Poemas sobre Vida dos Cangaceiros
Todas as soluções mais complexas deste mundo, advém da observação criativa, imparcial e emocional das coisas mais simples.
Só descobrimos nossa eternidade quando conseguimos deixar de ser unidade e passamos a fazer parte indivisível do todo, assim é como as ondas na praia que mesmo pujante no próximo momento e movimento retornam a ser parte imperceptível do grande oceano.
Fui alguma coisa um dia, hoje sou muito pouco e com fé e sabedoria no futuro prospero, não serei nada. A felicidade na eternidade é muito mais, subtrair se do que se por.
As boas historias, de afeto e de carinho independente da religião e da cultura de quem nos conta, se repetem. Isto justifica se por amor e humanidade.
O idiotismo das novas gerações é resultado de uma independência libertina e de um egoísmo desenfreado, revelado e cultivado como direito universal do ser, de forma indevida pelas mídias manipuladas da cinza comunicação.
A criminalização de qualquer preconceito é uma forma beligerante e burra de atestar para toda sociedade, o pouco investimento na cultura e na educação.
Felizes e abençoados todos aqueles que acordam cedo todos os dias para o trabalho gratificante e se preparam para um novo e mais bonito alvorecer.
O principio do perdão inicia em si mesmo. Ninguém perdoa o outro, perdoa se a si próprio e todo o mal e as conseqüências que deixamos macular com dor e sofrimento nossa breve existência.
A vaidade nos faz acreditar em coisas sem importância real, como se fosse uma grande homenagem conquistada por distinção.
A agencia de inteligência em uma democracia tem que ser independente do estado para melhor angariar verdadeiras imparciais informações.
A verdadeira felicidade condiz em buscarmos sempre os mais simples e os semelhantes, que são alegres por que vivem, e celebram a existência a cada encontro, na alegria que nos acolhem.
Precisamos sempre que alguém acredite pelo menos, em parte de nossos sonhos pois a outra metade, conquistamos, diante da oportunidade.
Toda amizade e consideração devem ser reciprocas. Para aqueles que não nos reconhecem, jamais devemos reconhece los. São apenas vultos inanimados e sombrios pelos caminhos.
Após de mais de 50 anos eu falando, parece que agora a cultura, ate as comunidades indígenas sobreviventes aprenderam que nunca nenhum verdadeiro índio morre. Isto é coisa imposta pela catequese européia. Na verdade todo índio quando para de soprar, ele retorna a terra dos velhos ancestrais, logo "ancestraliza".
Oro continuamente pelos meus desafetos. Pois tive a infeliz capacidade de prever e dizer sem pudor a eles, suas fatais infelicidades.
O pecado mortal, sem indulgencia, só ocorre quando em ação por vingança ou despeito, praticamos o mal com toda consciente intenção infeliz de faze lo.
