Poemas sobre Si Mesmo

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⁠Comparações
não ajudarão
a Amazônia,
o Chaco
e a Chiquitanía
do incêndio,...
e nem mesmo
o Arco Minero;

é momento
de trégua
e união para
salvar a vida.

Estas tais
de vendas
nos olhos,
espadas,
balanças
e plumas
pesadas
espalhando
desgraças,

a história
não as fará
perdoadas,

prenderam
injustamente
heróis que
poderiam ajudar
a salvar
as nossas matas;

a justiça divina
não perdoa
quem imola
os patriotas;

A força da vida
deu a amostra:
a Colômbia
teve sacudida
a costa,
não duvide
que não seja
reação colateral.

Debaixo do pomar
de letras laranjas
pedindo pela
libertação de
tanta gente,
da campesina
dos 9 comuneros
e do General,
vou contando
o quê se passa
na América Latina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Hoje não teve
desfile militar,
Um dia triste
como este
não há como
não lamentar.

Mesmo assim
poesia não
poderia faltar,
E doa a quem doer,
Não vou parar
de querer
saber como
está o General.

Não vou parar
de perguntar:
para onde é
que levaram
o General?
O grito do teu
silêncio infame
a mim soa
rude e gutural.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A unidade para mim
é sermos indivisíveis
mesmo diante
das tempestades.

A luta para mim
é sermos inabaláveis
mesmo diante
dos desencontros.

A batalha para mim
é sermos incansáveis
mesmo diante
dos obstáculos.

Se somos muchos:
como permitiram
o Major atentar contra
a própria vida
pela segunda vez?

A vitória para mim é
sermos seres cheios
de amor onde
reina a crueldade.

Se somos muchos:
onde estão a lealdade,
diálogo e paz?
Perguntar não é ofensa,
Do General não vi mais
uma única imagem,
E há quanto tempo faz!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Era para ter
sido hoje,
mas começou
ontem mesmo:
uns deram
a conta de vinte
e cinco,
e outros
de oitenta
e três detidos,
Não importa
o saldo da conta
que sejam
um ou mil,
ela já está
muito cara;
já era hora
de ter parado
com isso,
não aceito
um arranhão
sequer mesmo
no mais
rebelde filho.

Fitas e máscaras
azuis para se
caracterizar
como parte da
Op. Liberdade
por um processo
de estabilidade,
Do futuro
só Deus sabe.

Censura a
dois canais
internacionais,
uma rádio,
Jornalistas
agredidos
e dezenas
de feridos;
Há jogos
de nervos
por todos
os lados,
Por mim pode
amanhecer
com o mesmo
Presidente,
só não pode
persistir
as mesmas
questões
não resolvidas.

Uma tanqueta
da GNB atropelou
manifestantes,
Não dá para
apática aplaudir
a barbárie,
Mesmo que eu
não seja ouvida,
Sou o dedo
na tua ferida;
Assim sigo
me queixando
pela prisão
da tropa
e do General
inocentes até
aonde não se
esgota a poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A verdade triunfará
mesmo que dependa
que não olhemos
mais para trás;
ela é indomável
por mais que a
tornem represada.

O sangue do povo
originário derramado
não há como apagar,
A exaustão da tropa
e a desconsideração
com a fragilidade civil
não há como ignorar.

Ciente disso não
necessito lançar
nenhuma maldição,
Pois o destino não
nega à ninguém
a compensação,
por isso prefiro
a reconciliação.

O cansaço dos olhos
do General injustiçado
já faz parte dos meus,
e não há como apagar,
mas ainda há tempo
de colocar a verdade
no lugar e o libertar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No momento sou
o eco da voz
da venezuelana,
mesmo sendo
verso e memória,
não tão distante
quanto aparento,
mas próxima
o suficiente
para implorar
que corrijam
essa História.

Por mais que tentem
ocultar a imagem,
calar a voz
e lançar no limbo
do esquecimento,
ele está no coração
do povo e nem
o tempo tem
a condição
de apagar
que o General
pertence
ao Movimento.

Porque eu sou
aquela que na
lembrança dança
com o Comandante,
e o calendário só
reconhece o dia
quatro de fevereiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em linhas culpadas antes
mesmo de terem nascido
nem um pouco lúcidas.

Sem ordem judicial,
bem cheias de tudo,
hipertextuais
e com toda a falação:
deseja saber demais.

Jogos sujos e brincadeiras
de nervos não há
quem os ature mais.

Como vai a saúde
da tropa e do general?
Quando virá a liberdade,
a augusta moção
e garantia da paz?

Em versos inconformados
e bem convictos segue
anão aceitação
de 'ditaduras'.
Ainda bem
que existe
um anjo que visita,
e trabalha legalmente
pelo fim do cativeiro
de quem é notório
inocente pelo mundo inteiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O destino é
como um rio
que sabe
o lugar
e onde
irá chegar
mesmo
em meio
a turbulência
que o faz
transbordar,
O calendário é
como as águas
que não
conseguem
represar,
É mais preso
como aquele
que preso
por causa
da consciência
todos sabem
que assim está,
Não só aquele
que prendeu,
mas quem não
consegue por ele
se indignar,
Mais um dia
sem notícias,
Não paro
de perguntar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se soa do
jeito dele
como vós,
ele não
pertence a nós,
mesmo que
tente reescrever
a história tal fato
não apagará
da memória:
ele não é santo,
ele se trata
de um algoz,
ele é feroz.
O mascarado
proferiu
que ele soa
como
os 'deles',
não há
como fingir
que não,
o quê saiu
da boca
o condena,
e agora
quer fingir
que nunca
foi investido
na discórdia,
mas Deus está
evidentemente
vendo e não
há como
dissimular para
Ele e para quem
sabe observar,
só Ele concede
a misericórdia,
ele quer apagar
a História.
Ofendendo
da pior maneira
quem quer
defender
a sua existência
fazendo a justa
resistência,
ele não merece
a sua confiança
porque é incapaz
de debater e de
colocar freios nos
seus servos,
e sobretudo
nos seus lacaios
das profundezas
dos infernos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠E sem licenciar
mesmo ciente
que a agonia
não tem
como soprar,
Porque não há
uma clara
direção,
Permito
perder-me
na mística
da rima,
Para não diluir
a delicadeza
neste
Dia de Paixão,
Se você nasceu
filho do silêncio,
Fique sabendo
que eu não!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Evidentemente
no mesmo
destino,
partilhando
da exata
agonia de mais
um dia,
por não saber
mais notícia,
escrevo para dizer
o quê sinto,
porque quem disse
o quê pensa
está preso,
não nasci para
me calar,
e nem para ser
escrava do medo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não aceito mesmo
estando na condição
de poesia estrangeira,
e preocupação sincera,
aberta e continental,
Pois onde se prende
uma tropa inteira
por notório ardil,
e todos se contentam
de maneira submissa,
Até a fé já nem
é mais derradeira.
Sempre onde houverem
presos políticos,
serei poema que não
cala e não deixa
jamais ninguém se calar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio Caminhante

Em Rodeio caminhante
a pé, de mochila nas costas
ou mesmo de bicicleta,
Mesmo sem escrever
você acabará virando poeta.

A Região do Vale das Águas
de repente de ti fará parte,
Neste um dos caminhos
do Vale Europeu há muitas
histórias para contar,
Que você irá se encantar.

No Picol Paradis você
surpreenderá a si mesmo
bem, feliz e refeito,
E no Caminho dos Anjos
se apaixonará de vez por Rodeio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Que me custe
asua simpatia,
E mesmo que
eu fale muito,
Ainda não será
o suficiente,
Pois falo não
para agradar,
Mas para colocar
os fatos no
Seu devido lugar.
Abro o paraquedas,
salvo o verbo para
Que salvem as letras,
em missão de dar um
Fim na tirania e dar
asas à liberdade
Do lado dos profetas.
Que me custe
aantipatia alheia,
Não me importo,
sou ouro e crisol,
Sei lidar com
aalucinação insana
Que não reconhece
que a política
Também faz os seus
militares presos,
E supõe quea
libertação deles
Não nos adianta,
e que não resolverá
O problema do país,
a arrogância jamais
Irá me impressionar,
pode virar a cara
E levantar o nariz!
Abro o suficiente
a verdade,
E sei que adianta,
porque nada se faz
Quando não se tem
Mais a liberdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Campo Erê Poética

Talvez nem mesmo
o tempo poderá
na verdade dizer
o motivo do muro
dos indígenas
erguido no tempo
e na Rota dos Incas.

Campo Erê poética,
misteriosa e minha
cainguangue de nome,
Em ti as araucárias
do destino e a tua
gentil erva-mate
seguem resistindo.

Muro dos indígenas
incas ou guarani
trocas de mensagens
a longa distância,
ou marco de uma
talvez pacificação,
vou na trilha expedição.

Para te ver de perto
que não há outra tu
no Caminho do Peabiru.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sábado

O meu nome
dito por você
é música
que me põe
para dançar
mesmo
sembailão
para gente ir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio tem Oásis

Mesmo sendo rodeada
por Mata Atlântica,
Mesmo sem ser deserto
e sendo esta terra romântica,
Rodeio tem Oásis
e mistérios incontáveis
sempre prontos a serem descobertos.

Rodeio tem Oásis,
Rodeio tem surpresas,
Rodeio tem Oásis
e muito mais que todos os poemas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Mesmo a pessoa venha se frustrar lá
na frente, ninguém pode ser desestimulado de tentar em nome
da resolução de um sentimento.
A rejeição dói, mas ser mal resolvido no amor dói eternamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não escrevo poesia
para me mostrar,
Caminho com a certeza
que vamos todos
chegar no mesmo lugar.

Fui bem criada e seria
até pecado lamentar,
e eu conheço bem
na vida o meu lugar.

Sou convictamente
a poetisa dos invisíveis
que pelas mãos do Universo
continua a se guiar
e continua a acreditar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vesti-me dos pés
a cabeça no bom
estilo repleto
de Vyshyvankas,
Mesmo que ainda
vejo tudo indo
pelos ares junto
com os sapatos
das nossas crianças.

Insistindo em pedir
esperança para quem
sabe a manter onde
a mão não alcança,
E a nossa gente vive
sendo ilegalmente
pelo invasor presa,
julgada e torturada.

Nesta guerra que
tende vir a ser
prolongada e esta
tragédia por razões
óbvias anunciada
e que muitos fingiram
e outros tantos mais
escolheram não acreditar:

(de quem defende
o invasor prefiro para
sempre seguir afastada).

Não posso por instante
deixar o desespero
continuar me tomar
e tenho que aprender
o caminho de tranquilizar
mesmo em Zaporizhia
com mísseis instalados
em central nuclear,
A Guerra que começou
na Criméia é ali
que a paz há de se pactuar.

Inserida por anna_flavia_schmitt