Poemas sobre Si Próprio
Amar o próximo como a si mesmo...se a pessoa não se ama, não se respeita, não se conhece, como pode amar o próximo?
Luto moral é enterrar uma versão de si mesmo sem velório, sem flores e sem perdão, sabendo que ninguém te matou além de você, e que ninguém vai te consolar por isso.
Quem só almeja o poder, acaba por naufragar em si mesmo, perdendo o rasto, que não seja o seu próprio reflexo.
Não seja excessivamente justo nem demasiadamente sábio; por que destruir-se a si mesmo?
Lembre-se sempre de valorizar a si mesmo(a). A sua gentileza, as suas palavras e as suas atitudes dizem muito sobre quem você é! Cada um oferece o melhor que tem! Não deixe que nada ou ninguém abale a sua autoestima!
Pratique o autocuidado e reserve um tempo para cuidar de si mesmo. Cuide de sua saúde física, mental e emocional. Tire momentos para relaxar, praticar hobbies ou se engajar em atividades que te trazem alegria. Lembre-se de que seu bem-estar é importante e merece atenção.
No vazio cheio de significado, o nada abraça tudo sem explicação. O tempo se dobra sobre si mesmo, criando curvas que não levam a lugar algum, mas definem o espaço entre ser e não-ser. O silêncio ruge e o imobilismo se move, revelando a plenitude do incompreensível. Cada fragmento desconexo é a peça que falta na arquitetura confusa do existir. A verdade se esconde no paradoxo: que nada faça sentido, e ainda assim tudo seja perfeito. A filosofia surge não no esclarecimento, mas na entrega ao absurdo, onde lógica naufraga e sentido se dissolve em ausência e presença simultâneas.
No impossível mais azul do nada, onde o abstrato se desfaz em si mesmo sem eco ou sombra, o mar engole o tempo como um pássaro que não voa, mas devora horizontes inteiros. Ondas de eternidade se entrelaçam em penas de relógio derretido, e o agora se afoga em plumas salgadas, levando embora os venenos da alma humana; invejas que se evaporam em espuma quântica, ódios que viram conchas vazias girando no vórtice do nunca. Pássaros sem corpo, feitos de minutos partidos, alçam os males do mundo em asas de esquecimento: guerras que pesam como nuvens de sal, tristezas que caem como gotas de ontem, tudo arrastado para o abismo onde o mar e o tempo se beijam em silêncio impossível. Ali, no núcleo do intangível, o mal se desfaz em nada, e o mundo renasce leve, como um voo que nunca pousa.
“Só é possível compreender a vida, o mundo e a si mesmo quando se tem a coragem de sair do próprio abrigo interior e observar o que existe além do conforto e da segurança.”
Um corpo vivo não é aquele que nunca se fere, mas aquele que é capaz de curar-se a si mesmo até certo ponto. Semelhantemente, um cristão não é uma pessoa que nunca comete erros, mas uma pessoa capaz de se arrepender e dar a volta por cima, começando tudo de novo depois de todo o tropeço que der — porque a vida em Cristo está dentro dele, curando-o o tempo todo, capacitando-o a imitar (até certo ponto) o tipo de morte voluntária que Cristo, em pessoa, assumiu.
Não me agradeça pelo bem que lhe faço; agradeça a si mesmo. Eu funciono como um espelho: devolvo exatamente a energia que recebo. Portanto, se você recebe o meu melhor, é porque o seu mérito em me tratar bem despertou essa resposta em mim.
Ao acreditar em si mesmo, que é incrível, o primeiro passo é dado para realizar as coisas impossíveis.
Conhecer a si mesmo é, talvez, uma das batalhas mais difíceis que podemos enfrentar, é mergulhar nas próprias sombras, encarar traumas que tentamos esconder, angústias que sufocam em silêncio, frustrações que marcaram a alma, medos que nos paralisam e vícios que usamos como fuga, não é confortável, é doloroso, é cru, é profundamente desafiador, é rasgar as máscaras que aprendemos a usar para agradar, para sobreviver, para parecer fortes, e admitir quem realmente somos quando ninguém está olhando, é reconhecer nossas feridas sem fugir delas. A verdade pode doer, pode desmontar certezas e quebrar ilusões, mas é somente através dela que encontramos a liberdade, porque só quem tem coragem de se encarar de frente pode, de fato, alcançar a felicidade verdadeira.
“O verdadeiro crescimento começa pelo aperfeiçoamento interior constante. Ao ‘polir a si mesmo’, a pessoa trabalha seu caráter, suas atitudes e sua consciência. Ao mesmo tempo, aprende a ver no outro um espelho, reconhecendo qualidades, virtudes e até limitações que ajudam no próprio amadurecimento.”
