Poemas Sombrios

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Sua pele fria me aquece,seu sorriso sombrio me faz feliz,seu jeito ignorante me encanta,seu lado tenebroso me faz chegar ao alem.

Tão linda és essa bela flor, que apesar de viver nesse mundo tão sombrio e obscuro, ainda sim é capaz de exalar tanto amor.
Ddc: Ana Dias

Todo segredo é grave. Todo segredo se torna sombrio. Está na natureza dos segredos.

Renascido das cinzas, das profundezas mais tenebrozas, do mundo sombrio e gélido minha missão é apenas transmitir o amor que eu sinto por ti, através do poder das palavras, puras, nobres e verdadeiras, você é a luz que me guia em busca de uma saida diante da escuridão.

⁠Estou carregando toda minha tristeza e ódio em meu peito , e em minha mente só o espaço sombrio e solitário

⁠Todo mundo tem um lado sombrio e outro iluminado. É só uma questão de pra qual lado você dá preferência na vida.

Uma Família Quase Perfeita (série)
1ª temporada, episódio 3.

Hoje na nevoa meu amor padece
Vai num lago sombrio navegando em prece
Num breve assobio sinto você
Mas olho e nada posso ver.

O Ídolo

Sobre um trono de mármore sombrio,
Em templo escuro, há muito abandonado,
Em seu grande silêncio, austero e frio
Um ídolo de gesso está sentado.

E como à estranha mão, a paz silente
Quebrando em torno às funerárias urnas,
Ressoa um órgão compassadamente
Pelas amplas abóbadas soturnas.

Cai fora a noite - mar que se retrata
Em outro mar - dois pélagos azuis;
Num as ondas - alcíones de prata,
No outro os astros - alcíones de luz.

E de seu negro mármore no trono
O ídolo de gesso está sentado.
Assim um coração repousa em sono...
Assim meu coração vive fechado.

Hj o dia amanheceu cinza, sombrio, tímido e sem graça como minha alma.
A apatia me faz companhia desde ontem
Melhor a apatia que a tristeza
Minha falta de fé tenta me fazer desistir
Mas com teimosa esperança tento continuar.
Minha alma está tão amarga quanto meu café, talvez um pouco mais.
Há dores pelo corpo, mas não se comparam com a da minha alma.
Não abri a janela do quarto hj. Por que faze-lo? Não há sol. Não há nada que ilumine meu dia.
Minha alma chora e meu olhos molham o meu rosto, contorcido pela dor, que já não reconheço.
A solidão me devora e a tristeza me submerge no revoltoso mar da incerteza me tirando pouco a pouco, o fôlego da vida.
Olho ao redor procurando uma mão amiga que resgate das profundezas. Mas onde ela está?
Os olhos do desânimo não me perdem de vista.
Até quando lutarei?
Até quando serei derrotado na batalha da busca da felicidade?
Já nem sei se ela existe. E se existe, por que ela não me é possível?
Olho para a vida e só vejo cinza. É a mesma cor da minha alma.
Porventura meus olhos estão cegos às cores da vida? Ou a vida é tão incolor quanto minha vontade de viver?

Forasteiro coração

Forasteiro coração sombrio
que vaga por estradas procurando mergulhar os seus pés em algum rio,
ou então despertar em si, um sentimento que ainda não sentiu,
Mas talvez ele não seja tão forte e viril,
pra enfrentar no amor tudo que ele ainda não viu,
ou então pra entender, que a humanidade com tudo destruiu,
Foi tanto egoismo, tanto amor próprio
que o amor ao próximo sumiu...

É coração, acho melhor continuar procurando por um rio.

" Sem dias, nosso passado fica sombrio."
"Sem noites, nossas manhãs não acordam.",
As tardes são o apocalipse que trancede a lagrima da noite seca pelo calor de um novo dia..

Aqui eu escapo
De um mundo sombrio
Pensamentos gelados
Um corpo com frio

Crio versos e rimas
Pra tirar essa solidão
Expressar minha vida
Um poeta sem solução

Quero dizer
O que esta preso aqui dentro
Não preciso ser
Só quero um momento

Tua falta

Feche teus olhos
e me diz o que vês.

O vazio sombrio,
a escuridão sem fim...

Essa é minha vida sem você.
Apagada,
solitária,
infeliz assim.

SOLIDÃO COMPANHEIRA DE DIA E NOITE .....
NA CAMA VAZIA SEM TI ADORMEÇO.....
NO CREPUSCÚLO SOMBRIO O FRIO ESTREMEÇO...
A VIDA UM VAZIO ,EM BUSCA DO CALOR .....
NA ALMA TRISTONHA BUSCO E ME AQUEÇO....
CORAÇÃO ALIVIA... EM TI ME ENCONTRO....
A VIDA VAZIA PARA TI NÃO ESQUEÇO ....
PECADOS TARDIOS AI NÃO MEREÇO...

E quando o vazio gritar a fome
E a solidão que te consome
devorar o meu nome

Vazio
Sombrio
Vasto
Frio

Solidão

Tudo grita no vazio
do teu coração vadio

Tudo grita no vadio
do teu coração vazio

Inverno sombrio
Aqui tudo é muito frio
Minha alma e meu coração
Partilham a solidão.

⁠Tempo frio!
Encoberta o brio...
... da longa noite.
Lua sem estrelas... quase sombrio.

VITRAL, CERRADO (soneto)

O cerrado é tal um vitral multicor
Se olharmos do horizonte é sombrio
Se aproximarmos é denso e luzidio
Seivoso nas partes e cheio de fulgor

E, é assim no seu sagrado feitio
Ornado de diversidade, senhor
Desigual, mas nos causa ardor
Verão pluvioso inverno seco e frio

Cerrado, igual vitral, encanto maior
Vento ao vento orquestrando assobio
Súbito, misterioso, da flora mediador

Regulai os olhos, ao olhá-lo vadio
De repente é tudo aos olhos, sedutor
E ao encanto, presságio e arrepio

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano

⁠Ela foi levada num dia sombrio,
com seu rosto magro, abatido,
olhos fechados, pele enrugada,
da vida triste acabaram os castigos
Acabaram tristezas, lágrimas mil,
adeus à pobreza e torturas,
nada deixara para ser chamado de seu
apenas uma bíblia de capa escura
Só conseguia viver em oração,
lendo e meditando chorosa,
levou seu segredo para o caixão
e sobre ele apenas uma rosa

⁠Surdina (em Alma Inquieta)
No ar sossegado um sino canta,
Um sino canta no ar sombrio...
Pálida, Vénus se levanta...
Que frio!

Um sino canta. O campanário
Longe, entre névoas, aparece...
Sino, que cantas solitário,
Que quer dizer a tua prece?

Que frio! embuçam-se as colinas;
Chora, correndo, a água do rio;
E o céu se cobre de neblinas...
Que frio!

Ninguém... A estrada, ampla e silente,
Sem caminhantes, adormece...
Sino, que cantas docemente,
Que quer dizer a tua prece?

Que medo pânico me aperta
O coração triste e vazio!
Que esperas mais, alma deserta?
Que frio!

Já tanto amei! já sofri tanto!
Olhos, por que inda estais molhados?
Por que é que choro, a ouvir-te o canto,
Sino que dobras a finados?

Trevas, caí! que o dia é morto!
Morre também, sonho erradio!
- A morte é o último conforto...
Que frio!

Pobres amores, sem destino,
Soltos ao vento, e dizimados!
Inda voz choro... E, como um sino,
Meu coração dobra a finados.

E com que mágoa o sino canta
No ar sossegado, no ar sombrio!
- Pálida, Vénus se levanta...
Que frio!