Poemas sobre Vida dos Cangaceiros
Não tenha medo de sofrer com as mudanças. Elas assustam, mas muitas vezes são a chave para uma nova história em sua vida
Externar sentimentos que possam sim; demonstrar manifestações de positividade. As quais podem dar um direcionamento para apontar; um específico rumo para tudo ou também, com relação à própria vida em si. Mas as manifestações que vibram positivamente; não somente beneficiam aquele que as emana, como também, os que a recebem como uma forma de amor fraternal.
Usar de sabedoria; sempre. Tal fator é determinante para que se possa estar em meio; aos afazeres da vida. Como também, de ter habilidade suficiente para ultrapassar quaisquer obstáculos que possam vir a surgir repentinamente. Mas com total consciência, no que diz respeito, em assimilar quaisquer lições que a vida possa impor; como prováveis dificuldades.
Redigir cada palavra e que por ventura, fará parte integrante, do diário da vida; é uma ação muito interessante e igualmente, bastante eficaz. No que diz respeito ao fato, de serem inclusas determinadas passagens; da mesma. Cada parágrafo, cada pondo e cada vírgula são quesitos que realmente determinam; o rumo, de uma história, vivida na prática. Em uma total concordância com o ponto de vista adotado; muito particularmente.
Para reflexão:
Por que existem pessoas que estão virando monstros no trânsito, na direção de veículos, colocando em risco a sua própria vida e as vidas de outras pessoas?
A felicidade é o que se sentimos, não o que procuramos, pois ao procurar esquecemos de sentir o que existe em nós e a busca nos transpõe para fora de nós a sensibilidade de encontrar aquilo que se encontra em nós mesmos.
Incrível o quanto as palavras são apenas símbolos se o sentimento contextualizado nelas não for sabiamente transmitido ou captado pelo coração.
As palavras quase nunca ditas! Até falei da saudade, mas pouco. Quase nunca contei da dor, da angústia, do quase (sempre) desespero. Nem tinha mesmo a quem falar... E se eu, porventura, falasse quem entenderia? Entenderiam que às vezes sorrio às gargalhadas, mas o sofrimento é meu estado natural? E não se sofre somente quando as expressões denotam tristeza ou as lágrimas escorrem, nessas ocasiões o que ocorre é o alívio. Sofro mais quando pareço até contente, e minha garganta parece estrangulada pelo ar asfixiante da angústia que me cerca. E dói, dói, dói, tanto que a morte parece certa. Estou errada. Não se morre dessa dor. É só uma tortura sem fim. Desfaleço e recomeço. Visto a máscara do “tá tudo bem” e a estrada da sobrevida se escancara a minha frente. A vida prossegue.
Não faz muito tempo, era claro pra mim, o certo e o errado. Eu concordava com as distinções do que é reconhecidamente moral e o que não é. Mas eu conhecia ainda menos do que conheço agora. Como conversamos com o Felício, uma das características que denunciam nossa maturidade é saber que não sabemos. A verdade, além de ser cultural, como tenho aprendido com os sábios frenquentadores do café filosófico, é também relativa, subjetiva e, principalmente, para mim, ilusória. Estou órfã de crenças e carente de referenciais. Meu instinto de sobrevivência grita Cazuza: "IDEOLOGIA! EU QUERO UMA PRA VIVEEEERRRR...!!!"
Minha paixão por essa arte aumenta a cada dia, é como uma chama acesa. Nem que eu leve a vida inteira, mas eu chegarei lá, não é muito difícil, mas eu quero mais, mais e mais. É como se eu não conseguisse viver sem... Dançar!
