Poemas sobre Si Mesmo
Que mesmo em meio
A intensa correria da vida,
Haja tempo para, parar, pensar.... Refletirno que fazer, antes de agir...
E que não seja por impulso,
Nem por necessidade,
Mas, respeite seu tempo,
Sua essência, sua verdade....
Tinna Barbosa.
Sob o Mesmo Céu
Sob o mesmo céu, somos iguais,
Corações que batem, sonhos vitais.
Princípios nos unem, pontes se erguem,
A justiça floresce onde os valores seguem.
Cores, crenças, não nos separam,
É no respeito que mundos se amparam.
Que a igualdade brilhe, farol de união,
E faça do amor nossa maior razão.
AMOR DE MENINO
Carla Patrícia.
Doce melodia que meu coração entoa,
Mesmo quando o silêncio devora o tempo.
Tu foste a primeira chama,
O incêndio que queimou minha alma em segredo.
Eu era menino, ingênuo e cheio de sonhos,
Mas tu... tu eras a própria poesia viva.
Teus passos eram meu compasso,
Teus risos, a canção que me embalava.
Sonhei contigo em noites infinitas,
Num mundo onde só existíamos nós dois.
Te imaginei minha,
Mas nunca tive a coragem de tomar tua mão,
De dizer que meu coração era teu templo.
Crescemos. Amadurecemos.
Mas algo em mim permaneceu intocado,
Como um relicário guardando o impossível.
Tu foste o céu que nunca alcancei,
O amor que moldou o homem que me tornei.
Agora, seguimos rumos distintos,
Mas tu vives em cada batida do meu peito.
Carla Patrícia,
Primeiro amor, último suspiro de pureza.
Se um dia me perguntarem o que é eterno,
Direi teu nome.
Com alma sol e luar
Mesmo mudando
O sol nos ronda
assim somos nós
Luz e sombra
Pra que respostas
Se tudo fala por nós
a estrada nos segue
Somos raios Intensos
Todo amor sera intruso
se o nosso reinar
Matizando o corpo
Com alma sol e luar
Procure em meu olhar
O rastro das estrelas
O arco íris e todo brilho
Um amor que nada desfaz
Sou tua alma...Você meu luar
Em camadas e sabores...
Esse pacto assim nos faz..
Belos intocáveis vorazes...
Mesmo que como o vento
eu chore minha saudade
Mesmo que meus sonhos
Anoitecidos no medo
Conheça no alvorecer
a solidão, ainda assim...
Vou sentir a emoção
Da magia em que vivi
O perdão em mim
Não deixará de existir
A vida me fez templo
Onde o sagrado é viver
Ainda Ouço... Ainda Sinto
O pulsar da vida
Explodindo lá fora
No perfume das flores
Tecendo o futuro
No jardim da existência...
São meus sonhos
Que fertizam minha alma
Que da cor a toda ternura
Brilhando solta no olhar,
Que seja toda essa vontade
de caminhar de mãos dadas
Que seja toda essa paz
A deixar o sorriso do tempo
trazer todas as certezas
Contidas no verbo amar...
Que fique no passado os lamentos
E somente a esperança reine
Que o tempo não venha corroer
A crença de ser feliz e florescer
Zeni Muniz
Da Saudades
O vidro
o cristal
a queda
a cola
uma única palavra
trouxe o silencio
mesmo que haja comunicação
dos lábios será
o tempo de cada um
se faz
se refaz
se desfaz
em neblina das palavras que passeiam entre nós.
Como é estranho estar feliz sem mesmo amar ou ser amado, é como se meu peito fosse um mar calmo
Essa calmaria me faz sentir ter asas e não querer voar
Sou mesmo feliz ou só não sinto mais meu coração?
Mesmo que sejam segundos,
É bastante encantador,
Em horários extraprogramas,
Receber ligações de um amor.
Relacionamentos podem ser difíceis,
Em momentos podem oscilar,
Mas usar a sabedoria,
É essencial para poder sonhar.
Sonhar que vai dar certo,
E que não é hora de partir,
São os momentos bons,
Que nos faz persistir.
Persistir pode ser árduo,
Os sentimentos podem aflorar,
O medo de nos perdermos,
Nos impede de amar.
Conectando o mundo, podemos pessoas ver.
Mas conectar... será mesmo?
Para ver, basta um passo, um chamado, uma troca.
Se conectar é mais do que enxergar,
é deixar que o mundo nos toque,
é atravessar os muros invisíveis entre nós.
E, no entanto, a verdadeira conexão nunca chega.
Não porque está longe, mas porque a deixamos desluir.
Ela se dissolve entre os rostos —
amigos ou estranhos, conhecidos ou esquecidos.
Tristonho, enfim, lhes digo:
esta poesia é de nada,
mas, talvez, seja de tudo.
Entre versos doces ou amargos,
há um eco do que perdemos.
Simples é conectar.
Difícil é perceber que, entre os delírios do tempo,
fomos nós que nos perdemos...
Sorrio mesmo quando estou triste
E a minha alegria é a dor que sinto,
Mas o pranto que no meu peito existe
É a verdade que eu escondo e minto.
Muitas vezes você acha, que não tem forças para enfrentar uma situação, que você mesmo se colocou nela. Daí então vem o desespero... "Eu deveria ter pensado antes de fazer tal loucura".
Mas você não foi feito para errar continuamente, nem tampouco para se lamentar da sua vida. Comece a partir de agora, fazer as coisas de uma forma diferente. Quem determina aonde você quer chegar é você.
Você fez algo de errado? Passou!
A sua vida a cada dia lhe oferece novos começos.
Simplesmente, VIVA!
Na boa, quero ser feliz o tempo todo mesmo!
Quero rir, ser linda, ser amada, ser segura... Mas nem sempre isso é possível (Me refiro a ser segura... rs). Não vou ficar esquentando minha cabeça com gente pequena, infeliz, frustrada. Graças a Deus, não tenho o mesmo tempo que as pessoas tem de se preocuparem com a minha vida, pois enquanto isso, estou vivendo! Meus filhos são a minha vida! Temos saúde, eu trabalho, isso que importa! Aconteça o que acontecer, sempre vou me confortar por saber que temos um ao outro.
Já viu como está o mundo?
É maravilhoso quando alguém se dispõe a fazer os outros
importantes, amados e abençoados, mesmo através de seus
conselhos.
Hoje eu acordei com saudade do "trem".
Mesmo a estação sendo bela, algo em mim clama por notícias do passageiro.
Será que está bem? Será que as paisagens que agora contempla são tão belas quanto as que um dia dividimos?
Me deu vontade de sentir de novo o abraço, o cheiro, de mergulhar no universo dos seus olhos.
Mas eu choro.
E dói.
Dá vontade de pegar o telefone, de buscar a voz que acalmava, mas não posso.
Na nossa última conversa, algo em mim se quebrou.
Houve um “ponto final” – literal e escrito (ponto final).
Ainda assim, eu não consigo guardar ódio.
Não consigo apagar o brilho do trem que passou por mim, mesmo que tenha partido. Foi lindo.
Foi uma viagem que me ensinou tanto sobre mim, sobre o amor, sobre a vida.
Como eu queria sentir aquele abraço mais uma vez, o carinho que parecia eterno.
Mas o medo me trava.
O medo de me aproximar e ser deixado novamente, despedaçado em pedaços tão pequenos que mal conseguirei recolher.
O medo de expor o que sinto e encontrar do outro lado um silêncio que fere mais do que mil palavras.
O que aconteceu entre nós é grande demais, complicado demais.
Parece que não temos volta.
Parece que esse trem nunca mais parará na estação onde eu estou, mesmo que eu fique esperando, mesmo que eu deseje tanto que o som dos trilhos ecoe novamente.
Eu sinto saudade.
Uma saudade que parece querer explodir meu peito.
Eu sinto sua falta.
Se um dia você ler isso, saiba:
Eu agradeço.
Agradeço por tudo o que fez por mim, por cada instante, por cada ensinamento.
Agradeço até por ter resistido tanto antes de desistir de nós.
E, apesar de tudo, eu não quero dizer adeus.
Eu digo: até breve.
Eu olho o mar
do mesmo jeito que olho para você
com o mesmo sentimento de se jogar
nessa profundeza do seu coração.
Quero ver o que está ai,
sentir o que sente.
Viver o que vive,
só quero saber no seu oceano.
Não sei se culpo a sociedade ou se culpo a mim,
A alguém dentro de mim ou só é eu mesmo?
É tão confuso a que dentro
que me perco nas curvas da escuridão.
Desperto ou não,
confuso, sem chão...
Não sei se me mato ou não,
só sei que sentir, eu sinto.
Mas o quê?
Eu não sei...
Sobre poesia.
Serei poesia mesmo quando a dor for um degrau que sempre impede, buscarei palavras positivas em todas situações. Sou verso que sempre fala, palavra que sempre espera por encontros.
Escrever é permitir que o coração fale em forma de versos;
é ser resiliência, mesmo vivendo incógnitas diárias.
É transformar todo sentimento em poesia.
Samba / Canção
Sonhar
Sonhar! Eu não resisto, mesmo sabendo de todos os riscos de depois chorar
Não tenho medo de não conseguir
Se não sonhar, para que existir?
A vida é sonho, sonhado por Deus, ninguém diria!
Sem motivo ou razão aparente,
Deu vida ao que estava em sua mente, grandioso artista!
Em meio ao deserto infinito: somos oásis de vida!
Sonhar! Eu não resisto, mesmo sabendo de todos os riscos de depois chorar
Não tenho medo de não conseguir!
Se não sonhar, para que existir?
A vida é sonho, sonhado por Deus, ninguém diria!
Sem motivo ou razão aparente,
Para cada olhar, deu um brilho diferente,
Que nos leva e nos traz, para além de onde a palavra vai.
Sonhar! Eu não resisto, mesmo sabendo de todos os riscos de depois chorar
Não tenho medo de não conseguir!
Se não sonhar, para que existir?
A vida é sonho, sonhado por Deus, ninguém diria!
Sem motivo ou razão aparente,
Fez o mundo com mistério envolvente
Enredos com drama, paixão e poesia
E aos bons de coração: sempre alegria!
Sonhar! Eu não resisto, mesmo sabendo de todos os riscos de depois chorar
Não tenho medo de não conseguir!
Se não sonhar, para que existir?
Me atrasei pra cantar,
Mas eu vim
Mesmo triste ainda posso ser bela
Mesmo artista, mesmo estando velha
Me atrasei pra cantar, mas eu vim.
Faz tempo, que não consigo cumprir um horário
Num encontro ou no meu trabalho
Eu atraso para despertar
E assim, vou vivendo uma vida atrasada
Correndo para alcançar o nada
Lutando contra um ponteiro qualquer.
Me atrasei pra cantar mas eu vim,
Não queria estar desarrumada
Precisei disfarçar minha cara
Que cansada chorou por sentir
Me atrasei, mas eu vim
Me sentindo um pouco culpada
Por de meu destino fugir
Ainda, há distante alguém nessa sala
Uma sombra na madrugada, acho que ela vem de mim
Tentei, tantas vezes calar minha voz
Mas comigo tão perto e a sós
Eu não consigo fingir
Só me resta sonhar
Sonhar, sonhar, sonhar
Atrasada a sonhar e sonhar
O sonho que vem para mim.
