Poemas sobre Vida dos Cangaceiros
Afugenta teus medos menina
Que sina tristonha te envolve?
És linda e perante ao mundo
Tens uma luz enorme
Loucura minha me sujeitar as tuas chatices
Será o amor capaz de tanta burrice?
Faço de tudo pra te agradar
E recebo tuas ofensas sem questionar
Eu quero fugir daqui, mas ficar perto de você
Tirar-te dos meus pensamentos, mas também te ter
Não quero tocar tua pele, me dá prazer
Quero te olhar nos olhos, mas não te ver
Às vezes o amor é uma guerra
Tentando controlar as rédias
É um sentimento urgente
Desenfreado e eloquente
Amar realmente é uma tragédia
Eu deixei algumas pessoas me passarem para trás
Eu acreditei, dei duas ou até três chances
Mas não importa, essa é a minha essência
Mesmo não acreditando mais que as pessoas podem mudar
Eu vou continuar sendo eu
Mas tchau
Um símbolo de uma tradição
Um momento que fica na memória
Ajoelhado eu te peço amor
Quer escrever comigo uma história?
Nem que se complete a alma com conforto ajuizado
O insaciável desejo do querer se sobrepõe
Nem que se conquiste tudo e todos
A trivial matéria empilhada se decompõe
Só sei que crio falsas verdades
Não dá pra fugir dos padrões sociais
Admiramos um louco
pois é corajoso e sagaz
"É mais difícil escolher alguém para trabalhar com você do que uma pessoa para casar. Você vai passar mais tempo com ela(e) do que com a sua família"
Trecho do livro: A vida do pequeno comerciante - No Brasil
De Jonathan dos Santos Rodrigues
É fase, de fato o que passo, quem nunca?
A tristeza se aloja em meus embaraços
Quanto mais eu entendo, mais ela me afunda
Quanto mais eu fujo, só me aumentam os passos
Amo-te, disse a língua portuguesa
Te amo, soa mais bonito.
Disse o menino.
É, talvez eu não preciso
Estar tão comprometido
Melhor usar minha própria língua
Quisera eu ter tudo o que me convém
Quisera eu ser importante e “alguém”
Quisera eu talvez mudar o mundo
Quisera eu, não ser eu por um segundo
Aqui dentro me bate uma vontade
De ser seu amigo
E querer desvendar
Seus desejos oprimidos
Nos calamos e seguimos
Cada qual no seu
Ínfimo sonho perdido
Rogo a ti amor, esperanças em ter-te
A Deus peço e todos os intercessores
Que ela, donzela, bela, sonho meu
Desfoque o mundo para notar-me
Eu sigo em frente porque sou obrigado
de fato, se paro, me atropelam
Interpelo ao mundo coisas banais
Sentidos da vida, filosofias radicais
Realidade dura e cruel
Amarguras e angústias se cruzam
e na encruzilhada eu fico
sem saber onde ir. Enfrente"!?"
O que estiver por vir
Discerne a sarça do fogo
A consciência sob ótica universal
Do teu próprio universo
Coíbe o pensamento utópico
Dos que ainda ensejam
E anseia, nem que seja a desgraça
Por confronto do teu juízo
Ter razão sem sofrer ameaça
Algum lugar lhe chama a alma
Num canto alguma coisa lhe reascende
Presume-se ser reconhecedor conatural
Que o instinto lhe apresenta e sente
Permanece-te infeliz onde estejas
dentro de si, aí, clandestino
Ou se una aos teus, siga adiante
Dando sentido ao teu próprio destino
Todo mundo está falando tanta coisa.
O segredo do sucesso, a cura da dor, o caminho da felicidade...
...e eu já estou quase acreditando em tudo isso.
É só arrastar mais um pouco!
Entender poesia não é para todos
Assim como, entender matemática também não é
O entendimento é subjetivo
Se é, que me entende!
