Poemas Tristes
A Alegria em Forma de Gente: Entre As Fraquezas e O Amor Resiliente
Verdadeira, uma mulher carinhosa, determinada, que tem muita empatia, tanto que, muitas vezes, pensa mais nos outros do que em si mesma; ela tem uma risada contagiante — alta no tom da sua espontaneidade; costuma demonstrar claramente quando ama; a sua companhia é singular, fomenta a felicidade; conjuga o verbo amar sempre que pode — uma pessoa que vale a pena ter a sua amizade.
Infelizmente, há aqueles momentos que ela não consegue enxergar tais qualidades e esquece o quanto é importante; sente algumas inseguranças e angústias que a fazem achar que não é o suficiente, que todos os seus esforços não são bastante; entretanto, Graças a Deus, não esmorece, não se entrega e, novamente a chama da sua resiliência reacende ainda mais forte, então, volta a sorrir e segue em frente.
O amor dentro dela é persistente, transborda, diria que ela é a alegria em forma de gente, pois alegra aqueles que estão à sua volta, que a percebem de fato. Com isso, por mais que se sinta fraca, é nas suas fraquezas que ela se prova resiliente; a sua existência é indispensável, o bem que faz a fortalece; portanto, peço ao Senhor que continue cuidando dela como tem cuidado constantemente.
Pode-se dizer sem pestanejar que é um momento único, mágico, que alegra o mundo quando arte e artista se misturam finalmente, juntando a notável intensidade do lúdico com a forte viveza da simplicidade
e assim, passam a ser uma única existência, que ganha mais destaque por tamanha grandeza, contendo a mesma essencialidade, cores intensas, detalhes maravilhosos, da criatividade mais simples até a mais excêntrica,
onde o imaginário é poderoso o bastante para proporcionar uma imaginação que não tem limites, que faz a inspiração se desenvolver com total liberdade, reflexo de uma criação na compreensão de outros olhares.
A Provocação que Transforma
Pela satisfação da naturalidade, a tua feição alegra os meus olhos. Sinto um pouco da tua essencialidade e logo, passas a ser uma inspiração; então, és transformada em poesia, a qual não faço apenas com um aglomerado de palavras, mas também deixo contidos, nela, alguns significados que estejam em sincronia com a tua notável personalidade, nas entrelinhas e em todos os parágrafos.
Inspirado, tal transformação começa de um jeito simples com uma ou duas frases, que retratam a tua presença sublime ou um fragmento da tua verdade de acordo com a minha percepção. Praticando a minha forma de arte, transformando os teus belos traços em versos — vivificados por tua farta expressividade, incluindo a tua essência, a fogosidade dos teus sentimentos e a graciosidade da tua aparência.
O exemplo ideal de causa e efeito na minha concepção poética: quando primeiro sou provocado ao perceber detalhes vivos ou que aqueles que posso vitalizá-los poeticamente devido à profundidade que transmitem, usando a minha sensibilidade e a minha imaginação. Esta se faz presente — fértil e muito criativa —, parte da inquietação da minha mente que nem sempre é precisa, porém, ainda permanece.
A sua pior versão não foi capaz de impedir o amor de Jesus por você.
Um engano comum e triste é pensar que Jesus não nos amaria por causa de nossa versão ruim, por causa de erros cometidos ou pecados que fizeram ou fazem parte de nossa vida.
Na verdade, é o oposto: é na versão ruim do ser humano que o amor de Jesus se manifesta de forma mais intensa, através de Sua graça, não oferecendo apenas acolhimento, mas perdão e transformação. Jesus nunca rejeitaria um coração quebrantado que deseja ser redimido.
Um capítulo ruim de nossa jornada não define o nosso final quando depositamos nossa fé e esperança no próprio autor da vida.
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Os que confundem alegria com euforia e comemoração com rojão, quase sempre ignoram qualquer coisa…
Inclusive os gemidos dos corredores de um hospital.
Há quem acredite que a alegria só se prova no estrondo, que a celebração precisa ferir o silêncio ensurdecedor do outro para existir.
Confundem euforia com plenitude, barulho com sentido, rojão com gratidão.
E, nessa mesma confusão ruidosa, seguem cegos para quase tudo — inclusive para os gemidos baixos que ecoam nos corredores de um hospital.
Ali, onde o tempo anda quase sempre mais devagar e a esperança aprende a respirar em doses mínimas — quase a conta-gotas — não se pede festa, mas introspecção e respeito.
O problema não é atravessar o réveillon entre leitos, soros e orações sussurradas.
O que dói é saber que, do lado de fora, há quem precise assustar para se sentir vivo, incomodar para acreditar que está celebrando, ignorar para não ter de sentir.
Enquanto alguns estouram fogos, outros lutam para não estourar por dentro.
Enquanto uns anseiam pelo ano novo, outros tentam apenas continuar no ano que ainda não acabou.
E talvez a maior das misérias não seja a ausência de festa, mas a ausência de sensibilidade.
Porque a alegria que precisa ferir o outro para existir, já nasceu vazia.
E toda comemoração que não cabe no silêncio respeitoso diante da dor alheia não passa de barulho — alto, breve e profundamente oco.
Aos que respeitam o outro — especialmente os enfermos, autistas, bebês, idosos e os animais — Feliz Ano Novo!
Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.
Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.
Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.
Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.
A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.
Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.
Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.
E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!
Então, Bom novembro!
Numa sociedade
em que a corrupção e a trapaça
respingam alegremente seus imaculados
ares de normalidade, aquele que se
recusa a corromper-se é acusado
de corrupto e trapaceiro!
"Quero paz, luz e amor reinando em todo lugar.
Quero o mar, a lua e a alegria, tudo à me enfeitar...."
☆ Haredita Angel
Tomara
que os que fingem alegria o tempo todo, jamais desistam de encontrá-la.
Porque há um cansaço muito silencioso e doloroso em sustentar sorrisos que não nascem de dentro.
Há um peso invisível em transformar a própria existência num palco onde a leveza é quase sempre encenada, mas raramente sentida.
Fingir alegria, muitas vezes, não é sobre se enganar ou enganar os outros — talvez seja uma tentativa desesperada de convencer a si mesmo de que ela ainda é possível.
E talvez seja…
Talvez, por trás de cada riso ensaiado, exista uma memória teimosa de como é, de fato, ser feliz.
Ninguém experimenta e padece de tanta tristeza quanto aqueles que precisam encenar alegria.
Talvez essa encenação constante não seja apenas fuga, mas também resistência — uma recusa em se entregar completamente ao vazio, uma insistência quase inocente de que, em algum lugar, a alegria ainda mora.
O problema não está em desejar parecer bem o tempo todo.
Está em esquecer que a alegria verdadeira não se sustenta na aparência.
Ela não exige perfeição, constância ou espetáculo.
É falha, intermitente, e às vezes até tímida — mas, quando é real, não precisa ser forçada.
Por isso, torço para não desistirem…
Mas que também consigam se libertar e parar de fingir.
Que se permitam sentir o que vier, sem roteiro, sem obrigação de parecer leve o tempo todo.
Porque talvez o caminho até a alegria não esteja em representá-la com excelência, mas em admitir, com honestidade, quando ela ainda não chegou.
E é justamente nesse espaço — entre o que se finge e o que se sente — que ela, finalmente, pode começar a nascer.
Ter que se esforçar para sorrir deve ser tão doloroso quanto ter que se esforçar para não chorar.
Ou é dor ou é alegria, meu coração não aceita o vácuo.
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
"Só queria achar meu lugar de sossego
no silêncio, sem lágrimas e tristeza.
Só queria contemplar a calma na alma que nunca tive.
Voar como um pássaro e poder escolher onde pousar."
Sem dúvida, a tua visita é aguardada, alegra, é benquista à semelhança da primavera que com sua chegada, as flores florescem graciosamente, comparo também a um luar apaixonante que deixa a noite mais bela ou a um lindo amanhecer que permiti que o dia comece simplesmente exultante ou ainda a um incrível pôr do sol ao entardecer anunciando a vinda da noite.
Sendo assim, fica evidente que a tua presença é grandiosa, enriquece vivamente todos a tua volta com teu sorriso resplandecente como ricos raios solares que adentram e iluminam árvores frondosas, isto é apenas uma parte da tua beleza que começa de dentro pra fora, uma existência abençoada e bastante calorosa.
Não é à toa que a tua importância só aumenta, és uma pessoa encantadora, uma linda mulher intensa que traz serenidade na alma, uma postura coesa com sua notória simplicidade, ter-te por perto é uma benção, é receber vitalidade, então, com certeza, graças a Deus, és uma riqueza de detalhes.
3364 📜 Em determinado Canal, Ironizaram (do verbo Debochar) que alguém não demonstrava alegria em foto com Dona Janja. Então, comentei bem assim: 'No caso da Minha Vizinha, ela também nunca sorri porque tem ódio de Dona Janja, porque Dona Janja, além de ser Primeira Dama, ela também tem marido. Com Minha Vizinha acontece isso, Poizés!'
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Está (ou estava) nesse local:
https://k.kwai.com/p/u9CtWASw
"Ele morre de “não-rir” até de piada, seja qual for a piada. Que morte triste, coitado!"
Frase Minha 0602, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
" 'Triste é viver na solidão', diz a bela composição do Tom. Depende, digo eu. Dependendo de quem esteja por perto é só alegria viver na solidão."
0772 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Para hoje prometo Ainda Mais Alegria e Veemencia. Se quiserem ver Ainda Mais Alegria e Veemencia... Aqui é o local. Venham (ou não)!"
0819 | Criado por Mim | Em 2015
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"No Natal não gosto de Aletria, mas tenho Alegria com a Visita de Pessoas da Familia. É quando mais gosto de Visitas!"
Texto Meu No.1055, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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