Poemas sobre Vida dos Cangaceiros

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Sombras


Efeitos da ofensas
sobre a memória,
e os sentimentos,
silenciosos tormentos.


...


Feitiços


Para o bem ou para o mal,
eles dependem da sua devoção
e são passados ​​
de geração em geração,
Você pode mudar
o seu destino ou não,
tudo dependerá da poção
de encantamento ou maldição.


...


Máscaras


Algumas são invisíveis,
outras não,
Dependen inteiramente
de como você as vê
com a mente ou com o coração.


(O eterno etéreo antifaz)...

Cultivar a Pátria Brasileira
onde leio e me enlevo
"Sobre a linha das montanhas do Brasil"
de Villa-Lobos,
Assumo ser parte do que levo
da "Aquarela do Brasil"de Ary Barroso,
e a fusão de Samba com batidão do morro.


Ter a honra altaneira das regiões,
dos sinais do tempo que corre nas veias,
E do pertencimento por tudo
aquilo que une e reconhecemos
no trote e no galope que enleia
levando a herança viva campeira.


Não basta querer, e nem sempre ser,
com toda a gente é preciso conviver,
Como quem ainda se senta na praia
para cantar canções de outra e é rendeira,
Que assume que o seu rebolo poético
é a minha magnífica Cultura Brasileira.

Chovendo lentamente
sobre Camboatá-vermelho,
Com a palavra que me rege
a história no final eu escrevo,
Somente diante do Bom Deus
temo, respeito e me ajoelho.


...


A minha poesia
é Camboatá-branco
nas mãos da ventania
se espalhando toda
pelos campos da vida.


...


Tudo em mim tem
algo de Camboatá
com sementes a se espalhar,
Está para nascer quem
tem a coragem de me dominar.


...


Tapirirá florida
que com amor
concede poesia
à minha vista,
Diante sou
muito pequenina
com a minha escrita.
...


Debaixo da Pombeira
absoluta fiz a jura
de ser somente tua,
Se me amares,
retribuirei em dobro,
Algo diz que o sonho
haverá de ser cumprido logo.


...


Do caminho do tempo
sou nômade devota,
Do meu país por dentro
domino cada rota,
Nos braços de novembro
com fascínio me rendo
a floração das Tapirirás
a espera do momento
que está sendo escrito
com tudo àquilo que hei
de declarar no silêncio
que me permita escutar
o seu peito de amor batendo.

Buquês da Aldrago
dançam sobre nós,
foi há tempos tirado
o eu da escrita
desde o dia que te vi
sem fantasia.


Tudo em poesia
diária foi convertida,
o dia que eu quiser
falar do que é do eu
e do que doeu,
não me encabulo.


Se este assunto
não for tocado,
por ninguém será
nem aventado,
o eu não nasceu
para ser domado.


(O eu de cada não é
campo de batalha,
E sim nasceu para
ser academia nata).

O Hemisfério Celestial Sul
sobre a América do Sul
dissipará os torvelinhos
vindos de dois oceanos,
para manter o tempo aberto
e as estrelas ao alcance
como nós dois merecemos
com a paz que nascemos.


Estaremos daqui a pouco
mais próximos a cada dia,
ganhando e recebendo
Jabuticabas-brancas
com direitos gracinhas
feitas com as bocas,
sem contar as carícias
indizivelmente loucas.


O auge da consagração
da compartilhada sensação
está em fina construção,
não sei quem és e sinto
que és o fadário mais lindo,
o etéreo com todo o sentido
dono de um sagrado código
ainda incógnito e bem-vindo.

A tua existência
sobre a minha
sem resistência
faz residência
no florescimento
dos Garapuvus
de Florianópolis
como residência,
Por isso não há
nada no mundo
que plante a ideia
de desistência,
O meu coração
tem raízes na terra
e no teu peito
com plena consistência,
E da mesma maneira
a utopia elegida,
o romance e a consciência.

Luminescência atraente
sobre curvas hipnóticas,
Suspiro simplesmente
ao querer o flamejante
e o beijo de romance.

Tua pele tem luz própria
e convida ao opulento,
O teu olhar irrepreensível
seduz-me irrefreável,
O teu toque magnético
encontra bem fácil
o ponto de contato
e põe tudo incontrolável.

Teu lábios convidativos
nos colocam festivos,
do jeito que só você sabe,
Como se colhe em tempo
sutilezas e as melhores
Cerejas do Rio Grande.

Passando a mão sobre
o Capim-Curu enquanto
caminha com a história
de volúpia cresce sozinha,
Dentro do meu coração
e do pensamento
se entrelaçam as intenções
de seda e fortes emoções
feitas da fibra de Sisal.


Do pé colho amoras
maduras e na mente
elaboro o paraíso particular
com rota e sem nenhum pejo,
Acendo o fogo interno
do candeeiro para que nada
apague o amor eterno.


Apontar em silêncio
para as curvas vertiginosas
para você se aventurar
sempre uma nova viagem
em mim encontrar,
De ti colher os suspiros
mais delirantes frutados,
enrodilhar os nossos
desejos apaixonados.


Com beijos alucinados
vestir a tua pele de mimos,
Trazer o mais do opulento
êxtase para enfeitar
a suamesa e plantar em ti
o seu olhar sedutor,
para que nos primeiros
toques eletrizantes
de lábios provocantes
capture o sentido do amor.

Nada de mim em ti, é evanescente;
incipiente se renova e permanece,
com velatura de seda sobre a sua
pele com nímio certeiro nos impele
a nos colocar nas mãos do destino.


Perscrutar o teu mistério quase
místico é algo como mansa ave
e o meu roçar suave passeiam
com graça tangencial no seu brio,
flertando sibilante e visceralmente.


Doce é a ambição pela tua turgidez
de alta voltagem e do teu mais
terno amplexo que têm fortemente
se preparado - e a cada novo
eflorescimento tem se encaixado.


Não quero esconder que te quero
bem colado com beijos de Cambuí,
indecoroso, atrevido e abusado,
porque lado a lado sinto que os teus
planos são de amor e fogo apaixonado.

Riqueza trilionária não é sobre ter tudo…
É sobre construir uma mente que nunca mais volta ao zero. 💎
— rede social X @isaqueramoncc

Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:


Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?


Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..

Conversem!
Conversem sempre
sobre tudo!
Porque o silêncio são pedras.
E pedras são muros, e muros dividem.

Existem almas como o amanhecer,
que trazem o sol sem pedir licença.
Não é sobre o que você faz,
mas sobre a paz da sua presença.
Admiro o silêncio da sua integridade,
essa alma que é porto e é prumo.
Sua ética é o que traz a verdade,
sua bondade é o que dá o rumo.
Há uma beleza que o tempo não gasta:
a luz que vem de quem é de verdade.
Para iluminar o mundo, você basta,
pelo simples dom da sua raridade.

... que jamais
questiones a ignorância
sobre o que deve ser feito
com a sabedoria - a menos
que tua intenção seja
constranger tanto
uma quanto a
outra!

... algo
dentro de mim sempre sabe
aonde meus passos me têm levado -
sobre questões que o destino me
reserva - embora ainda pouco
inclinado a me
contar!

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.


A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?


A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.


A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.


A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.

Não é sobre a quantidade de livros lidos, mas sobre o quanto cada um deles foi capaz de transformar você.
Sfj,reflexões

Dizem que o amor machuca, que ele é uma nuvem carregada pronta para desabar em chuva sobre qualquer coração que não seja feito de pedra. E, honestamente? Talvez eles tenham razão. O amor deixa cicatrizes, ele marca a pele da alma com a ferro e fogo, e nem todo mundo é forte o suficiente para aguentar o peso dessa entrega.
Eu sou jovem, eu sei. Talvez aos olhos do mundo eu ainda não tenha visto nada, mas eu aprendi uma coisa ou duas... e aprendi com você.
Aprendi que o amor não é apenas o frescor de uma brisa, mas também o calor de uma chama. E sim, às vezes essa chama queima quando esquenta demais. Mas é nesse calor, nessa intensidade que consome, que eu descobri o que significa estar verdadeiramente vivo.
Não quero um coração duro ou blindado contra a dor se isso significar não sentir o toque da sua mão. Se o amor é uma nuvem que carrega chuva, prefiro me encharcar ao seu lado do que viver na aridez de uma vida sem nós. Porque, no fim das contas, as feridas e as marcas que o amor deixa são apenas as provas de que fomos corajosos o suficiente para não fugir do fogo.
O amor machuca, é verdade. Mas eu aceitaria cada cicatriz, desde que elas tivessem o seu nome.

⁠Sob o céu, o mar bramia.
O vento sussurrava nas pradarias.
Sobre as árvores, pássaros cantavam uma linda melodia.
No outono frutíferas, na primavera floridas, as árvores embelezam a vida.
É a onipotência do Criador.
A Ele toda glória e louvor.

O sol nasce como promessa.
Rompe o horizonte em fios dourados e derrama esperança sobre a terra ainda adormecida.
Sua luz acaricia os sonhos, desperta silêncios, faz a vida pulsar dentro de nós como um coração que recomeça.
Depois, lentamente, ele se despede.


O pôr do sol é um adeus tingido de saudade, ou talvez apenas um até logo, sussurrado em tons de fogo e mel.
O dia se recolhe. O que foi vivido repousa no tempo, pois o que passa não retorna.


E então vem a noite, vestida de mistério e calma.
A lua reflete a luz tênue e pinta o céu de segredo.
As estrelas, incontáveis, bordam a imensidão com brilhos eternos. Uma delas pisca, distante e solitária, como se nos dissesse, em silêncio:
acredite.
Mesmo na escuridão, há sempre um sol preparando o amanhã.