Poemas sobre Si Mesmo

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A DIFERENÇA ENTRE PAIXÃO, GOSTAR E AMAR, a paixão é temporária, egoística e só pensa em si própria. Gostar, no sentido de um relacionamento intimo, é apenas uma amizade com requintes de afinidade, como um alimento que vc pode enjoar com o tempo. Uma amizade verdadeira sem nenhum outro interesse pode durar para sempre, nem o tempo, nem as circunstâncias conseguem deteriorar. O amor é completamente diferente de tudo isto. O amor não é enquanto dure, como disse o poeta, talvez o poeta confundiu amor com paixão. O amor dura para sempre, quanto mais o tempo passa mais vc ama, mais vc deseja, mais vc sente saudade. Quem ama e convive pode testificar isto. Tenho 39 anos de casado, amo, desejo e sinto saudades. Deus criou o amor e em seguida criou a distância para q existisse a saudade e o amor fosse revelado. Amar é ser fiel na ausência e a saudade é a testemunha do amor.

⁠Não se importe se o tempo é lento em entregar o que deseja para si.
O tempo tá só aperfeiçoando,para se tornar verdadeiramente permanente aquilo que queres.

“Como erradicar a fome da humanidade se o homem ainda não erradicou a ganância de dentro de si!”

Pessoas egoístas são arrogantes.Querem tudo para si em detrimento e infelicidade do próximo!

⁠O que repreende o escarnecedor traz afrontas sobre si.
sfj,reflexões bíblicas

Quando os homens servem à Deus a sua maneira, eles iludem e enganam a si mesmos.
Frases cristãs 7⁠

Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis.

As pessoas preferem as palavras que iludem do que atitudes que falam por si só, o gostar e o amar estão no olhar, na forma pela qual você vê a pessoa. É como dizem os olhos são o espelho da alma, e creio também que são a janela do coração.

A virtude de mostra mais não naquela que se furta a nunca ser seduzida, mas na bastante certa de si para se expor a tudo sem nada temer.

O que define o tamanho do respeito que os outros terão por você é o respeito que você tem por si mesmo.

Apenas seja gentil, não sabemos a dor que cada um carrega dentro de si, o mundo precisa de pessoas gentis e não importunas.

Ela ainda traz em si aquela felicidade que só a inocência tem, uma simplicidade pueril, aquela fé inabalável, e a certeza de que se estendesse as mãos pro céu conseguiria tocar as nuvens.

Ao magoar alguém com sua estupidez, você não tem ideia do sinistro que existe dentro de si.

Pois o que alguém é por si só, aquilo que o acompanha na solidão e que ninguém pode lhe dar ou dele tomar, é evidentemente mais essencial para ele do que tudo que ele venha a possuir ou também a ser aos olhos dos outros.

As escolhas são feitas por você e quando tomadas devem ser aceitas por si e por todos os outros nunca agradará a todos independente da escolha que fizer, mas podemos diminuir o impacto negativo que ela possa ter.

Todo ser humano carrega em si a resiliência. Negar ao outro a verdade é, antes de tudo, subestimar sua capacidade de superar e evoluir.

A solidão não é sinônimo de vazio, é laboratório de si. Lá monto peças da minha verdade que ninguém constrói por mim. Trabalho com ferramentas de silêncio e lâmpadas internas. E o resultado é um eu que conhece suas próprias medidas. Voltar ao mundo é mostrar essa peça, ou guardá-la em segredo.

O ser humano está na autossuficiência da ignorância de si próprio, quando não entende a crítica construtiva.

A um poema elaborar, sem almejar ou querer saber, todo poeta salva-se a si próprio, pelo ato de escrever, e a muitos outros sem pretender.

A vida se dobra sobre si mesma como um caminho de pedra enegrecida pela chuva: o que parece silêncio é o murmúrio de todos os erros não confessados, e o que parece vazio é apenas o espaço onde o tempo esqueceu de colocar sentido. Cada gesto é uma sombra de outro gesto, cada palavra é uma lâmina que corta tanto o mundo quanto quem a pronuncia, e o observador que acredita estar fora da cena já é parte dela, moldado pelo eco que se recusa a se calar.