mentiras
Olhe para minha alma
Bem no fundo dos olhos
Vejo toda nossa história
Conta pra mim o que sente
Olhando bem para a história
A nossa história
Deixe-me ser o historiador disso
Não minta mais
Por favor
Eu não ligo para os erros
Vou fingir, só pra prosseguir
Lhe espero
Não por muito tempo
Eu te quero bem
Meu bem
A gente nem se fala
Isso me fere
A vida tem dessas
Ser um labirinto em caminhos
E nessas trilhas, cada um na sua
Não te vejo a tempo
Lembro do último beijo
Você estava nervosa
Corações batiam juntos
Um só abraço
Espero que não se esqueça
Tudo que fiz por nós
Tudo que lhe escrevi
Sempre foi de verdade
O nosso pra sempre ainda existe em mim...
Taylor José
@esgotopoetico
Ah o amor!
Quantas e quantas vezes em minha existência já o experimentei.
Ora desabrochando todos os sentimentos ternos que possuo em meu coração e nestes momentos ofertei o que gostaria de receber.
Ora recebendo sentimentos que os achava infinitos, querendo que o tempo parasse para nunca mais deixar de experimentar tamanha felicidade.
Ora me acovardei deixando de vivenciá-lo em sua plenitude, pensando que poderia ser eterno.
Ora chorei por ter percebido e deixado de lutar, fazendo a minha parte.
Ah, será um sentimento que nasce como dizem os poetas das profundezas do coração.
Ou será um exercício, um condicionamento e a vontade de querer amar?
O NATAL DE MINHA INFÂNCIA
Desde os tempos de infância, sempre fico na expectativa da chegada do NATAL.
Ainda criança, estudar era muito bom, mas, chegar as férias, aprovado, era muito melhor, pois, logo vinha a boa nova - o NATAL.
Período de ganhar presentes, roupas novas, brinquedos e viagens.
O NATAL é mágico, um colorido de luzes, a brilhar na cidade, nas ruas, nas casas.
Nos lares, as árvores de Natal, as guirlandas, os presépios, nos remontam ao nascimento do menino Jesus.
As orações pela paz, harmonia, prosperidade e saúde, tornam-se momentos de fé e esperança para um Ano Novo que se aproxima.
Relações carregam-se de afetos, sentimentos afloram e aquecem corações.
Fluem a humildade e a generosidade da partilha.
Senão a doação financeira para quem precisa, o desapego assume relevância fazendo com que o pouco que nos propomos a ofertar, seja muito para quem recebe.
As saudades doloridas pelas distâncias ou pelas lembranças daqueles com quem convivemos, nos fortalece na caminhada da vida.
Então é NATAL, festa da família, período de acreditar, período de encher os coraçõezinhos das crianças de sentimentos ternos e de relembrar como era lindo o NATAL DE MINHA INFÂNCIA.
Era um pôr do sol lindo.
Era minha alma na vanguarda,
Implorando para ser achada.
Então, eu respirei fundo
E o dia virou noite,
O Sol as estrelas
E a Lua.
Eu podia ouvir um som de tilintar,
Distante, apaziguado.
O som do sino de vento
Que balançava no ritmo da brisa.
A brisa da noite...
Tremulante, suave, fria.
Tão, tão calma...
Tocava essa melodia singela,
Guiando minha alma para fora da sua jaula...
