Poemas sobre Virtude
Sei que preciso morrer dentro do meu próprio coração para entender que levantar é virtude de quem acredita em sim mesmo;
Saiba juntar suas próprias cinzas para solidificar-se para o amor que nem sempre depende de outro coração;
A filosofia de um homem sábio é amar para ser amado na virtude da bondade, a filosofia de um moleque ímpio é ficar bagunçar e trocar;
Não teria inimigos se a virtude do próximo não fosse com tanta inveja pelas minhas vitórias esperando sentimentos inadequados a mim;
Me pouparia tempo de escrever versos de ataques e defesas verdadeiras movendo intrigas e acusações inapropriadas;
A virtude suprema, consiste nas atitudes que também são virtudes, porém utilizada no caminho certo... Se torna suprema;
Amar sem esperar nada de ninguém é uma virtude! Ter a retribuição pelas suas próprias atitudes é recompensa das lutas;
Aceitar a sua maneira sem questionar e ainda agradecer pelo tempo certo de acontecer... É ter paciência e muita fé pela sua própria esperança;
A nossa virtude é escutar a maneira em silêncio para se adquirir aprendizagem e experiências para não se viver como um idiota que nada entende;
Amar é uma virtude que os virtuosos são escolhidos a dedos, muitos acham que amor é uma arte que tem escassez em artistas;
Respeitar é uma virtude que poucos conhecem ou aceitam sem questionar os princípios estabelecidos pela razão;
O que procede nessa vida de uma pergunta do coração? Se é virtude ou sentimento pagão?
È considerável a escolha de amor ou paixão? Explique-me e me tire dessa confusão;
Acredito que o meu caráter é a virtude do meu coração e gera resultados semelhantes a minha conduta;
Pois gentileza nunca é demais para o senso do amor que busca razão para entender a dor;
Por isso que entendo que a minha maior virtude é a teimosia;
Não importa o tempo nem o como pensam, eu ainda tenho forças para que seja do meu jeito;
A maior virtude do verdadeiro guerreiro é insistir, mesmo que digam que desistir seja a melhor escolha;
Apresente-se à virtude de aprender a melhor maneira de desaprender o hábito dos vícios que te induzem às margens da destruição.
